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As casas de Hogwarts
//Por Editor de resenhas - Thursday, 24 de April de 2008 às 10:38

As casas de Hogwarts são postas em seus devidos lugares pela colunista Pâmela Lima. Corvinal, Sonserina, Lufa-lufa e a hiper-badalada Grifinória deixam de ser adjetivos reducionistas para se tornar algo mais como famílias: você pertence a uma delas, mas não é definido por elas, mas por seus atos.
Lembre-se de deixar seus comentários. Eles, quando bem feitos, ajudam os colunistas a melhorar seu trabalho. A coluna completa você pode ler aqui.


por Pâmela Lima

O título dessa coluna é uma das primeiras perguntas que um leitor de Harry Potter faz a outro, depois de “Qual é o seu shipper?”. As respostas costumam ser as mesmas: Grifinória ou Sonserina. Muitas poucas vezes encontrei alguém que se diz corvinal e menos vezes ainda alguém da Lufa-Lufa. Talvez porque as duas primeiras são as melhores representadas nos livros, poucas pessoas queiram se encaixar nas últimas. Mas o que infelizmente é pouco posto em discussão é o que torna alguém digno de ser de cada uma das casas pois, se analisarmos bem, nem todo corvinal é racional, nem todo sonserino é ruim, nem todo grifinório é corajoso e nem todo lufo é bonzinho demais. É só analisarmos um a um os personagens pertencentes a cada casa.


CORVINAL

“Ou será a velha e sábia Corvinal
A casa dos que têm a mente sempre alerta,
Onde os homens de grande espírito e saber
Sempre encontrarão companheiros seus iguais.”

Pedra Filosofal, pág. 105

O que se tem na idéia é que corvinais são os nerds de Hogwarts. Pessoas sempre bem informadas, inteligentes, racionais. Diz-se também que as meninas da casa são as mais bonitas (como era Rowena Ravenclaw) e que todos são muito gentis e têm sempre uma palavra agradável para dizer. No primeiro livro, tirando apenas algumas menções, a única pessoa que conhecemos dessa casa já está morta: A fantasma Dama Cinzenta, que caminha entre os alunos no Salão Principal, sempre de cabeça erguida e ar imponente, calada e muito bela.

Em Relíquias da Morte descobrimos que a fantasma é a filha da fundadora Rowena, e que roubou o diadema da mãe para adquirir mais inteligência. Helena, a fantasma, fugiu para as florestas da Albânia com o objeto ela faleceu nas mãos do Barão Sangrento, que era apaixonado por ela. Depois de morta, ela comete o terrível erro de contar ao jovem Tom Riddle onde está o diadema perdido, o que nos leva a perguntar onde está a “mente sempre alerta” dos corvinais em uma hora dessas. Nessa narrativa também podemos deduzir que Rowena Ravenclaw forçava a filha a um relacionamento com um homem que ela não amava. Logo Rowena, que pregava que o espírito sem limites é o maior tesouro do homem, limitou-se a não deixar sua filha escolher seu amor.

Em Prisioneiro de Azkaban mais uma personagem da casa dos sábios é apresentada a nós: A bela apanhadora Cho Chang, primeiro amor de Harry Potter. Nesse livro pouca importância se dá à ela, mas isso muda logo no próximo da série, quando ela namora Cedrico Diggory e desperta ciúmes no personagem principal dos livros. Em Ordem da Fênix, depois que o namorado morre, ela tem um pequeno caso com Harry e nesse pouco tempo deturpa a imagem da sua casa. Cho não demonstra gentileza, fala o tempo todo do ex-namorado como se o atual não lhe importasse e despreza os conhecimentos de Hermione. Quando sua amiga Marieta (Corvinal e dedo-duro) denuncia a Armada de Dumbledore, Cho fica ao lado dela, dando as costas para o resto do grupo. Mente fechada, espírito idem.

Não conseguia enxergar o erro da amiga por puro ciúme. Também em Ordem da Fênix outra menina da casa ganha destaque. Ela é gentil como Cho não era, mente aberta e alerta como Helena não era. Luna Lovegood é adorável, simpática e cheia de graça. É inteligente e, quando bem vestida, fica bonita, de acordo com Harry em Enigma do Príncipe. Dá tanto valor às amizades que pintou o rosto dos seus melhores amigos no teto do quarto. Se não fosse completamente maluca e avoada, seria a melhor representante da casa. Luna não tem nem uma gota de racionalidade e vive no mundo da lua. Acredita em animais fantásticos que não existem e em superstições exageradas. Se pai, Xenofílio, tão amalucado quanto a filha, também era da casa e contradizia a todos dizendo que as Relíquias da Morte eram reais, e não uma lenda – o que acabou sendo verdade no fim.

O que os corvinais têm em comum, então?

A busca pelo conhecimento a qualquer preço, acredito. Pois Helena roubou o diadema para ser mais inteligente, Luna e seu pai lutam por suas crenças pois elas são o real conhecimento para eles e, por mais que a maioria das pessoas não goste dela, Cho nunca foi descrita como burra.

Outros personagens da casa:

Antônio Goldstein, Padma Patil, Murta Que Geme, Filio Flitwick, Rogério Daves, Miguel Corner, Téo Boot, Penélope Clearwater.


GRIFINÓRIA

“Quem sabe sua morada é a Grifinória
Casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia e sangue-frio e nobreza
Destacam os alunos da Grifinória dos demais.”

Pedra Filosofal, pág. 104-105

A casa favorita dos leitores da saga é conhecida por ser a casa dos nobres de coração valente, os corajosos e ousados. Os maiores bruxos, como Alvo Dumbledore, são oriundos de lá. Comecemos por ele então. Alvo sempre foi inteligente e ousado na época da escola. Porém, quando Grindelwald chegou à sua vizinhança e fê-lo cair de amores, sua defesas baixaram e sua nobreza acabou. Agora, era tudo pelo novo amigo e seus ideais sobre dominação dos nascidos trouxas, a luta pelo “bem maior”.

Dumbledore deixou-se corromper, negligenciando a irmã caçula que era doente, esquecendo seus limites. Mas relembrou deles quando a pequena Ariana caiu morta no chão, sem saber quem foi que a matou. Podia ter sido ele, seu irmão –ou seu amado. Independente disso, Grindelwald fugiu, foi lutar sozinho e, anos mais tarde, Dumbledore o derrotou, esquecendo de tudo o que um dia sentira por ele, vingando finalmente a morte de sua irmã.

Harry Potter também entra para a casa da coragem, e faz jus a isso por quase toda a saga. Desde o momento em que enfrenta o trasgo em Pedra Filosofal até quando dá sua vida pelo bem da humanidade em Relíquias da Morte, poucas vezes a nobreza do herói é posta em dúvida. Uma dessas vezes é em Cálice de Fogo, em que ele derrota dragões, sereianos e até o próprio Voldemort, mas encontra demasiada dificuldade para convidar Cho Chang para o baile. Em Ordem da Fênix, abandona toda sua nobreza ao sentir inveja de Rony que, ao contrário dele, não era o grande Eleito mas, mesmo assim, ganhou o título de monitor.

Neville Longbottom nunca foi o maior exemplo de coragem da Grifinória. Foi sempre muito desastrado, medroso e recuado. Enquanto seus colegas tinham medo de múmias e dementadores, Neville tinha medo… do professor de poções!. Além do medo evidente que sempre teve de sua avó. Mesmo assim, quando Voldemort começou a controlar Hogwarts, ele foi o líder da revolução. O grito para que todos ainda defendessem a Armada de Dumbledore, depois que Harry supostamente tinha morrido, veio dele. Neville largou seus medos para enfim mostrar o que o levou a ser grifinório. Porém, nem todos os que não demonstram coragem são corajosos enrustidos, como Longbottom.

Pedro Pettigrew foi da Grifinória, foi um Maroto e, algum tempo depois, foi Comensal da Morte, entregou os Potter a Voldemort e fingiu-se ser rato por doze anos. Em nenhum momento, pelo menos depois que seguiu o Lord das Trevas, demonstrou coragem. Em uma conversa nada amigável com Sirius no terceiro livro, Pedro declara que só denunciou James e Lílian pois Voldemort ameaçou-o de morte. Black afirma que ele deveria ter “morrido por seus amigos”, como seus amigos teriam feito por ele. Mesmo depois de ter sido descoberto e do sermão que levou de seus velhos amigos, ele retorna para Voldemort, que ele ajuda a ressurgir em Cálice de Fogo e que lhe dá uma mão de prata no lugar da que ele decepou. Essa mesma mão prateada o mata em Relíquias da Morte, quando Pedro se lembra da dívida que tinha com Harry e decide não matar o Eleito.

O que os grifinórios têm em comum, então?

Eles têm limites e princípios. Dumbledore amava Grindelwald, mas não pode continuar com isso depois que o jovem causou a morte de sua irmã e a separação total de sua família. Pedro seguia o Lorde das Trevas, mas sabia que devia sua vida a Harry. E Neville pode ser medroso, até que sua vida fosse exposta diretamente ao perigo.

Outros personagens da casa:

Todos os Weasleys, Angelina Johnson, Alícia Spinnet, Lilá Brow, Hermione Granger, Sirius Black, Remo Lupin, Nick-Quase-Sem-Cabeça, Hagrid, Tiago Potter, Lílian Evans.


LUFA-LUFA

“Quem sabe é na Lufa-Lufa que você vai morar
Onde seus moradores são justos e leais
Pacientes, sinceros, sem medo da dor.”

Pedra Filosofal, pág. 105

Vejam só: até o Chapéu Seletor fala pouco da casa da bondade! Lufos são considerados, pela maioria, os bobos de Hogwarts. Os santinhos, bonzinhos demais. Somos apresentados ao Frei Gorducho em Pedra Filosofal, e ele é descrito como alguém que aparenta ser guloso, vive rindo e é extremamente diferente dos outros fantasmas, que vivem calados com ar de superioridade. O frei inclusive diz aos alunos que gostaria que todos fossem para a sua casa, mostrando evidente orgulho de ser da Lufa-Lufa. Nesse mesmo livro, conhecemos Ana Abbott e Justino Finch-Fletchley, que são apenas apresentados na seleção e ao longo da história são bastante citados; ele por ser uma das vítimas do basilisco no segundo ano e ela por ter fortes tendências ao nervosismo (passava mal durante as aulas na época dos NOMs e declarava que Sirius Black podia se transformar em arbusto no terceiro livro).

O primeiro lufo que tem sua história desenvolvida é Cedrico Diggory, escolhido pelo cálice de fogo no quarto livro. Sim: a casa só é explorada no quarto livro. Ele é descrito como um garoto de porte atlético, cheio de vida e possivelmente inteligente, pois foi dado como apto para participar do Torneio Tribruxo. Ele sempre foi contra aos bottons “Potter Fede/Apóie Cedrico” que seus colegas (que também eram da “casa dos justos”) usavam, ajudou Harry na segunda prova e, quando este se machucou no labirinto, salvou a vida dele.

Harry ofereceu a Taça Tribruxo a ele, que não aceitou, mesmo que há anos sua casa não tivesse glória tão grande Morreu injustamente nas mãos de Pedro Pettigrew. Dois livros depois, conhecemos mais dois participantes da casa: Zacarias Smith e Ninfadora Tonks. Ele era da Armada de Dumbledore, era debochado e difícil de lidar. Não acreditava nas reais virtudes de Harry e entrou para a Armada só para tirar a limpo suas habilidades. Como muitos outros, não atendia ao chamado dos galeões de comunicação que Hermione havia feito e demonstrava grande desprezo por todos os grifinórios, deixando isso claro quando narrou os jogos de quadribol em Enigma do Príncipe.

Não era justo ou bondoso, como supostamente seriam os lufos e gostava de fazer piadas de mau gosto. Já Tonks era, sim, bondosa, leal à Ordem da Fênix e justiceira. Porém, tinha algo que nunca foi dado como característica da Lufa-Lufa: tinha uma personalidade demasiadamente forte, tinha atitude, tanto no modo de se vestir (com seu cabelo rosa-chiclete e camiseta das Esquisitonas), de agir e de falar. Não gostava de ser chamada pelo primeiro nome, ficando furiosíssima quando apenas começavam a falar Ninfadora. Tonks mostra também muita perseverança, desejando casar com o lobisomem Remo Lupin e lutando sempre por esse amor. Lembrando que ela era muito jovem (aproximadamente 27 anos no último livro) e que assim mesmo passou no curso de formação de Aurores, que reprova muitas pessoas. Por isso, deve ser inteligente também. Morreu em batalha e deixou um filho, Teddy Lupin, que é metamorfomago como ela.

O que os lufos têm em comum, então?

O fato de não aceitarem fácil o que lhes impõem. Ninfadora teve força de sobra para conquistar Lupin e virar sua esposa depois. Justino, mesmo não acreditando em Harry, quis também aprender a se defender quando a professora Umbridge não o ensinou. Cedrico, apesar de saber que quando saísse do labirinto seria excomungado por seus colegas, quis dar o prêmio do Torneio Tribruxo a Harry.

Outros personagens da casa:

Cadwallader, Ernesto MacMillan, Pomona Sprout, Susana Bones.


SONSERINA

“Ou quem sabe a Sonserina será sua casa
E ali fará seus verdadeiros amigos;
Homens de astúcia que usam quaisquer meios
Para atingir os fins que antes colimaram”

Pedra Filosofal, pág. 105

Tive dificuldade em escolher poucos sonserinos para serem analisados aqui, pois cada um tem peculiaridades ótimas para ser dissertadas. Essa casa é popularmente vista como a casa dos “maus elementos”. Afinal, os grandes vilões da série vieram de lá: Lorde Voldemort, a família Malfoy, a família Black – menos Sirius – os Snapes, etc. Tom Servolo Riddle, o futuro Lorde das Trevas, foi diretamente escolhido para a casa e, se pensarmos bem, não porque ele é mau. Convenhamos, Voldemort é muito persistente, e “usa quaisquer meios para atingir os fins que antes colimou”. O que ele mais deseja é a vida eterna e, para concretizar esse sonho ele comete a mais terrível das atrocidades, que é matar alguém para que essa morte produza uma Horcrux, que supostamente lhe garantiria uma vida eterna.

O que fez Tom virar alguém realmente perverso foi essa fragmentação da alma em sete partes (os livros afirmavam que uma divisão apenas já seria muito). No fim da sua vida, tinha tão pouca alma que não pode ao menos sentir remorso. Outro caso muitíssimo interessante de sonserino é Severo Snape. O professor sempre foi mesquinho com Harry, dava-lhe detenção sempre que podia –e até quando Potter não merecia. Aparentemente era fiel aos Comensais mas, descobre-se no fim do livro, sua lealdade não era nem de Voldemort nem de Dumbledore: Era leal ao amor. O amor que sentia por Lílian Evans, aquele por quem era apaixonado na adolescência, mas que o rejeitou quando ele virou Comensal. Pelo amor de Lílian ele foi capaz de entregar a vida de Tiago e Harry ao seu mestre e, depois que ele a matou também, passou a vida toda cuidando do pequeno sobrevivente, garantindo que ele pudesse chegar à batalha final, tudo para que Lílian pudesse, de algum modo, perdoá-lo.

Os Malfoys também são sonserinos não tão ruins quanto parecem. Apesar de se dizerem fiéis até o fim ao Lorde das Trevas, na última batalha, quando seu mestre precisava da ajuda de todos os servos, Lúcio e Narcisa fizeram de tudo para manter Draco em segurança. A mulher, inclusive, salvou a vida de Harry, em troca da informação sobre o paradeiro de Draco. Ficamos sabendo, então, que a prioridade dos Malfoys não é seguir fervorosamente Voldemort e exterminar os sangue-ruins, mas sim manter sua família a salvo. E a pergunta fica: Ninguém da Sonserina é bom? Todos seguem Voldemort? Não. Horácio Slughorn, o Slug, foi da casa da ambição e nunca esteve ao lado dos Comensais. Pelo contrário, sempre foi muito bom e influenciava seus alunos de todas as casas a serem boas pessoas, personalidades de sucesso. Claro, sempre em troca de alguns favores.

O que os sonserinos têm em comum, então?

A óbvia perseverança, a força de vontade. Nenhum deles se dá por vencido, todos almejam ter tudo que merecem –e sempre querem mais. Voldemort quis a vida eterna, os Malfoys queriam seu filho vivo, Snape queria o amor de Lílian e Slug quer boa comida e bebida. Quem pode culpá-los?

Outros personagens da casa:

Belatriz Lestrange, Pansy Parkinson, Rodolfo Lestrange, Vicente Crabbe, Gregório Goyle, Teodoro Nott.


E então? De que casa você é?

Agora, sem estereótipos, fica até difícil se encaixar em uma casa. Ou não, dependendo da pessoa. Eu sou corvinal desde pequena – ou desde que comecei a ler Harry Potter.

Pâmela Lima faz parte do corpo de colunistas do Potterish.

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Categorias: Análises, Colunas, Livro 7, Livros 1-6, Personagens, Pâmela Lima
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Comentários
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Mik | Thursday, 24 de April de 2008

Gosteeei da análise, prova bem aquilo que o Dumbie diz lá no comecinho da série, que afinal de contas são nossas escolhas que definem quem somos, e não de que família somos, pra que Casa vamos… 8)

Gostei particularmente da análise sobre a Corvinal, porque nunca tinha pensado nesse ponto sobre a Cho e a Rowena! E Lufa-lufa tb sempre achei sempre apagadinha, coitada, e foi a única casa que não teve o Salão Comunal descrito nos livros, a JK teve que responder num chat! :|

Um personagem que acho que merecia uma coluna só pra ele é o Régulo Black! Pela descrição que o Sirius faz do irmão na Ordem, a gente acredita que ele era um covardão que quis se meter com a turma barra pesada e enfiou o rabo entre as pernas, mas pelo que descobrimos em Relíquias, ele tinha uma nobreza e coragem quase Grifinorianos! Afinal, se o Sirius diz que “morreria pelos amigos”, o que dizer de alguém que morre por um elfo doméstico e por todos aqueles que seriam salvos com a queda de Voldemort? 8O Foi pra mim um desfecho incrível para a já previsível revelação de quem é RAB, e mais ainda o Régulo é pra mim o personagem Sonserino que mais merece ser analisado, junto com o Snape, porque a JK sempre foi acusada de descrever demais os Sonserinos como um só, o que se prova no momento da guerra em Hogwarts em que não fica um pra trás pra ajudar a combater os Comensais! Belatriz talvez tenha mais a ser analisado SE formos considerar que o que ela sentia por Voldie era um amor obsessivo, e não pura obsessão, mas aí é um ponto que geraria muito debate!

E acho que me estendi demais, parabéns pela análise! :D


Euler | Thursday, 24 de April de 2008

Gostei muiiiiiito dessa análise!!! Parabéns \\o//


Gabriela | Thursday, 24 de April de 2008

Olá Pâmela. Parabéns pela excelente análise.

Confesso que nunca quis me incluir em nenhuma casa, afinal ficava sempre pensando que era muito influenciada pela Grifinória. Achei um máximo como você conseguiu se livrar dessa influência e falar a respeito de todas as 4 casas sem preconceitos ou preferências… não é sempre que conseguimos ser imparciais.

Adorei o texto e espero ver outros tão bons assim em breve.


Jonathan | Thursday, 24 de April de 2008

Bela coluna minha cara… um assunto tão elementar e que até hoje foi tão pouco abordado de forma mais analítica como foi feito aqui.. acho que nesse ponto, J.K. quis transmitir a mensagem de que não importa tanto assim o meio em que a pessoa está inserida.. e que esse meio nem sempre influi nas atitudes da pessoa… porque o ser humano não nasceu para ser padronizado e classificado em categorias.. o que prevalece no final das contas é a individualidade de cada um. Eu não sou nenhum especialista.. nem crítico.. mas acho que talvez no inicio e um pouco no meio da coluna… a colega tenha se descuidado dando algumas explicações um pouco superficiais sobre alguns assuntos, devido ao intusiasmo de ter tanta coisa a falar :D .. mas acho que não tem muito problema né, afinal somos todos leitores experientes e entendemos perfeitamente tudo o que você queria transmitir. Desculpa se acha que falei besteira ^^
no geral adorei a coluna…e acho que você vai me entender… porque afinal somos parceiros de casa :D … o lema é “sou Corvinal desde a pedra filosofal” aaiuhaiuah
Beijos ;)


Jorge Cardoso | Thursday, 24 de April de 2008

Sim, está bom. Gostei. Realmente muito interessante. Acho que nós temos um pouco de cada casa em nós (descobrimos isso principalmente ao entrarmos na faculdade e iniciarmos nossos empregos, etc). Certamente posso traduzir – em uma visão minha, concorde que gostar e discorde quem não gostar – as casas são períodos: durante nossa passagem pela escola e universidade, devemos ser corvinais, sem dúvidas; grifinórios com relação à nossas carreiras profissionais (desde a questão do nosso valor até a ética, enfim…); lufa-lufos nos cobre com relação à vida numa questão geral: não aceitarmos facilmente o que nos impõem, seja lá o que for, desde que temos em mente nosso objetivo maior, e, ainda, isso completa nosso lado sonserino, que jamais devemos deixar de lado, principalmente quando já temos certos objetivos traçados.

Parabéns à Pâmela Lima, texto muito bom e análise perfeita.


Marina | Thursday, 24 de April de 2008

muiito booa a colunaa !!
parabéns !!
no começo sempre penseii q eu era grifinóriaa, mas agora eu acho q eu tbm posso ser, talvez, corvinal !
=D


AnDRé | Thursday, 24 de April de 2008

yEah…
uMA anÁlise faNtástiCA que explOra o laDo
humAno e exepcioNAl de cada CAsA!!
toDos teMos um poco Da caDA uma..
sÃo texTos assIm q deIxa nosso unIversO potteRiano maiS gostOso de ser deGustAdo
pArabÉns! ;)


Sophye Kenn | Thursday, 24 de April de 2008

Sou Sonserina :D


Marcelo L. | Thursday, 24 de April de 2008

Parabens pela coluna! Pessoalmente acho os sonserinos indecisos em sua maioria; suas ideias sao as mesmas que as de Voldemort, mas a maioria o temem… ate o exemplo do Snape, mesmo: antes era um Comensal fiel, mas com a morte de Lilian mudou de lado…


mjuice | Thursday, 24 de April de 2008

Ótima coluna !!!!


Lili | Thursday, 24 de April de 2008

Adoreiiiii a coluna!!!!
Mto show… mostra que ninguém deve ser esteriotipada pela casa a qual pertence!!!!
Eu me encaixei na Lufa pelas características, só que há um tempo atrás fiz um teste q deu p a Corvinal, mas sou Grifinória de coração… como diz a Pâmela, “desde pequena – ou desde que comecei a ler Harry Potter.”


Pam Lima | Thursday, 24 de April de 2008

Mik: Lufa-lufa é tão pouco comentado que absolutamente ninguém está inscrito nessa casa no fórum 3Vassouras!
Tem razão, Regulus daria muito pano pra manga. Ele, Bella, Andrômeda Tonks e quase todos os Black!

Gabriela: Acredita que eu tomei cuidado até pra escrever o mesmo número de palavras sobre cada uma? E coloquei em ordem alfabética, pra não ser injusta!

Jonathan: Eu reli o texto depois que li seu comentário e vi que você tem razão. Acho que foi a euforia :P Vou melhorar isso nas próximas colunas. Obrigada pela crítica, colega de casa ^^ (“corvinal desde a pedra filosofal” o/)

Jorge Cardoso: Tem razão, ao longo do tempo nós vamos mostrando várias faces e sempre em determinadas situações nos encaixamos em uma das casas. Mas a essência costuma ser a mesma sempre, apesar do tempo e da vida :)

Marina: Eu, se não fosse tão Corvinal, seria Lufa-Lufa :D

André: Que isso, bondade sua *vermelha*

Marcelo L.: Acho que parte dos Sonserinos são covardões. Mas não sou um exemplo de coragem e não posso culpá-los :P

Muito obrigada pelos comentários! Vocês alegram meu dia :D


Pedro | Thursday, 24 de April de 2008

Eu sou corvinal desde pequeno – ou desde que comecei a ler Harry Potter. [2]

Yeeeah!
Rawenclaw’s forever..
http://www.divergenciass.blogspot.com


Camila W. | Thursday, 24 de April de 2008

Ah, muito boa a coluna! Você fez uma coisa complicada mesmo, escrever sobre as casas sem ser influênciada pela opinião do Harry, cujo ponto de vista é o que move a história na maioria das vezes.
Tenho muita curiosidade para saber em que casa eu ficaria…

Fiz um teste psicológico uma vez e deu um empate técnico entre Lufa-Lufa e Grifinória, mas por algum critério de seleção a primeira prevaleceu em primeiro lugar!

Continue escrevendo! ;)


fefa | Thursday, 24 de April de 2008

Todos os testes que eu faço da Sonserina… eu acho que eu me enquadro na característica comum dos Sonserinos que a Pamela escreveu. Corro atrás do que eu quero, mas tenho limites, procuro não prejudicar ninguém.

Muito interessante a coluna, incrivel como nunca ninguém tinha analisado as 4 casas dessa maneira.

E pelo que o pessoal citou nos comentários, Snape já fio muito descrito, praticamente virado do avesso. Eu gostaria de ver uma análise de Régulus – que pra mim tem um Q de Neville, porque sempre foi um zé ruela, mas qdo provocado respondeu a altura – e Bellatrix, que eu sempre achei completamente louca com seu amor platônico por Voldemort, sinceramente acho que ela molhava a calcinha toda vez que ele lançava um feitiço, enfim, acho que seu amor louco e obsessivo daria uma boa análise… resumindo a familia Black em si é recheada de personagens interessantíssimos, talvez até mais que os Weasleys boa-praça!!!


Thalles | Thursday, 24 de April de 2008

Acho que você devia acrescentar algo a mais no seu ALGO COMUM ENTRE GRIFINÓRIOS, porém, como minha tese pode estar totalmente errada pois há uma exceção.

Acho que os Grifinórios dariam suas vidas para salvar quem eles realmente amam (o problema é o Rabicho que seria uma exceção deslavada, mas ele tem um fundinho de compaixão naquele peito de roedor dele).


Thays | Thursday, 24 de April de 2008

HáHá! Amei! Isso é legal pra provar que lufos não são losers, são tendências(como diz o Junior-não tentem entender povo xD)

E isso já deve mostrar que eu sou lufa desde sempre \o/ :D


Alvo | Thursday, 24 de April de 2008

Acho que devo ser grifinório mesmo, pois acho que principios e a defesa de um ideal benigno é a melhor coisa que um ser humano pode ter.
A coragem é uma consequência desse desejo em fazer as coisas certas, e quando o perigo se apresenta na sua frente, você acaba sendo impelido a ir. Harry mesmo, sempre foi impelido a mostrar sua coragem, só perdia o controle quando seus amigos estavam em perigo.
Aliás essa é uma caracterisca bastante curiosa dos grifinórios: eles são muito temperamentais.


Orley | Thursday, 24 de April de 2008

“Em Ordem da Fênix, depois que o namorado morre, ela em um pequeno caso com Harry”
akele “em” seria um tem…

“Morreu em batalha e deixou um filho, Teddy Lupin, que é metamorfomago com ela.”
o “com” em negrito seria um como…

“na última batalha, quando seu mestre precisava da ajuda de todos os servos, Lucius e Narcissa fizeram de tudo para manter Draco em segurança.”
O nome dela n eh Narcisa?!

eh…
legal o texto :D
realmente muito bom Pâmela
;P


Krebs | Thursday, 24 de April de 2008

Concordo plenamente com o que foi dito de Corvinal, sobre a questão de os corvinais serem aqueles que buscam a inteligência (cada qual de sua maneira particularíssima) a qualquer preço. Quanto à Grifinória, também gostei muito, mas discordo quando você diz que Dumbledore vingou a morte da irmã ao derrotar Grindelwald. Não acho. Inconscientemente isso realmente pode ter acontecido, mas não de forma explicita, Veja bem, Dumbledore, acredito eu, derrotou Grindelwald simplesmente pelo fato de ele ser uma ameaça ao mundo bruxo e ao trouxa também (principalmente, diria até), por ele ser um ser perverso que queria subjugar àqueles que considerava inferiores, como fez Voldemort, 50 anos depois. Dumbledore derrotou Grindelwald pelo verdadeiro Bem Maior, colocou, portanto, seus sentimentos de lado. Se conseguiu pôr seu amor por ele de lado, então, como poderia se deixar envolver por vingança? Ainda mais quando ele próprio não sabia que realmente havia matado Ariana?
Discordo então quando você diz que Dumbledore derrotou Grindelwald porque ele separou sua família. Dumbledore fez isso pelo mundo, não para sentir paz interior. Quanto ao Neville e ao Peter, muito bem colocados. Acrescentaria na lista da Grifinória apenas Hermione, usando-a para fazer um contraste entre Grifinória e Corvinal. Sendo ela tão inteligente, como poderia ela estar na Grifinória, não na Corvinal? Acho que você poderia explorar muita coisa daí.
Lufa-lufa, então. Nada a declarar. Você foi muito feliz aqui. Muito boa mesmo. Adorei o que disse sobre Lufa-lufa. Sonserina… Bem, Sonserina, acho eu, merecia um pouco mais de espaço… Acho que explorar Régulo Black seria muito bom também.. Ele era da casa, mas não aceitou de maneira nenhuma o fato de Voldemort não ligar para a vida de monstro. De fato, Régulo tentou até destruir um Horcrux. Slug poderia ter sido mais explorado também. Em minha opinião ele, Régulo e Snape são os personagens que mais fazem com que Sonserina deixe de ser uma casa tão, tão ruim. Ah… Só mais uma coisa, dizer que Snape foi leal ao amor dele é verdade mesmo. Totalmente. Dizer que ele não foi fiel ao Dumbledore, aí já é outra história. Acho que Snape foi, sim, Leal ao Dumbledore. Totalmente.
No mais, digo que gostei muito da coluna. Parabéns.


Pam Lima | Thursday, 24 de April de 2008

Orley, adivinha?

Erros de digitação meus!
Ignorem. :evil:

Hehe, zoera. Vou cuidar disso.

Muitos dos personagens que vocês citaram realmente mereciam estar na coluna. Mas peraí, sou só uma colunista sem tempo no Ish :)
Vocês me deram idéia pra um milhão de colunas. Espero que ninguém as roube! Hehehe!


Jonathan | Thursday, 24 de April de 2008

estou ansioso por novas colunas ^^
é sempre bom refletir um pouco para ampliar os horizontes =]
e convenhamos q pra fazer uma coluna é preciso refletir bastante


Sabrinna | Thursday, 24 de April de 2008

Eu adorei essa análise!

Fiquei dividida agora… :|
ahuahuahuaha

Muito bom!
Gostei! :D

Faça mais colunas assim!

PS: Eu não sabia que a Tonks era da Lufa-Lufa!
Esse fato é mencionado em um dos livros? 8O


Orley | Thursday, 24 de April de 2008

Pam, de nada né… 8)

xDD

n se preocupe não, não és a única que erra
Mais eu sou beeem chato com isso :)


mimi | Thursday, 24 de April de 2008

Excelente análise!
Sou grifinória, pq escolhi. Tento agir à altura. :roll:


Henrique Scheller | Thursday, 24 de April de 2008

Parabéns…xD
Boa análise…..


..xX!gOrXx.. | Thursday, 24 de April de 2008

Grifinória eh qem manda!!!


Paula | Thursday, 24 de April de 2008

Excelente análise, mas senti falta da Herminone em sua coluna. Como uma das personagens principais, junto com o Rony, e por ela ter caracteristicas da Corvinal, ela merecia ter sua personalidade explorada um pouco. Mas vc tem razão, isso é papo pra um monte de colunas.
De qq forma, parabéns!!


Marília | Thursday, 24 de April de 2008

Ótima coluna, adorei!
Isso faz agent epensar, não é? Sempre achei a Sonserina a pior casa, horrível, por ter todos os bruxos das trevas e tals. Sim, sou daquelas que sempre apoia os mocinhos. Mas isso faz agente ver que ser da Sonserina não é apenas ser “do mal”, por assim dizer. Ser Lufano não é simplesmente não ser ninguém. Devo adimitir que sempre achei a Lufa-Lufa a casa do quem sobre. Não tem pra onde ir? Vai pra lá, é bem recebido. Bom, mas eu realmente vejo agora as vantagens de cada casa.

Sabe, apesar da minha paixão pela Grifinória, pela casa dos meus heróis e do amor de minha vida (O Rony xDD) eu tenho q adimitir que sempre fui Corvinal. Ta aí, uso mais o cérebro, a inteligencia. Não sou corajosa. Fazer o que? Apesar da Cho, ainda acho uma boa casa ^^


rafaelll | Thursday, 24 de April de 2008

pensa de forma obtusa aquele que acha que para a lufa-lufa vão os inuteis, os bobos, que nao se encaixam em nenhuma outra casa, enfim, que la é a casa do resto

acho a lufa-lufa uma casa mto nobre, que cultiva valores que mta gente hj precisaria ter, como a amizade, honestidade, JUSTIÇA

já pertenci à corvinal, sonserina, mas so descobri minha verdadeira casa ha cerca de um ano atras, que é a lufa-lufa


Julia | Friday, 25 de April de 2008

Eu sempre fui uma super defensora da Corvinal e da Lufa-lufa qdo diziam q elas não tinha importância. E pra levantar argumentos, eu fazia uma análise parecida com a sua, tentando encontrar o grd pto em comum, o q realmente move alguém para a casa, além, claro, das nossas escolhas.

Se me permite, gostaria de fazer umas ressalvas:
- “Luna não tem nem uma gota de racionalidade”: um tanto exagerado vc dizer isso. Pq, se para nós ela simplesmente parece maluca, para ela há alguma razão. E o Harry não é o tipo q dissecaria uma coisa assim, então a gnt fica meio no vácuo. Mas não dá pra dizer q não existe “racionalidade” na Luna.
- Perfeita a definição de Corvinal, ao meu ver. Qdo mais nova, eu acharia q era aí q eu me encaixava, mas eu, certamente, na minha superficialidade de conhecimento sobre mim msm, estava ignorando o lado mais forte q me guia…
-… q entra na Grifinória e q vc deixou um pouco no vácuo. Pq “limites” e “princípios” não é bem uma boa definição. Talvez principios, sim, de uma maneira mais dissecada. Digamos q a ultima decisão, a categorica, é sempre o coração. O coração q te faz sentir culpado, o coração q t dá aquele instinto de q isso é o certo. Se vc olhar por essa pespectiva, tds os grifinórios se encaixam. Desde a Hermione, q já foi tratada brilhantemente numa outra coluna, até o Peter.
- E, com isso, vc me diz: ah, e aqueles q teriam se “guiado pelo coração” no final, como o Snape e o Regulus? É fato, q na época em q foram selecionados, não era essa a essência deles. Já diz Dumbledore q os alunos são “selecionados mto cedo”.
- Alguém tbm poderia dizer q assim ficaria difícil distinguir o Lufano do grinfinório algumas vezes, de acordo com a sua análise daqueles e a minha destes. Mas nunca tinha olhado os lufanos com alguém q não aceita q lhe imponham alguma coisa, bem argumentado por vc e q eu posso considerar agora, mas tbm há algo nos lufanos q aparentemente tds têm, e q eu montei mentalmente com base na questão da lealdade: se eles se comprometem, eles cumprem. Não é perseverança exatamente, é só um senso de compromisso, não imposto, óbvio, é um compromisso mais com eles msms, de ser tal, por tal coisa, uma coerência. É uma essência de verdade consigo msm. E, lógico, msm qm não se encaixa em nada nas 4, vai para a Lufa-lufa, pq Helga assim quis, em sua benevolência eterna, sua verdade sempre coerente.


Julia | Friday, 25 de April de 2008

Acabo de verificar, aliás, q a brilhante coluna sobre a Hermione foi sua!
Mais uma vez, portanto, parabéns!


TiAgO-Potter | Friday, 25 de April de 2008

Parabéns pela coluna. Achar um ponto em comum entre personagens tão variadas deve ter dado um pouco de trabalho. Essa questão das casas é uma coisa que me intriga bastante. Eu penso q é injusto e até um tanto preconceituoso os alunos serem divididos em casas, e eu acho que a própria J.K. disse isso em alguma entrevista. É como estereotipar os alunos, não é? E além disso, acaba separando-os, criando inimizades e, bem, ao mesmo tempo, criando amizades. E quando vc para pra analisar, existe pouca coisa em comum entre pessoas de uma mesma casa. A Hermione, por exemplo, é a mais inteligente da sua casa, e teria, na minha opinião, qualidades para estar na Corvinal, pois afinal, não existem pessoas corajosas na Corvinal tbm? Entende o q eu digo? Simplesment não faz sentido separar as pessoas em casas e pressupor q elas sejam iguais ou q não mostrem características das outras casas. Gostei da coluna sim, mas diria pra vc revisar alguns erros na escrita. D qqr modo, está mto boa. À propósito, eu sou da Grifinória.


Henri | Friday, 25 de April de 2008

ótima coluna… Finalmente alguém que entende a Lufa-lufa como eu! Desde que me perguntaram pela 1° vez de que casa eu era – e olha que isso já faz, no mínimo, uns sete anos – sempre disse que era um ”Lufa-Lufa”, e sempre fui sacaneado por isso.
Todos viam já com o esteriótipo de ”idiotas” ou ”lerdos”, que sinceramente nunca aceitava – chegando a me revoltaruma vez quando os gêmeos Weasley disseram que o Cedrico (”um Lufa-Lufa) era burro de mais para formar uma frase (acho que foi em PdA).
Obrigado por expressar em palavras tudo o que sentia em palavras e que nunca conseguia dizer!


Karla | Friday, 25 de April de 2008

Corvinal é quem manda xD
Cra eu realmente tava na dúvida de qual casa eu seria, mas agora deu pra reparar


Karla | Friday, 25 de April de 2008

Corvinal é quem manda xD
Cra eu realmente tava na dúvida de qual casa eu seria, mas agora deu pra reparar que eu realmente sou da Corvinal, afinal, nem todos são racionais xD


Nyx Malfoy | Friday, 25 de April de 2008

Gostei muito da coluna, mas vou ser Sly sempre. :D
Sarcasmo faz parte da minha vida, mas o comentário da família Black foi bom, mas vamos ser sinceros, Sirius tem no sangue algo Sly…
os Slys não são maus, eles apenas lutam pelo o que querem, tipo, Narcissa slavou Harry pensando no bem para o filho, se não fosse isso ela poderia não ter feito nada, mas ela foi contra o Lord e isso é bom.

Sly erver!! :mrgreen:


| Friday, 25 de April de 2008

Otima coluna *–*


Natália | Friday, 25 de April de 2008

Pâmela, estou amando as suas colunas! =)

Espero ler mais e mais textos seus, sempre com essa análise imparcial, mas mostrando sempre esse sentimento potteriano! ^^

Desde q conheci a Luna, fiquei na dúvida de que casa realmente queria ser…

Mas continuo com a Grifonória: poltronas disputadas no salão comunal, quadro da mulher gorda e sempre um coloega Weasley de quarto! :D


Sra_Grint | Friday, 25 de April de 2008

ótima análise, parabéns!


Giselle di Launnblecc | Friday, 25 de April de 2008

Achei sua coluna muito bem escrita e bem estruturada. Linda!
Meus Parabéns vc colocou as questões com clareza e as respondeu de modo admirável.


Fer | Friday, 25 de April de 2008

Também amei a coluna! E com toda a certeza sempre fui grifinória!! Não tem jeito! É A MINHA CASA!!! Se tivesse q escolher outra seria a Lufa-Lufa. Sempre senti empatia pela ksa e pelos pesonagens q pertenciam à ela…
E a Sonserina com certeza me interessa! Essa coisa meio “rebelde” …
Não q não goste da Corvinal…mas…sei lá…essa coisa da sabedoria…de os alunos serem tãooo inteligentes, aplicados…como no 7º livro, na cena em q o Harry e a Luna precisam entrar na sala comunal da Corvinal e a Luna acerta a charada…Meuuuu!!! Fiquei estupefata naquela parte! Então, pra entrarem dentro da sala comunal eles sempre tinham q desvendar a charada?!??!! Fala séééériooooo! Eu ia ficar de fora diretoooo! E…me pareceu meio…sacana…(sorry corvinais…)tipo, “errou? então vai ficar de fora.!”

Mas a “aura”, o espírito grifinório, SEMPRE me cativaram! Essa coisa emocionante d defender os amigos, arranjar coragem nas horas mais difíceis, a cooisa brincalhona…sei lá…! Acho tãoo lindo! Mas respeito todas! Completamente!

E só pra esclarecer: não q eu NÃO GOSTE da Corvinal!!! Nãooooo! Só não daria certo fazendo parte dela por motivos, uhmmm, digamos…ideológicos…infelizmente, por uma questão de personalidade, tendo à levar mais em conta os princípios e índoles à sabedoria, ciência, conhecimento… . Até porque tenho umas mágoas provenientes de certos traumas escolares…hahahahha…tipo a física e a matemática que sempre me dão trabalho. Mas falei demais…


Jenifer | Friday, 25 de April de 2008

Eu AMEI a análise. Perfeita! O que mais gostei é que mostrou que os Lufos não são os bobões ou bonzinhos, e que eles tem personalidade forte!
É isso aí, Viva a Lufa-Lufa!


Lu Potter | Friday, 25 de April de 2008

Não li todos os comentários, mas sinto que posso concordar com a maioria deles: a coluna tá EXCELENTE!!!!!!! Amei o modo como você abordou as características de cada casa, mostrando virtudes e defeitos, expondo que nem todo mundo é totalmente, exatamente de um jeito só, mas que, mesmo que caiamos em tentação ou fraquejemos de alguma forma, é o que está bem escondidinho lá dentro de nós e que ainda não tinhamos descoberto que vem à tona, mais cedo ou mais tarde. Pelo menos, foi isso que eu entendi, por exemplo, quando você tratou de Dumbledore e dos Malfoy…

Outra coisa que eu achei muito legal foi que vimos a Sonserina não como a casa dos “maus”, mas a casa dos “determinados”. Não que eu sempre tivesse pensado que nessa casa só tinha “malandro”, de uns tempos pra cá eu tenho observado melhor os sonserinos e reparei que, às vezes, eles podem nos ensinar algumas coisas, como força de vontade e ousadia……….
Mas de qualquer forma, não sou Sonserina nem Grifinória, porque se tem 2 coisinhas que não fazem parte da minha personalidade (e isso é muito ruim!) são determinação e coragem. :cry:
Na verdade, eu já fiz um bocado de testes e praticamente todos deram Corvinal. É uma casa que eu gosto, mas acho que eu me encaixaria melhor na Lufa-Lufa, onde as pessoas são “justas e leais”. ;) :D


Mr. Luan | Friday, 25 de April de 2008

Bom, como sempre ótima coluna…
Nunca percebi exatamente a qual casa pertenço, tenho características de todas e são praticamente equivalentes…
Tenho a mente alerta e a busca obsessiva por conhecimento…
A perseverança “a qualquer custo”…
A resistência às situações impostas…
E os limites morais e éticos intransponíveis…
Após escrever isso, acho que eu pertenço a Corvinal(?).
Bom uma coisa é certa, eu pertenço a Hogwarts…
Preciso do chapéu!
Pâmela, continue com essas colunas maravilhosas…
:D


Pedro Henrique Freitas | Friday, 25 de April de 2008

Coluna muito bem feita, argumentação consistente!
Nos fez refletir, analisar e enxergar pontos que nunca tínhamos observado!
Parabéns mesmo!
Adorei.


Francine. | Saturday, 26 de April de 2008

Acabei de perceber que eu sou uma Corvinal.

Ótima coluna, pâmela!


Mariana Peretti Gomes | Saturday, 26 de April de 2008

Parabéns!! Ótima coluna essa….usou um assunto muito legal mesmo! :D
BjO! Parabéns


Mariana Peretti Gomes | Saturday, 26 de April de 2008

Tenho um pouco da Corvinal, um pouco da Lufa-Lufa e um pouco da Sonserina… :o viiixi!


Lawrence | Saturday, 26 de April de 2008

Achei muito interessante essa coluna! Nos faz pensar e olhar com outros olhos e rever a história! Bem legal! Nunca tinha olhado por esse ângulo! Parabens Pâmela! Acho que sou SONSERINA por querer ser sempre o melhor e almejar tudo do bom e do melhor! Abração gente! :D


RB Gassen | Saturday, 26 de April de 2008

Muito boa coluna mesmo, principalmente a parte da sonserina…

abração pessoal do ish! 8)


LuiZ | Saturday, 26 de April de 2008

Gostei bastante mesmo da parte que falava da Sonserina. Antes eu odiava a casa, agora do ponto que você colocou é uma casa até legal. Dependendo da pessoa, é claro. xD

Gostei tb da análise da Lufa-lufa. Você mostrou que essa não é a casa do idiotas e dos bobinhos. Tenho que admitir que sempre simpatizei muito com a Lufa-lufa. =)


Victourie W. | Saturday, 26 de April de 2008

Parabéns!!!!\o\ \o/ /o/ Amei a coluna! Principalmente sobre o Neville, eu adoro aqele garoto! :D

[a ultima decisão, a categórica, é sempre o coração. O coração q te faz sentir culpado, o coração q t dá aquele instinto de q isso é o certo.]
8O:|:):D
Luisa, vc me fez escolher definitivamente a minha casa. Eu era meio dividida entre Griffos e Verdinhos, *absurdo :oops: *, principalmente por culpa dos Sonserinos Regulo e Snape. :roll:
Mas agora, Sou mais Griffinória!!!!(Q emoção) :cry:


Arthur | Saturday, 26 de April de 2008

adorei a análise, mostrou oq sao os “valores” de cada casa, e nao oque a maioria pensa
achei meio equivocada sua analise sobre a Cho
ela foi sim leal, porém foi leal a sua amiga
lealdade nem eh sempre estar do lado certo, e sim do que vc acredita no momento
nao a vejo como uma “vilã”
adoooorei messmo !
parabens


Diego | Saturday, 26 de April de 2008

Muito boa análise, em todos os sentidos. Mas só fico intrigado que tanto livros quanto filmes, enfatizaram mais as casas Sonserina e Grifinória, como dito antes, deixando as outras “apagadas”. Sou Lufo com muito orgulho e fico triste por não darem uma “aparição” melhor à minha casa.


Victourie W. | Saturday, 26 de April de 2008

:oops: :oops: :oops: :oops: :oops: :oops: :oops:
Aí Julia me desculpe, é JULIA aí em cima!!!!
:oops: :oops: :oops: :oops: :oops: :oops: :oops:
Não me leve a mal eu tenho um sério problema com nomes….


Lucienne Machado | Sunday, 27 de April de 2008

Ficou muito boa analise Pamela!!!! :D
Só não sei mais em que casa ficar ..hehehhehhe
gostei muito mesmo da coluna, sua analise ficou bem feita
BJO :)


Cyntia Weasley | Sunday, 27 de April de 2008

Muito boa a coluna! Finalmente alguém tratando as casas de Hogwarts sem estereotipos. Eu nem sei em q casa me encaixaria, tenho um pouco de todas, mas o Chapéu Seletor provavelmente consideraria me mandar pra Corvinal ou Lufa-Lufa.


Gabriela C.; | Sunday, 27 de April de 2008

Mais uma coluna brilhante Pam, parabéns!
Eu sou um meio-termo entre os grifinórios e os sonserinos… Tudo bem que são minhas casas favoritas, mas mesmo assim. ;)
E ah, pode ter certeza que todo o seu esforço para ser imparcial valeu a pena, viu? ;**

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estou ansiosa por novas colunas ^^
é sempre bom refletir um pouco para ampliar os horizontes =]
e convenhamos q pra fazer uma coluna é preciso refletir bastante [2]


Ana | Sunday, 27 de April de 2008

Adorei a coluna! Foi uma análise bem feita, consciente, mostrando tudo que eu também sempre pensei: não podemos generalizar, afinal existem muitas contradições entre personalidades de personagens e suas respectivas casas. Eu a cada dia que passa, me convenço que sempre fui, sou, e sempre serei Lufana. :)

Beijos.


Anonymous | Monday, 28 de April de 2008

ta de parabens otima a coluna
um assunto q todos sempre conversaram mto supercialmente, e vendo ele aprofundado assim abre mto nossa visao sobre as 4 casas

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estou ansiosa por novas colunas ^^
é sempre bom refletir um pouco para ampliar os horizontes =]
e convenhamos q pra fazer uma coluna é preciso refletir bastante [3 ]
;)


Ruffus | Monday, 28 de April de 2008

Adorei. :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D 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