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Harry Potter inglês ou brasileiro?
//Por Editor de resenhas - Tuesday, 27 de May de 2008 às 19:15

Você leu Harry Potter em português or in English, m’dear? A estréia de Bruna Moreno, tradutora tarimbada do Potterish in English, é exatamente sobre o díficil processo de pular duma língua pra outra, mantendo o garbo original das personagens.
A responsabilidade de traduzir para o português uma obra como a de Rowling, cheia das invenções verbais e fusões hilárias, coube à senhora Lia Wyler. Amada por uns, odiada por outros, ela agora ganha um motivo para sorrir: sim, tradução não é um copy-paste de palavrinhas do dicionário – Bruna nos mostra como a coisa é muito mais árdua. Deixe seus comentários para iluminar ainda mais esta quente questão. O texto completo, você lê aqui.


por Bruna Moreno

Lembro-me perfeitamente bem da primeira vez em que pus as mãos em um “Harry Potter” britânico. Era 2003, ano especial por marcar o lançamento do quinto livro — obviamente, primeiro em inglês. Ah, na época eu já era uma louca fã incondicional, jamais poderia suportar outros seis meses a mais para ler a versão brasileira. Era tortura! Respirei fundo e fiz jus ao meu curso de inglês. Consegui os quatro primeiros e jurei terminá-los antes do dia esperado.

Qual já não foi minha surpresa logo nas primeiras páginas, quando vi o Duda mimado se transformar em um estranho Dudley, o Tio Válter mal-humorado ser um Uncle Vernon mal-humorado e aquele aparelhinho mágico que sugava as luzes dos postes, o tal do “apagueiro”, virar um deluminator sem nenhuma semelhança lexical com a tradução do português brasileiro. Pois é. Essas são só algumas das mudanças (que variam entre sutis e muito radicais, derivações e neologismos) que eu enfrentei durante o desafio proposto a mim mesma, e que, aliás, são frutos de muitas discussões pela internet.

Há quem odeie Lia Wyler com todas as suas forças, e há quem leia suas traduções sem ao menos saber seu nome. Pois, sim, eu particularmente não acredito que quem tenha condições (tanto oportunas quanto relativas ao conhecimento da língua estrangeira em questão) de ler uma obra na língua original prefira a traduzida, ao mesmo tempo em que quem não as tenha saiba identificar os defeitos da tradução. A senhora Wyler – doutora em Tradução pela Universidade de São Paulo – já segue a carreira há muitos anos e certamente sabe dos aspectos do público leitor do país: há quem leia traduções, e há quem as deteste.

Até a época em questão, eu me encaixava muito bem no primeiro grupo de pessoas. Depois de ter podido comparar as duas versões, era aliada ao segundo. Hoje, depois de ter passado a acompanhar a saga somente em inglês até seu fatídico final, digo que pretendo abrir uma nova comunidade: a dos defensores dos tradutores.

E não é porque sou considerada suspeita para falar, não! Traduzir uma obra literária é um trabalho complexo, uma arte. Afinal, um texto não é só um monte de palavras jogadas: elas são unidas de forma elegante e significativa, de forma a transmitir imagens, pensamentos e emoções. Um romance não é a mesma coisa que um manual de uma máquina de lavar roupa; suas intenções são diferentes, seus sentimentos são diferentes e o modo como devem ser lidos é diferente. Portanto, não se pode esperar que a tradução de um romance seja feita do mesmo modo que a do manual de uma máquina de lavar roupa – não basta somente que haja a correspondência de palavras entre as línguas (simples motivo que me leva a repudiar as traduções amadoras divulgadas vastamente na internet, à época do Deathly Hallows); espera-se as mesmas sensações, as mesmas idéias, a mesma espontaneidade — ou melhor, fica-se esperando, na verdade.

Uma história ficcional sai de dentro de seu criador, de modo a fazer parte dele, deixar de ser somente criatura; será reflexo de um período, de uma sociedade e de um indivíduo-escritor. Sua tradução virá também de um segundo indivíduo-escritor, o tradutor, que inevitavelmente espelhará, nas palavras do outro, suas próprias (diferente do que acontece com as instruções da máquina de lavar, que não passam das próprias instruções: uma guia atemporal de ninguém para qualquer um). Cada tradução é tão única quanto o texto original.
Nestes parâmetros, o que é uma boa tradução?

Para responder isso, vamos primeiro observar os três pontos mais controversos do “Harry Potter” brasileiro, e depois partiremos do vago princípio que rege a vida: tudo é relativo e justificável.


1)
O primeiro ponto, e que sempre me incomodou mais do que qualquer outra coisa referente a este assunto, são os nomes próprios. Os mais gritantes (o Dudley que virou Duda, o Vernon que virou Válter, o James que virou Tiago, o Bill [carinhoso para William] que virou Gui [para Guilherme], o Kingsley que virou Quim, a Lavender que virou Lilá, o Lee que virou Lino, o Marvolo que virou Servolo) e os mais parecidos (a Lily que virou Lílian, a Bellatrix que virou Belatriz, o Peter que virou Pedro, o Ron que virou Rony, a Ginny que virou Gina, o Charlie que virou Carlinhos, a Nymphadora que virou Ninfadora, o George que virou Jorge) rodeiam o grupo mais desconfortante dos que tiveram seus “us” finais cortados: Albus (Alvo), Severus (Severo), Remus (Remo), Rubeus (Rúbeo), Lucius (Lúcio), Cornelius (Cornélio), Mundungus (Mundungo), Rufus (Rufo), Regulus (Régulo), Xenophilius (Xenofilio), Argus (Argo), Dedalus (Dédalo), Scorpius (Escórpio) — só para citar a listinha que eu sempre carrego no bolso. Talvez alguns deles sejam realmente justificáveis, como Kinsgley ser meio difícil de se pronunciar, ou o Tiago que realmente corresponde a James e, obviamente, o Servolo criado para se manter o jogo de palavras de Tom Riddle (felizmente inalterado) no segundo livro. O resto, no entanto, são só referências latinas perdidas em aportuguesamentos sem-sentido – oras, por que raios Remus Lupin teve de virar o feio Remo Lupin, e o ridículo Scorpius Malfoy se transformar no (ainda mais) ridículo Escórpio?!

(Neste tópico, chega até ser engraçado notar como o Sirius Black se manteve original. A primeira vez que seu nome foi mencionado na série, como todos sabem, foi logo do primeiro capítulo d’”A Pedra Filosofal”, quando Hagrid conta a Dumbledore que “o jovem Sirius” tinha lhe emprestado a moto voadora. Muito possivelmente a tradutora não achou que o personagem teria tanta importância na trama posteriormente, e resolveu deixá-lo do mesmo jeito esquisito com que tinha aparecido. Outra possibilidade é a de que Sírio Black seria absurdo demais para ser no mínimo considerado).

Muito infelizmente, as referências não se perderam somente nos nomes de personagens. Hogwarts e Hogsmeade faziam um lindo trio com o bar de Aberforth Dumbledore, o Hog’s Head, traduzido literalmente como “Cabeça de Javali”. Eu considero uma pena que a senhora Wyler não tenha mantido o nome original (porque, obviamente, chamar o castelo de “Verruga de Javali” e o vilarejo de “Campina de Javali” já é totalmente desconsiderável) tão tarde na série.

Outra mudança lamentável – porém aparentemente incontornável — é a dos nomes das provas que os estudantes enfrentam em seus quintos e sétimos anos. Os O.W.Ls e os N.E.W.T.s (brincadeira com as palavras “coruja” e “salamandra”, respectivamente) perdem o tom mágico ao serem chamados de N.O.M.s e N.I.E.M.s, siglas do significado literal. Que pena, novamente…


2)
O universo de Jo Rowling é fantástico, no sentido mais fictício da palavra. Quem já leu “O mundo mágico de Harry Potter” de David Colbert certamente sabe da habilidade que a nossa querida escritora tem de moldar lendas e mitos (principalmente os europeus) dentro do mundo bruxo. Ali, as vassouras são usadas como meio de transporte, unicórnios são sagrados, dragões tem de ser domados, corujas enviam cartas, varinhas são feitas de madeira especial e as poções levam ingredientes inusitados.

Os goblins, por exemplo, do banco de Gringotts (Gringotes, em português, por uma simples questão fonética), criaturas rabugentas e desconfiadas que lidam com metais e mineração, pertencem a muitas histórias folclóricas. Lia Wyler optou por chamá-los de “duendes”, nome seguramente mais conhecido no Brasil do que o original – no entanto, tal mudança distorce o mito intencionado porque, na realidade, duendes são muito diferentes de goblins. Os primeiros são brincalhões (talvez mais parecidos com o que Lia chamou de “diabrete da Cornualha”, no segundo livro), enquanto os segundos são sérios e trabalhadores.

E o trasgo que Quirrell solta no Dia das Bruxas? O que é um trasgo? O meu dicionário Aurélio define que este substantivo masculino é “uma aparição fantástica; diabrete; duende”, o que visivelmente não tem NADA a ver com a lenda européia dos trolls (palavra original), seres muito burros, violentos e mal-cheirosos (repetição desnecessária para quem já leu Tolkien ou Eoin Colfer).

O vampiro que se passa por Ron no sétimo livro também, na verdade, não é um vampiro (o que não é realmente difícil de se acreditar, visto que nossas histórias vampirescas certamente não os tratam como criaturas viscosas que só gemem e babam) e sim um ghoul, demônio que se alimenta de cadáveres (agora, talvez a descrição se encaixe melhor ao nome).

Também existem muitas palavras criadas: Quidditch (Quadribol), Thestrals (testrálios), Dementor (dementador), Blast-Ended Skrewt (explosivim), Nargles (nargulés), Merpeople (sereianos), to apparate/ disapparate (aparatar [cujo significado é "enfeitar", em português]/ desaparatar), além de muitas outras modificadas por força maior de leitura (para confirmações, consultar “Animais Fantásticos e Onde Habitam” em português).


3)
Por fim, a parte do trabalho de Lia Wyler que mais preocupou fãs nos últimos meses antes do lançamento d’”As Relíquias da Morte: o título dos livros. Particularmente, acho que somente três deles são discutíveis (não gostaria de entrar no debate Philopher’s Stone versus Sorcerer’s Stone).

Inicialmente, daremos conta do segundo livro. Quando Hermione Granger levanta a mão durante a aula de História da Magia, no capítulo nove, ela quer saber sobre a lenda da Chamber Of Secrets, literalmente “Câmara dos Segredos”, traduzido como “Câmara Secreta”. Sim, não se pode contestar que o lugar criado por Slytherin tenha sido realmente secreto (senão, poderia ter sido achado antes); todavia, também não se pode negar que o nome em inglês faz alusão aos mistérios selados na câmara, seus segredos, e não a sua localização. Distorção semântica.

O próximo livro problemático, o sexto, já me até foi motivo de bronca. Em inglês, The Half-Blood Prince faz um jogo muito divertido com a palavra Prince, primeiramente entendida como “príncipe”, e depois como um sobrenome (um comentário à parte, às vezes eu gosto de pensar que o título é, na realidade, “Harry Potter e Severus Snape”). O trocadilho, porém, não pôde se manter na versão brasileira (acredito que “Eileen Príncipe” acabaria com a surpresa do final — e, decididamente, um nome assim seria deveras estranho). Talvez por isso (e porque, convenhamos, na verdade a participação do Príncipe Mestiço, o Snape da época escolar, é praticamente um detalhe no enredo) a tradutora tenha escolhido mudar o título para “O Enigma do Príncipe”. Uma saída até que boa, mas que não impede que meus dedos digitem “Harry Potter e o Príncipe Mestiço” sempre que eu me refiro ao sexto livro (eis o motivo da bronca…).

Por último, a saída da senhora Wyler para Deathly Hallows, para mim, foi simplesmente brilhante. O título brasileiro, “As Relíquias da Morte” dá um duplo-sentido que não existe na versão inglesa: um primeiro em que depreende que as relíquias são mortais, e um segundo que dá a entender que elas pertencem à Morte – o que, aliás, é muito mais próximo ao enredo do que o original pôde alcançar.

Talvez estas sejam as questões mais polêmicas em torno da tradução oficial. E serão elas contornáveis, aceitáveis?

Como eu mesma disse nesta coluna, o principal objetivo de um tradutor é o de tentar criar uma nova versão em língua estrangeira tão natural quanto a original, capaz de passar as mesmas emoções, as mesmas imagens, continuar surpreendendo o público como da primeira vez em que veio ao mundo. Em relação ao público brasileiro, não se pode ter dúvidas de que a série Harry Potter conseguiu alcançar tanto a mágica literal quanto a abstrata. Caso contrário, certamente o contingente de fãs brasileiros do nosso herói seria consideravelmente menor. Mas não: são muitas as pessoas que leram e releram os livros em português, aguardaram ansiosas os lançamentos no país, passaram longe das traduções amadoras na internet e, assim como eu, se encantaram pela primeira vez com a história através da língua portuguesa.

Ao mesmo tempo em que foi capaz de mantê-lo, Wyler ainda conseguiu criar um novo Harry Potter (“cada tradução é tão única quanto o texto original”), um Harry Potter brasileiro. Pois sim, suas mudanças, muitas vezes drásticas, são justificáveis a partir da consideração de um público leitor que não dominasse a língua inglesa e fosse infanto-juvenil (eu sei e concordo, como muitos fãs, que esta classificação é terrivelmente errada em muitos sentidos; no entanto, é fato que Lia Wyler pôs as mãos primeiro n’”A Pedra Filosofal”, e não n’”As Relíquias da Morte”, dois livros extremamente diferentes um do outro, e que ela, assim como os editores, jamais poderia saber quão “adulta” se tornaria posteriormente). Ora, ela conseguiu muito bem criar um livro agradável e de fácil leitura para uma população que, definitivamente, prefere chamar dungbombs de “bombas de bosta”, e não “bombas de esterco”.

(O único ponto a que talvez eu ainda seja irredutível é em relação aos nomes próprios — os elegantes Severus, Remus, Albus e Lucius — modificados de forma cruel e sem motivo aparente).

Então, quando voltamos à pergunta proposta — “O que é uma boa tradução?” —, não posso pestanejar para dizer logo: Harry Potter. Talvez ela incomode aos conhecedores da língua inglesa — mas a eles, só posso dizer para irem ler os originais. O Harry Potter britânico sem dúvidas reserva muitos prazeres para aqueles que gostam de referências histórias e jogos de palavras; mas o Harry Potter brasileiro, com o toque especial da nossa língua (pois eu duvido que qualquer leitor fosse ficar feliz ao se deparar com um Blast-Ended Skrewt no meio da aula de Trato das Criaturas Mágicas!), consegue manter a magia da história e dos neologismos, e não se deixa ficar para trás.

Crianças, jovens ou adultos — ingleses, americanos, brasileiros, espanhóis, japoneses, indianos! — são todos bem-vindos ao mundo de Harry Potter.


Bruna Moreno era tradutora do Potterish e passa a ser agora, também, escritora do staff.

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Categorias: Análises, Bruna Moreno, Colunas, J. K. Rowling, Livro 7, Livros 1-6
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Comentários
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Lari | Tuesday, 27 de May de 2008

Muito bom o texto, parabéns Bruna! :D


Henrique Scheller | Tuesday, 27 de May de 2008

Eu sempre escutei, “A Lia não sabe traduzir”,
mas sempre achei que as traduções dela boas, só na parte dos nomes que eu achei que deveria ter mantido os originais.
Muito bom Bruna…xD


Márcia | Tuesday, 27 de May de 2008

Muito boa matéria,como não sei ler em inglês
tenho que me contentar;
mas os nomes William e Guilherme significam a mesma coisa pois vem da mesma raiz.
o nome do EDP foi escolhido com ajuda da própria JKR pq na época a Rocco ficou na dúvida( a JK conhece português por causa do 1º marido).
Boa sorte Bruna!!!!!!! :D


Marcelo L. | Tuesday, 27 de May de 2008

Creio que a Lia sabe traduzir sim – embora seja muito dificil ela passar tudo o que a JK escreve para o portugues. O unico pecado dela e a trduçao dos nomes – poderia deixar como a JK os criou!
:D


Hugo | Tuesday, 27 de May de 2008

Acho a tradução da Wyler muito boa! Não é por acaso que a versão brasileira do livro é considerada umas das melhores existentes. Já tive a oportuniade de assistir uma palestra dela e ter sua ajuda para fazer minha monografia da faculdade (sou formado em Tradução). Sempre lí as duas versões dos livros, leio primeiro em inglês e depois em português apenas para ver as saídas extraordinárias que a Wyler tem para o português! Muito bom, mesmo! As pessoas que criticam nossa tradutora, deveriam dar graças a Deus que ela traduziu pra gente! rs =D


Camila W. | Tuesday, 27 de May de 2008

Parabéns pela coluna, Bruna!
Esse assunto é polêmico pacas…

Comecei a dar real valor à tradução da Lia quando li DH…
Traduzir é mesmo uma arte! Ela mandou muito bem…

Mas o que faz doer meu coração quando leio as edições em portugues é mesmo a tradução dos nomes…
E algumas palavras, é claro… A Varinha das Varinhas ficou tão… sem graça! O nome original é tão cool… Fazer o quê?!
Ah, ainda me pergunto de onde ela tirou o “Bichento”… :evil:

Well, colocando tudo na balança, o saldo da Lia é positivo! Eu me apaixonei por Harry e seu mundo fantástico lendo a tradução dela, seria idiotice minha cuspir no prato agora… :roll:

Seja bem vinda e continue escrevendo!! XD


Lívia | Tuesday, 27 de May de 2008

Eu só não simpatizo com algumas traduções de nomes (ainda não consegui engolir “Gerardo” e “Escorpio” :? ), com a exceção de “Bichento”, que eu achei uma saída muito boa para “Crookshanks”!
Fora isso, não tenho do que reclamar das adaptações de Lia, que, segundo Hugo, são realmente fantásticas! :D


Paracelsus | Tuesday, 27 de May de 2008

Vamos por tópicos:

-Adorei seu modo claro e direto de escrever!

-Sempre amei a tradução da Lia Wyler, mas como um bom fã que se preze houve coisas que eu sempre discordo, o que não vem ao caso.

-Ah, eu não sabia o que significava o ”warts” de Hogwarts! Obrigado por esclarecer! Bem, melhor Hogwarts que Poudllard do francês.

-Porque ficas tão brava com o ‘abrasileiramento’ dos nomes próprios? Tá um tom melhor, o que nos diferencia com a tradução, digamos insignificante, de Portugal.

-Achei fantástico a tradução do “Deathly Hallows”! A propósito, foi o primeiro britânico que eu leio e admito que fiquei encabulado com o “ghoul”.


Lívia | Tuesday, 27 de May de 2008

Camila W., “Bichento” é uma palavra regional, usada no Ceará para definir o indivíduo de pernas tortas, por isso acho que combina tanto com o personagem.
Além disso, a palavra tem uma sonoridade semelhante a “bichano”.
;)


Lukas | Tuesday, 27 de May de 2008

muito legal o texto…

mas tem uma coisa o título de “Relíquias da Morte” não se deve a Lia Wyler e sim a J.K.. Na época do lançamento, muitos tradutores estavam ja dando uma prévia de como seria os títulos em seus países e a Lia sugeriu “Insígnias Mortais”, muita gente reclamou, mas ai veio a J.K. e lançou um título internacional “Harry Potter and the Relics of Death”…Traduzindo…”Harry Potter e as Relíquias da Morte”.


Paracelsus | Tuesday, 27 de May de 2008

Olhando o que a Camila e a Lívia colocaram, eu concordo em partes:

Eu não suporto Gerardo e nem Varinha das Varinhas! Isso não entra na minha cabeça!


Isadora | Tuesday, 27 de May de 2008

Muito legal a coluna! Mudou mesmo minha visão sobre os livros brasileiros.

Enfim…

Ela pecou mesmo nos nomes prórios… E MUITO! (Não só nos que terminariam com “U’s”)
Mas quanto as outras traduções, eu acho a maioria aceitável, apesar de estrilar um pouco ao ler “Varinha das Varinhas”.


jack | Tuesday, 27 de May de 2008

Primeiro, Parabéns Bruna! Achei a leitura realmente esclarecedora. Mas quanto aos nomes, acho que ela sabe o que fez, quis deixar os mesmos mais tipicamemte brasileiros, afinal de contas, o livro é infanto -juvenil (pelos menos o primeiro ^^). Alguns nomes eu fiquei sabendo mais tarde das modificações, mas não me abalou muito.
Não conheço os livros em inglês, pois, não domino a língua, mas acredito que sejam bons, assim como os traduzidos.
É uma arte traduzir, porque ela é a segunda escritora, NOSSA segunda escritora. Fez o trabalho dela e acredito que muito bem.
Boa sorte como escritora do staff. ;)


Mjuice | Tuesday, 27 de May de 2008

Na minha edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal (que é a primeira) ,Draco é chamado o livro todo de Drago. :? o que prova que as coisas podiam ser bem piores …
Gosto do trabalho da Lia Wyler ,minha única restrição séria é o apelido da Luna ter virado “Di Lua” e não “Lunatica” …

Parabéns pelo texto !!!!


lugh | Tuesday, 27 de May de 2008

Muito Bom o texto, Brunaa!
Nuss. Adorei.
Unh… Deixa eu comentar.
Eu realmente gostei da tradução da lia. Mas procurava mais e mais. Foi com harry potter que aprendi Inglês, e talz. O sexto livro eu ainda li em português, mas o sétimo comprei a versão americana, no lançamento. Não me arrependo. Meu inglês é claramente confiável, e me diverti lendo Deathly Hallows. Unh… Assim, não que estivesse insatisfeito com a tradução da Lya, poderia até ser. Mas queria realmente ler, não esperar. Unh.. É isso. Depois que li o sétimo em inglês, li todos os outros em inglês também, e como você disse no texto, tive uma experiencia bem diferente, brincando com as palavras que J.K nos propõe. =D
Adoro a tradução da Lya, mas ela tem seu publico: O meu agora, é lido diretamente da fonte: j.k rowling

Abaixo aos preços absurdos dos livros ingleses! AHUSHASUAHS


Marisa | Tuesday, 27 de May de 2008

Ótimo texto, você defendeu o seu ponto de vista muito bem. Gostei principalmene do ítem 2.

Se esses nomes tem traduções tosquinhas, o que falar de Gellert (caramba, adoro esse nome), traduzido como Gerardo?
Não acho que o título do último depreenda que as relíquias são mortais.
Também não apóio o “Harry Potter brasileiro” – Harry Potter é britânico. Claro que expressões como “dungbomb” devem ser traduzidas, mas mantendo o sentido do original. Não é o que acontece, por exemplo, com a piadinha do “sangrado” que vira “mouco”.

Não gosto da tradução da Lia Wyler, como dá pra perceber. Tenho um problema com as traduções dos nomes, regionalizações, traduções ineficientes ou puramente toscas (“Abro quando fecho”, “Varinha das varinhas”, etc.), e erros de tradução. Por exemplo, a tradução do poema de William Penn (citado no início do sétimo), é cheia de erros indiscutíveis. Outros casos, como Harry gritando que vai matar Bellatrix, também são bem conhecidos. Certas coisas não são nada relativas.

Sem contar que a posição da Lia Wyler, em relação às críticas e Harry Potter, é completamente idiota.


Paulin | Tuesday, 27 de May de 2008

Você é ótima!
Seu texto fic usuper interessante, e eu nunca encontrei alguém que concordasse mais comigo do que você nessa questão.
Parabéns, sucesso!


Marisa | Tuesday, 27 de May de 2008

E sobre as traduções amadoras do sétimo: foram uma saída para aqueles que não aguentavam esperar pela versão oficial. Foram feitas em um tempo curtíssimo. Foram feitas por um grupo enorme de gente sem nenhuma formação em Tradução. Foram feitas de graça.
Dá mesmo para ressaltar o quanto a Lia Wyler é boa, comparando a tradução oficial com a amadora?

Só pra constar, o sétimo não teve traduções decentes na net, mas o sexto teve. ;)


Guilherme Hausmann | Tuesday, 27 de May de 2008

Também prefiro ler Harry Potter em inglês.

Mas sempre acontece isso que ‘cê disse quando há uma tradução: algumas expressões, se não bem empregada, perdem totalmente a graça.

Os diálogos de Tropa de Elite perderam o tom irônico quando fora traduzido para o inglês.

Um exemplo distinto: os filmes da Disney Pixar, eu prefiro assistir dublado. O “improviso” para o português são muito mais bem-vindos (e mais engraçados) que os mesmos “americanizados”. Até a própria Disney reconhece isso!

Quem viu Monstros S.A e Monsters Inc sabe do que eu estou falando. ;)


Pedro Henrique Freitas | Wednesday, 28 de May de 2008

É, esse assunto sempre foi um dos mais polêmicos! rs.
Adorei o seu texto, Bruna!
Faço parte da equipe da versão em INGLÊS do IveteSangalo.net, maior site sobre a cantora. E eu vou no caminho inverso. Vocês traduzem do INGLÊS para o português. E eu faço do português para o INGLÊS, na área de textos.
Mas, é o mesmo princípio. A sua explicação de que não é uma simples tradução literal do dicionário ficou muito boa.
PARABÉNS! Você foi fantástica!
;)


Mik | Wednesday, 28 de May de 2008

Lia Wyler é bastante criativa e fez um trabalho excelente criando palavras como quadribol, por exemplo, que a essa altura se tornou já o nome oficial do esporte aqui! Há claro várias outras palavras que ela criou e que deram uma cara nova, mas igualmente mágica, a esses objetos, lugares, etc. É mais agradável pegar o livro e ler ali determinadas palavras com essas traduções bem escolhidas do que ver os termos em inglês misturados com os em português, como acontece na tradução em espanhol, em que termo nenhum foi adaptado ao idioma!

Eu critico sim a tradução dos nomes próprios, porque até onde eu saiba, uma das primeiras coisas que se ensina quando a pessoa faz um curso de tradução é que nomes próprios não se traduz! Não vejo porque traduzir ALVO, e deixar o Dumbledore lá, intacto, sendo que o sobrenome é beeem mais complicado que um simples ALBUS!

Só que pior que isso, é a Lia esquecer da própria tradução que fez nos livros passados e acabar mudando, como é o caso do APAGUEIRO! Aí pode vir alguém dizer “ah, mas isso foi erro dos revisores, não dela”! Só que a questão é, o nome que vai pra capa do livro é o dela, não o dos revisores, então se ela quiser manter a imagem dela de boa tradutora, devia se preocupar com isso!

E falando em imagem, a dona Lia Wyler é uma profissional muito, muito, mas muuuito arrogante! Quem lê as entrevistas dela já reparou! Quando é algum fã que faz uma crítica, ela diz que não dá bola porque a pessoa não sabe o que tá criticando pois não sabe o que é a arte de traduzir! Mas quando é um tradutor, colega de profissão dela, que faz a crítica, ela tem a cara-de-pau de dizer que não aceita porque ela tem mais anos de profissão e mais experiência!

O fato é que a Lia não é a melhor tradutora do mundo, nem a pior, mas com o ego inflado que ela tem, ela devia fazer um trabalho beeeem melhor! O mesmo serve pra Rocco em si, que tampouco valoriza a obra como deveria, mas isso é assunto pra outro lugar! :D


Renata | Wednesday, 28 de May de 2008

que tal mencionar a maravilhosa gramática e concordância verbal da dita cuja no sétimo livro (e, sim, isso foi sarcasmo)


Julia | Wednesday, 28 de May de 2008

Eu sempe gostei de boa parte das soluções da Lia. Mas tbm desaprovo a tradução dos nomes próprios. Embora eu ache q, por mais q seja uma pena perder o trio javali, HOg’s Head ia ficar estranho, por ser um estabelecimento e acabaria sendo o unico não traduzido, já q não traduzir os outros ia perder um pouco da graça pra qm não sabe inglês.
Mas lugar mto importante, nomes… naõ tem pq traduzir. Alguém me explica o Alfeneiros da Privet Drive?
Backer Street não foi traduzida em Sherlock Holmes.. :roll:
Há , claro, soluções de piadas e jogo com palvras q foram mto falhas. Varinha das Varinhas ficou mto infantil. Varinha Mestra, Varinha Senior seriam mto melhores… O Mouco… nossa, não consigo achar onde é ela viu graça nisso.
Qto ao Enigma… eu li na época na Folha de S. Paulo q tinha sido a J.K. q tnha ajudado a escolher. E, na boa, poor mais q Principe Mestiço soe menos ‘aventura juvenil”, enigma do principe expressa melhor talvez até q no livro inglês. Pq o Enigma aqui é ambiguo. Não é só o mistério de qm é o Principe Mestiço, mas esse papel dual do Snape q fica suspenso no ar ao fim do livro.

Os manejos das linguas… A linguagem é realmente fantástica!


Fábio Mosca | Wednesday, 28 de May de 2008

:D Adorei a matéria. Nota 10 :!: Li todas as versões de Harry Potter em Português e Inglês Americano. A não ser por causa dos nomes, a tradução de Wyler é excelente para compreensão do povo brasileiro. Parabéns Bruna.
Enquanto as versões de Harry Potter Inglês Americano e Britânico, tem diferenças notáveis :?: Alguém já fez essa comparação :?: :|


Mik | Wednesday, 28 de May de 2008

Verdadeee, Varinha das Varinhas, putz, essa foi talvez a pior tradução da história da carreira da Lia! Além de destruir totalmente o conceito do nome original, foi uma solução preguiçosa e mesquinha da parte dela, vergonhoso! :x

Pra variar venho opinar e esqueço de elogiar a coluna! Parabéeens, Bruna, ainda mais por ter começado com um tema que gera tantos debates como esse, hehe! 8)


Priscila | Wednesday, 28 de May de 2008

Adorei a coluna, muito bem escrita.
Afinal, acho que a Lia faz um ótimo trabalho, concerteza em muitas coisas ela peca, mas é normal haver erros. Mas concerteza, ela faz um ótima tradução, a tradução em português não tira a magia da história.
Começei a ler o primeiro capítulo de Relíquias da Morte da versão traduzida na internet e quase chorei, a tradução é horripilante. Curiosa, lio utras versões traduzidas da internet e comprovei que a Lia Wyler é uma excelente tradutora.


Lipe Sarmento | Wednesday, 28 de May de 2008

Não terei tempo de escrever o que realmente queria, contudo, seu texto me fez pensar sobre o que realmente a tradução de Wyler representa. Ainda não sou bom entendedor do vocabulário inglês, portanto, tinha uma visão completamente errada da tradução nacional. Assim que meu inglês estiver razoavelmente bom, pretendo ler a série inteirinha de novo, mas a “versão” original.

Parabéns mesmo pelo seu texto, está verdadeiramente excelente. Continue assim! :D


DixieChick | Wednesday, 28 de May de 2008

Wow! Adorei sua coluna, Bruna :)
Acho que nem tenho o que dizer depois dessa! Great job!


Aline | Wednesday, 28 de May de 2008

Gostei muito do texto, Bruna!
Com certeza não há nada como ler em inglês, ter contato com as próprias palavras de Rowling, parece que estamos mais próximos da criação! Mas eu também tive contato primiero com a versão em português e gosto sim da tradução da Lya Wyler, acho até que li em algum lugar um elogio da Jo, dizendo que ela tinha sido corajosa em adaptar tantas palavras ao português. Concordo. Adaptar é muito mais difícil que ser literal.
COMENTÁRIOS:
***Quanto aos nomes próprios, sinceramente não me incomodam. Afinal, não causam realmente diferença na trama (apesar de que não suportaria um ‘Sírio Black’).
***A tradução de Hog’s Head foi realmente uma pena…
***Também sempre me refiro ao livro 6 como o ‘Príncipe Mestiço’.
***Adorei o título ‘Harry Potter & Severus Snape’. :D


Aline | Wednesday, 28 de May de 2008

Por último, só quero salientar a única tradução que REALMENTE ME INCOMODA e parece que ninguém lembrou: TROUXA!
Até onde eu sei, ‘muggle’ em inglês não tem significado algum, e ‘trouxa’ pra nós traz uma conotação muito ruim e é uma palavra que qualquer brasileiro compreende. Já no primeiro livro o tio Válter não entende do que foi chamado pelo bruxo com quem esbarrou na saída da firma. Achei isso um furo fa tradutora… :cry:


Lari | Wednesday, 28 de May de 2008

Concordo com a Aline na questão MUGGLE – TROUXA. ¬¬


Pansy | Wednesday, 28 de May de 2008

Bem, eu sou portuguesa, mas portuguesa de Portugal, não Brasil. Nos livros de HP cá em Portugal grande parte dos nomes próprios(isto se não foram todos) manteram-se iguais. Muggle é muggle, não trouxa(não gosto desta palavra). Nos livros de HP de Portugal e Brasil há uma grande diferença. Por exemplo, na Itália também há nomes alterados. Pessoalmente prefiro os nomes “originais” do Inglês, mas cada pessoa tem a sua opiniao
:D


Rodrigo | Wednesday, 28 de May de 2008

A J.K. não sabe português.
Apenas comprar pão na padaria do Manoel.
e As Relíquias da Morte não são de mérito da Léia, já que a própria J.K. lançou Relics of Death para títulos internacionais


Rodrigo | Wednesday, 28 de May de 2008

em italiano o Dumbledore ficou Silentio porque o tradutor achou que fosse Dumb fosse por causa de silêncio.
E em algum lugar o sapo do Neville virou uma tartaruga


Pansy | Wednesday, 28 de May de 2008

Ups, esqueci me de disser o mais importante: Parabéns pela coluna!
:D


HieiBlack | Wednesday, 28 de May de 2008

Excelente texto!

Eu simplesmente AMO a tradução da Lia! poderia fazer um longo post falando sobre isso, mas você já disse praticamente TUDO, Bruna.

Parabéns^^


André | Wednesday, 28 de May de 2008

Sempre penso nos livros Portugueses. O tradutor (ou a tradutora, não faço idéia!) não muda os nomes (RON continua RON, GINNY continua GINNY, os nomes das casas continuam os mesmos…), e o título do 2º livro ficou: ‘Harry Potter e a Câmara dos Segredos’, que eu acho uma tradução melhor. Só não achei muito legal o sexto livro ser chamado por lá de ‘O príncipe Misterioso’…

Mas de qualquer jeito não podemos reclamar. Existem muitas pessoas como eu que não sabem falar inglês, ou não o suficiente para ler um livro inteiro. Imagina se não tivéssemos essa tradução?

Parabéns pela coluna, fantástica x)


Alvo | Wednesday, 28 de May de 2008

Que coluna fantástica, realmente muito boa! Parabéns, Bruna!
Acho que concordo com QUASE tudo dito na coluna. Discordo, por exemplo, da crítica à mudança dos nomes. Eu entendo o lado da Wyler: ela tentou “abrasileirar”, fazer com que os nomes se tornassem no mínimo “pronunciáveis” às crianças e adolescentes brasileiros. Acho que foi essa grande preocupação da tradutora: fazer com que os nomes se tornassem o máximo “normais” possível, porque, ler um livro cheio de nomes difíceis e estrangeiros poderia afastar leitores jovens.
Minha prima mesmo, de 10 anos. Eu tentei com todas as forças força-la a ler HP, mas ela achou muito difícil, dizendo que não conseguia memorizar os nomes dos personagens por serem estranhos. E olha que era a Pedra Filosofal!!!! Eu sei, eu também fiquei embasbacado, mas vou fazer o que…
Portanto, eu entendo esse lado da Wyler. Ela foi no prática nesse ponto, e, diga-se, bem sucedida, pois suas traduções não afastaram leitores, ao contrário, atraíram.

Mas o fato é que ler o original em inglês é uma experiência completamente diferente. O modo de escrever da Rowling é extremamente divertido – e embora a Wyler tenha conseguido manter muitas das alusões e brincadeiras do original, algumas das piadinhas não saíram tão boas nas traduções…

Uma outra coisa interessante, e que não pode ser bem arranjada na tradução, foi o modo de falar do Hagrid. No original, ele tem uma fala truncada, cheia de contrações e sotaques (se não me engano de Yorkshire) que sequer foram apreciados pela Wyler. Ela deveria ter feito o Hagrid brasileiro falar de um modo meio caipira, seria engraçado e faria juz à idéia de Rowling para o personagem.


Thiago Gusmão | Wednesday, 28 de May de 2008

Seu texto é excelente, e realmente o que me incomoda(e muito!) é a tradução dos nomes, acho desnecessário, nomes não devem ser traduzidos, são a essência de uma pessoa, no mais, gosto das traduções da Lia. Parabéns pelo texto.


Thiago Gusmão | Wednesday, 28 de May de 2008

Ahhh e esqueci de falar…eu leio os britanicos, americanos e brasileiros ! asduhasdhudshudsuhsdsduh


Luna Black | Wednesday, 28 de May de 2008

A galera que comentou aqui já disse muita coisa com as quais eu concordo, mas aqui vão alguns pontos que quero reforçar:

- Trouxa no lugar de muggle foi realmente inaceitável!

- A tradução dos nomes próprios, como “n” pessoas ja mencionaram. Uma das primeiras coisas que aprendi quando comecei a estudar inglês foi que não se traduz nomes próprios. E não vejo razões para a Lia mudar Bellatrix para Belatriz(mensionando ela porque Belatriz realmente tirou o impacto do nome na minha opinião). Alvo mencionou que ela traduziu para que eles se tornassem “pronunciáveis”, mas em sua maioria, os nomes não são tão difíceis, e alguns que são realmente “chatos” de falar ou memorizar ela não traduziu, como o exemplo já citado, Dumbledore.

- Eu realmente preferia “Camara dos segredos”.

- Platform 9 and 3/4 vira plataforma 9 e 1/2 ? Como assim?? Tudo bem, a Wyler deve ter achado mais lógica em 9 e 1/2, já que ela fica entre as plataformas 9 e 10, mas se a J.K. colocou 3/4, por que mudar? E vale ressaltar que na versão do filme para o Brasil a plataforma continuou sendo 9 e 3/4, diferindo do livro.

Enfim, não defendo a Wyler! Tudo bem, ela é uma boa tradutora, e eu conheci Harry Potter lendo as traduções dela (quando comecei a ler os livros ainda não conseguia lê-los em inglês), não vou “cuspir no prato”, mas acho que, sendo ela a profissional que é, poderia ter feito melhor.

Uma ótima coluna, Bruna! Parabens!


Rita | Wednesday, 28 de May de 2008

outra coisa que não mencionaram ai foi o nome das casas. eu sou de portugal entao continua igual só que ao ler fanfics me faz tanta confusão chamarem as casas de grifinória, lufa-lufa, corvial e sonserina :?


Pri WP | Wednesday, 28 de May de 2008

Meus parabens Bruna sua coluna está otima… e esclareceu alguns significados, eu que não sei ingles mas torço para um dia saber… morro de vontade de ler em ingles…


Victourie W. | Wednesday, 28 de May de 2008

Adorei a coluna, mas não concordo em alguns pontos;
EU AMO A LIA!!!!!!! Não me importo nem um poquito com os nomes (tirando Grindelwald, que, por obséquio se tornou GeraRdo!), amo os nomes dos animais, e adoro coisinhas inventadas: Gemialidades Weasley é muito bom!!!! Quadribol é lindo, e por aí vai…

Whatever, Parabéns Bruna!!


Lu Potter | Wednesday, 28 de May de 2008

Gostei muito da coluna, até porque acho que você tocou num ponto bem importante: algumas traduções, de fato, são desnecessárias, mas outras realmente precisam de uma adaptação (ex: Blast-Ended Skrewt). Brilhante o seu ponto de vista sobre o assunto, acho que abrangiu tudo o que todo fã vive discutindo… Amei mesmo!

Só discordei um pouco de uma coisa: acho que não só em HP, mas em muitos outros livros, ocorre a latinização de nomes terminados em “us”. É tipo pra gente se “familiarizar” (e põe mais umas 100 aspas aí)… não, melhor ainda, isso acontece porque nós aqui no Brasil não temos costume com esse tipo de terminação e soaria, de fato, muito estranho. Eu, pelo menos, acho que estranharia se, quando tinha 11 anos de idade, lesse que Rubeus entregou o bebê a Albus e que no banco havia goblins… não vejo taaanto problema nesse tipo de tradução……… :?

Não vou estender muito aqui, senão ia ficar escrevendo a noite toda, mas esse assunto rende muita discussão e cada palavra tem que ser analisada individual e minunciosamente (claro, também de acordo com contexto) para que possamos julgar se ela fez certo em traduzir ou não. O fato é que eu me encantei com HP do jeito que eu li (em português e fazendo vista grossa para um bocado de erros de concordância) e, como já disse alguém lá em cima, não vou cuspir no prato. Agora (que já tenho conhecimento suficiente da língua), vou ver se consigo comprar os livros em inglês, pra me deliciar e pra praticar, claro (se bem que eles devem custar os olhos da cara… é fo** ser pobre!) :D


Anonymous | Wednesday, 28 de May de 2008

bom texto. também leio desde 2003 em inglês e desde entao não consigo mais ler a tradução… 8)


Daniel | Thursday, 29 de May de 2008

Hey Bruna,

Ótimo texto, parabéns pela sua primeira coluna tão bem escrita.

Só devo lembrar que a Lia Wyler precisa traduzir o título de cada livro antes mesmo de colocar as mãos na obra, portanto ficaria difícil decidir a melhor opção no caso de “Câmara Secreta”.

Abraços! ;)


Pansy | Thursday, 29 de May de 2008

Concordo com a Rita. Quando fiu ao MadamePince fiquei muito confusa? Sonserina? Lufa lufa?


Julia | Thursday, 29 de May de 2008

Gnt, há uns dois dias atrás eu comecei a ler o 7º pelo proprio livro (eu, não aguentando, li as traduções na internet, pq considerava q, apesar do meu inglês já estar capacitado, a série continha expressões próprias q eu poderia perder, desconhecendo-as (não todas pq os filmes ajudam), o q me fazia pensar q para lê-lo em inglês, eu devia ter lido o resto tbm em inglês).
Eu gosto de “abro no fecho”. Não vejo pq não gostaram. Tá q ele dá menos ambiguidades do q o open at close, mas fecho aind assim é misterioso, apesar da já dar uma pista.
Os Gerardos da vida, os Varinha das Varinhas tbm cutucam, mas ok. Agora,a revisão tá bem porca ¬¬”
E tem umas horas q a Lia tbm traduz literalmente q fica bem superficial. Os “desculpe?” ao dizer q não entenderam é algo mto tipico do ingl~es. No português a gnt fala “heim?”, “o quê?”.. A Lia me parecia ligado nisso no outros livros… Acho q nesse último a pressa avacalhou… =\


Mr. Luan | Thursday, 29 de May de 2008

Parabéns Bruna…
Ótima coluna… transmitiu tudo que eu gostaria de dizer a muitos idiotas que criticam Lya Wyler sem nenhum embasamento…
:D
:!:


Krebs!! | Thursday, 29 de May de 2008

Pessoas!!
Já li as duas versões dos livros e até digo que a tradução da Lia é aceitável!
Boa mesmo…
Mas o que não se pode aceitar é o desleixo da tradutora com relação às traduções de um livro pro outro..
Gente, peloamordedeus!!!
Quim, inexplicavelmente vira Kingsley de novo, Katie, vira Cátia do nada, sem contar o horrível (e esta é minha maior reclamação) Gerado Gridelwald, ao invés de Gellert!!]
Sei não…
É que algumas coisas não se pode deixar passar mesmo!!!


Lulu | Thursday, 29 de May de 2008

AMEI A COLUNA! nossa, ótima! e eu adoro as traduções da Lya, e as intrevistas que ela dá falando sobre como ela trabalha e tal… só realmente acho que, como falaram, em cada livro eles usam nomes diferentes, como Katie e Catia, Quim e Kingsley… isso é desleixo.


Harry Plumpton | Thursday, 29 de May de 2008

A matéria foi boa, mas achei a repórter muito intolerante. Como ela mesma falou, a tradução tem como função tornar a ficção familiar ao nosso idioma. Então como Lia faria isso sem transformar Remus em Remo? Em que lugar do Brasil que Lúcio é mais estranho que Lucius? Só sendo! E Sirius não mudou de nome porque é o nome da estrela que faz parte da constelação de Cão Maior (o que faz uma alusão ao fato do animago de Sirius ser um cão). Assistir Cavaleiros do Zodíaco teria lhe ajudado um bocado! Por favor, da próxima vez que for para falar mal do trabalho de alguém preste mais atenção. Lia fez um grande trabalho e quem discorda que nos apresente uma tradução melhor. Só não esqueçam que todos dias bebemos do fruto do seu esforço.


Harry Plumpton | Thursday, 29 de May de 2008

Lembrem-se também que a tradução que nós temos é bem melhor que a tradução de outros países latinos, que mantém certos nomes originais. É ridículo ver os espanhóis falando Quiddtich, Scabbers ou Crookshanks. Absurdo!


Arthur | Thursday, 29 de May de 2008

Olá Bruna

Parabéns, eu só a tenho isso para dizer!!

Sua coluna foi muito bem escrita, muito bem elaborada, muito bem colocada, muito bem “traduzida”.

Eu somente tenho uma observação a lhe fazer: Coloque a discussão do titúlo do “Frist Book”
Harry Potter And The Philosopher’s Stone” E “Hary Potter And The Sorcer’s Stone” e qual deveria ser em sua opinião o titúlo traduzido para o Português. Se quiser me mandar um E-Mail com essa discussão também aceitarei.


Julia | Thursday, 29 de May de 2008

“Assistir Cavaleiros do Zodíaco teria lhe ajudado um bocado!”
hehehehhe XD
Mta cultura! XD

Tavam falando ai dos nomes q trocam durante as edições… pior trocar no msm livro! No Observatório Potter, o Romulus vem primeiro, depois ela decide q é melhor por Romulo, já qela pôs Remo… mas ela esqueceu de trocar a primeira vez! Pq no msm livro, a uma distancia menor do 3 paginas, estão os dois nomes.
Por isso q eu falo q essa revisão do sétimo foi porca. Muito porca.


Marisa | Friday, 30 de May de 2008

-Alvo, a maioria das crianças e adolescentes brasileiros consegue pronunciar os nomes originais – nenhuma delas lê “pedro pan” e gosta do “rato miguelito”, lê? E os nomes mais complicados que isso, quase todos ela não traduz. Como Kingsley Shackelbolt. Até eu me enrolava pra pronunciar o sobrenome da criatura, sem contar que “Quim” não é nada “normal”. E, pra completar, mudou a tradução no último livro, confundindo muita gente.
Não acho que a Lia deveria tentar manter os nomes “normais” (oq eu não acho que ela faça), já que Harry Potter é cheio de nomes estranhos também na língua inglesa. Não é todo dia que se esbarra com um Kingsley, ou um Albus Severus. E as crianças de lá não tem nenhum problema com isso.
Eu também gostaria que o Hagrid não falasse normal na tradução, mas gostaria que ele falasse só errado, não com sotaque…

-Não vejo muita lógica no raciocínio de que criticar a Lia é “cuspir no prato que comeu”. A tradução dela foi oq me introduziu a HP? Sim. Mas ela não é uma santa que deu uma tradução maravilhosa inteiramente pq queria que nós tivéssemos acesso a ela – ela é uma profissional, que foi para pra fazer um trabalho. Todo trabalho não voluntário é passível de crítica.

-Daniel, é “Chamber of secrets”. Se a idéia original fosse uma “câmara secreta”, o título seria “The secret chamber”. E, se não me engano, a tradução de câmara saiu em 2000, enquanto o original foi lançado em 98. Ela realmente teve que dar a tradução para o título antes de meiados de 1998, dois anos antes de terminar a tradução do livro? Não tenho certeza de nada, mas acho um pouco improvável a Rocco ter se interessado pelos direitos de HP e contratado uma tradutora antes do lançamento do segundo volume, pq HP ainda n era fenômeno na época do primeiro.

-Julia, com certeza, a revisão e o negócio do “desculpe” foram vacilo da Lia, provavelmente por causa do prazo..
Eu não gosto nada de “abro no fecho”, pq… Perdeu o sentido. “O fecho” de quê? Da história? Então não seria um desfecho?
E “quando fecho”, também… Quando que o pomo se fecha para se abrir?
Ah, ficou bagunçada. Não dá pra atribuir o duplo sentido na tradução, mas que usasse “Abro no desfecho” então. Pelo menos mantém o sentido original, de “close” como o fim de alguma coisa.

-Harry Plumpton, “a tradução tem como função tornar a ficção familiar ao nosso idioma”, certo. Mas desde quando “Sirius”, “Lucius”, “Remus” e cia são familiares à língua inglesa? Não. São derivados do latim. Então, me diga, qual o direito a tradutora tem de achar que deve manter as coisas mais familiares para os leitores brasileiros, se a própria autora considerou que as crianças lidariam (e lidam) bem com nomes estranhos? Então, se um tradutor discorda do autor, tem o direito de pôr a sua opinião acima? E então, vamos chamar Harry de Haroldo, e abrasileirar tudo de uma vez. Vamos ver quantos vão concordar com isso, sim?
E você consegue achar, dentre tantos nomes traduzidos, muitos outros exemplos de nomes que simplificaram na tradução, além de “Lucius”?
E o que é ridículo e absurdo, é ridículo e absurdo pra você. Ridículo e absurdo, pra mim, é chamar Gellert de Gerardo. E ainda, ter uma tradutora que diz que essa é , na verdade, a tradução correta para o nome (assim como William/Guilherme) – pq Gerard Buttler, Gerard Way, Gerard Depardieu, todos me dizem que “Gerardo” em inglês, está bem longe de ser Gellert.


Marisa | Friday, 30 de May de 2008

(no segundo ítem, é “paga”, e não “para”.)


Leslie Lovegood | Friday, 30 de May de 2008

1ª coisa – meus parabéns pelo texto! Você escreve bem demais! :D

2ª coisa – concordo com muitas coisas que você disse. A Lya fez um excelente trabalho. Mas a tradução de nomes é IMPERDOÁVEL!!!
Por que Severo? Por que Escórpio??? Por qu GERARDO??? Por que não Geraldo (sério, Gellert não é um nome bonito, mas Gerardo também não é). Sobre o caso do Kingsley, acho q ela ~çn achou um nome compatível para esse nome esquisito. 8)


Marisa | Friday, 30 de May de 2008

Aah, Gellert é legal! Soa muito bem pra mim, haha… Eu me lembro de me perguntar, quando li em inglês, se ela deixaria no original, e imaginei que sim. Alguns meses depois…


Michael | Friday, 30 de May de 2008

Um Texto Brilhante!


Carol Watson | Sunday, 01 de June de 2008

Texto simplesmente ÓTIMO!
É, eu também só leio HP em inglês (o britânico). Aprendi a ler em inglês com Harry Potter, a propósito! (Sei ler, mas não sei falar nem escrever :? )
Anyway, voltando ao assunto, maus comentários:
•Os nomes são IMPERDOÁVEIS! E me parece que a tradutora é muito “desleixada” quanto à isso: Afinal, ela resolveu que seria “Katie” ou “Cátia” Bell? Porque em um livro a garota é Katie, no outro, sem nenhum motivo aparente já vira Cátia, e no próximo já é Katie de novo! O mesmo acontece com “Kingsley” e “Quim”. :?
Não vejo nenhum problema com Albus, Severus, Remus, Lucius e etc. e tal. Sem falar que eu achei esses nomes (os traduzidos) meio “sem-graça”.
Prefiro mail vezes Phineas e Nymphadora do que Fineus e Ninfadora, respectivamente.
E PACIÊNCIA! Da onde veio esse “Gerardo”?! Não tem nada a ver! :\
ESCÓRPIO? PLEO AMOR DE DEUS! xD
Os nomes das casas: Deixa quieto a Gryffindor, a Ravenclaw, a Hufflepuff e a Slytherin do original!
•Um grande erro, sem dúvida: HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA. O que importa não é o fato dela ser secreta, e sim, os segredos que ela guarda!
•Uma coisa muito legal que foi retirada da nossa versão foi o “Prince” de Snape, que era um jogo de palavras muito divertido na versão inglesa.
•Perdeu toda a graça o trio (Hogwarts, Hog’s Head e Hogsmeade) Mas, realmente, não faria sentido no Brasil, já que muitos não sabem o significado de certas palavras.


Carol Watson | Sunday, 01 de June de 2008

…mail vezes….

Desculpem-me; o correto é MIL VEZES


Fefa | Monday, 02 de June de 2008

Não há nada como ler o original. É a única maneira de você captar essencialmente o que o prórpio autor quis passar. Algumas coisas sempre se perdem nas traduções, principalmente trocadilhos e jogos de palavras.
Não acho a tradução da Lya ruim, ta os nomes também me incomodam (Geredo ficou péssimo!), mas não podemos culpar só a Lya, quando ela recebeu PF disseram para ela “É um livro infanto-juvenil”, logo ela tinha que dar uma mechida em alguns nomes pra crinaçada não ficar enrroscando em algum nome que não consegue pronunciar.
Mas em outros pontos Lya merece justiça, imagina inventar nomes para Explosivins, Quadribol, etc…
Imagina ó que ela não pensou quando leu isso pela primeira vez!!!!


Michele | Monday, 02 de June de 2008

Muuito bom. Eu sempre gostei da tradução de Lia, só não gostava que ela traduzisse também os nomes.


tata | Monday, 02 de June de 2008

adorei! o texto foi muito bem escrito.

Concordo que a tradução dos nomes ficou horrível (mesmo aqueles que tem uma tradução ‘natural’), mas vc devia ter falado também dos nomes das casas, acho que esse foi o maior absurdo na tradução da Lia Wyler, mas a forma como ela traduz o resto da história é ótimo.


Julia | Wednesday, 04 de June de 2008

Marisa, fecho tbm tem sentido de “final”, de conclusão. Se o pomo “abre no fecho”, ou seja, ele abre no final, na conclusão de algo, o sentido se mantem.
O ruim é q “close”, por tbm ser fechar, pode dar idéia de algo q se fecha menos abstrato (como a morte), um sentido menos “filosófico”, enquanto fecho dá uma idéia diretamente abstrata (conclusões são abstratas).
Mas aí são os pesares de traduzir uma lingua para a outra.


Julia | Wednesday, 04 de June de 2008

Ah, esqueci de dizer q se fosse “desfecho”, o enigmático da coisa ia ser mais distruído ainda. Pq, enquanto uma conclusão pode ser várias coisas, desfecho, nas circunstâncias em q o Harry estava, só tinha uma resposta: a luta dele com o Voldemort.
Não precisaria ser nenhuma Hermione pra matar uma charada óbvia dessas, eles não iam ficar tão no vácuo.


Julia | Wednesday, 04 de June de 2008

destruído*


Praty | Friday, 06 de June de 2008

Eu acho tãããããããão engraçado (engraçado mesmo, de fazer rir) essas pessoas que dizem que a Lia é arrogante porque não se abala com críticas raivosas de fãs – tipo IMPERDOÁVEL, PECADO, DESLEIXO, – pelo amor de Deus!! Imperdoável é uma palavra tão estranha, pois a Lia nunca pediu perdão pra ser imperdoável. Ela fez o trabalho dela e pronto!!

Ela realmente não se abala com críticas de fãs e é chamada de arrogante!! Gente, acordem!! Muitos de vocês estão fazendo julgamentos errados e condenando a Lia em suas mentes, estão realmente fechando suas opiniões quanto ao assunto!! Vocês não percebem que nós, fãs, somos passionais?? Vamos sempre analisar o trabalho da Jo e da Lia com o amor que temos pela série… isso significa que tem gente com raiva de verdade da mulher!! Isso sim é um absurdo… essa intolerância é prejudicial, em primeiríssimo lugar, para os próprios fãs que pensam assim!!

Li muitas críticas sobre os nomes, mas a grande maioria se esquece de vários pontos importantes:

1) A Lia começou a traduzir a série sem saber a continuação e o que iria acontecer, foi um livro de cada vez.

2) Ela não é fanática pelo mundo de Jo, de forma que se esquece mesmo de Cátia e Katie!! E isso só prejudica os fanáticos como eu e vcs que sabemos até quem é Davi Gudgeon (ou David na versão britânica) – o menino da época de Lupin que quase perdeu um olho pro brincar de se aproximar do Salgueiro lutador… hehe. Para qualquer pessoa que lê cada livro que sai, quando sai, não vai se lembrar nem se importar que a personagem mudou de nome… mesmo pq a personagem é introduzida novamente a cada livro! Os problemas só aparecem em casos de “grandes” personagens, como Drago/Draco.

3) As pessoas criticam sem conhecer as raízes das palavras!! Tipo, todos soltavam maldições contra a Lia pelo James/Tiago… até que (através das pessoas cultas) se infiltrou na internet que essa é literalmente a tradução correta, como John/João ou Mary/Maria e que, inclusive Tiago está como James nas Bíblias de língua inlgesa, tal como os outros exemplo. Como tem gente que gosta da frase “Nome próprio não se traduz”… aff… isso estamos falando de pessoas reias, que tem RG e certidão de nascimento… ninguém pode chamar uma Mary de Maria, até pq a pessoa não vai atender!! Em termos literários é claro que se pode traduzir nomes!! As pessoas criticam sem saber… vi uma pessoa desprezando a tradução de Bichento… já responderam sobre esse tema aqui, mas o que custa você pesquisar, antes de reclamar??!! Não gosto mesmo de pessoas que reclamam do que não sabem!! E não vou nem mencionar Bill/Gui e demais traduções de nomes!! Eu também levei um coque quando descobri essas diferenças pela primeia vez, em 2001 quando lançoue PF o filme e eu já era fanática pela série e lido todos os livros que já tinham saido aqui no Brasil (1 – 4). Mas ao invés de ficar louca com a tradutora, pesquisei sobre o assunto!!

4) Os nomes em Latim que tiveram os “us” cortados pode ser um assunto polêmico – concordo que a Jo quis utilizar o latim, que não é muito comum na lingua inglesa e, portanto, não facilitou a leitura das crianças inglesas, pq facilitar aqui? Por outo lado, um ponto que a coluna poderia ter tratado um pouquinho, traduzir uma obra literária envolve, principalmente, culturas!! É triste, mas as crianças inglesas são mais cultas do que as brasileiras – estou falando das massas, é indiscutível o fato das escolas públicas serem melhores, uma vez que o governo brasileiro é demagogo e realmente não está nem aí para a educação do povo!! Mas isso é outra discussão… portanto se fazia necessário sim a “facilitação”… PF era livro infantil que seria lido no Brasil inteiro, e nosso país é vasto, vasto, enorme, repleto de regionalismo!!

5) Então entra a questão de, então pq não facilitar sobrenomes complicados como “Dumbledore”? Não, não sei… mas, de novo, a Lia não tinha como saber da repercursão do livro por aqui e sim, ela pode cometer erros!! E, se vocês pararem para ler o nome um “brasileiro”, a criança pode adaptar – DUM-BLE-DORE e, assim, não fica difícil… eu mesma, qdo tinha 12 anos e comecei a ler a série, lia assim!! “Weasley”, eu lia “Ueaslei” literalmente!!

6) As traduções tem muitos erros mesmo, ninguém está isento de cometê-los, mas acho que seria uma ótima idéia uma coluna explicando as origens das palavras, para verem o quanto a Lia foi maravilhosa em Bichento, Quadribol, Gemialidades Weasley, balaço, goles, pomo, Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-lufa (simplesmente demais… please, pesquisem sobre isso antes de reclamarem!), Lílian, Tiago, Pedro, etc… sem mencionar as criaturas fantásticas!!

Não, não acho a tradução da Lia perfeita, mas uma tradução só seria perfeita se fosse revisada por fanáticos meticulosos como nós, desde que conhecesem a língua inglesa… eu também posso pensar em alternativas para Varinha das Varinhas, que não gostei e concordo que uma boa revisão evitaria coisas como deluminator = apagueiro/desiluminador; também não sou fã da tradução muggle/trouxa, onde cabem muitas alternativas. Mas de uma forma ou de outra a Lia está sempre no sentido da palavra/nome e a língua portuguesa é tão rica, que muitas traduções caberiam numa simples palavra inglesa. Quem pode dizer que a Elder Wand não é a Varinha das Varinhas??

As únicas coisas que me chateiam de verdade são frases cortadas por distração – a Lia deveria ter a responsabilidade para evitar isso sim, mas não podemos esquecer a pressão em que ela ficou para traduzir, pelo menos, os últimos 3 livros da série – além disso, a equipe de revisão devria notar essas coisas!! (mas acho que não tem equipe de revisão… ela mesma revisa o trabalho, que eu me lembre li isso numa entrevista… de repente aquela feita pelo próprio Ish). As que mais me chateiam:

1) Fala de Aragogue sobre a menina morta encontrada em um banheiro em CS.

2) O cofre de Sirius nas últimas páginas PdA.

3) O berro de Harry de “vou te matar” para Bellatrix.

4) Harry assustado em RdM que a inscrição na lápide de seus pais coincide com a filosofia dos dementadores!! Desde quando dementadores tem filosofias… são simples criaturas com instintos animalescos… todos que leram o texto original sabem que Harry falou “Death Eaters’ – Comensais da Morte.

Bom, pra terminar, só acho que devemos balancear tudo antes de sair xingando e se enchendo de raiva!! A tradução da Lia está cheia de erros e errinhos gritantes para nós, fãs, mas pra mim, o que conta é a criatividade dela em traduzir nomes e palavras de forma espeacular!! E qualquer um que estude o mínimo possível do assunto há de concordar!!

bjinhos para todos!!

ps:e isso pq não falei das piadas… praticamente todas as variações de Draco para “Weasley” se perderam, o que é uma pena… pois o nome não tem nada a ver com doninha, mas sim com “wesel”… enfim!! :D


Maria :) | Friday, 06 de June de 2008

Realmente, o trio “Hog” era muito bom para ser quebrado. :x
Sempre prefiri os nomes originais (Remus, Ginny, Lily, Argus, Bill, Albus, JAMES…), mas acho que, fora isso, a Lia fez um bom trabalho. (?)


Marisa | Friday, 06 de June de 2008

Julia, já me disseram isso do enigma… Mas minha opinião pessoal: não existia nenhum enigma em “I open at the close”, o problema era saber que “close” era esse, o desfecho de quê. E pra mim, “fecho” ainda continua sem sentido, me desculpe. Eu nunca ouvi falarem do fecho de uma relação – do desfecho, sim.

Praty, o problema não é não se deixar abalar por “críticas raivosas de fãs” – o problema é dizer que aqueles adolescentesinhos que criam comunidades no orkut par criticar o trabalho dela só o fazer pq não querem admitir que lêem uma história infantil. O negócio é que, para mencionar “comunidades no orkut”, ela deve ter visitado a “eu odeio tradução da lia wyler”, que têm alguns nervosinhos que não fazem idéia do que estão reclamando (eles estão em qualquer lugar), mas muita gente que reclama da tradução dela com argumentos decentes, que ela provavelmente leu e ignorou completamente. Vou dar, mais uma vez, o exemplo do poema do William Penn. É coisa curtinha, poxa, e tem vários erros claros. E é a primeira coisa que a pessoa vai ler ao abrir o livro, custava ter cuidado? A tradução da Lia tem todos os sinais de um trabalho desleixada, e isso é o inaceitável (e não “imperdoável”) da questão: ela simplesmente não liga.
Ela tem meses para traduzir e revisar, e tenho certeza, se alguém sem experiência em tradução consegue fazer um excelente trabalho em uma questão de dias (não estou falando das traduções do sétimo, mas do sexto), ela pode fazer algo melhor com a educação que lhe foi dada.
Poderia, por exemplo, guardar para si a opinião de que Harry Potter é um folhetim sem valor literário. Isso seria educação.

(Praty, entendo o que você diz a respeito de gente que reclama da tradução da Wyler sem saber do que está falando. Aliás, é ótimo ver alguém que sabe do que está falando, pra variar – bom pra você. Mas algumas pessoas, você vai concordar comigo, sabem do que estão falando. Não acho que seja hardcore reclamar de uma tradução como essa, pq já li alguns livros, fantasias inclusive, em inglês e então a sua tradução – e nenhuma me pareceu pior que a de Harry Potter.)


Ana Clara | Sunday, 08 de June de 2008

olha, tudo é muito controverso, a verdade é que é uma série bastante dificil de traduzir e que a Lia Wyler teve muitos sucessos mas também fez muitas besteiras.
Minha maior reclamação é quanto aos nomes próprios, alguns são muito mudados e chegam a ficar feios, eu ainda não li o sétimo em português, mas tenho certeza que algumas coisas vão me frustrar.
A coluna é ótima, entendi seu ponto de vista e eu concordo inteiramente ;)
Ah, meus dedos também sempre digitam Harry Potter e o Príncipe Mestiço! :D


Julia | Sunday, 08 de June de 2008

Bom, sua opinião é uma questão subjetiva. Não dá pra argumentar XD
O máximo q posso fazer é dar a minha: considerar close com a certeza de se referir a um desfecho não é mto adequado, pq se restinge das várias possibilidades q “close” dá.
E, em relação ao “fecho”… Tá no dicionário XD Só pq as pessoas não usam no coloquial, não significa q inexiste. E… hum… na sua frase não ia dar pra usar msm, pq fecho tem a ver com conclusão (qdo tudo é analisado – ou acontece – e se chega a um parecer) como eu disse, e conclusão de um relacionamento de uma relação, no sentido q vc estava se refereindo, fica estranho msm, fica parecendo uma intelectualização do relacionamento XD
No caso de HP, a hora de “se entregar” para Voldemort chegara, era o momento de concluir tudo aquilo! E, ainda mais, agora q reparei, em português ganha mais significado ainda, pq além da conclusão dos acontecimentos, vem tbm a conclusão intencionada pelo Dumbledore, a conformação de q deve morrer para o Harry, depois de tudo q ele passou.
Me empolguei! Gostei ainda mais agora! XD


Isabela | Monday, 09 de June de 2008

Sabe, eu também sou escritora.
Não de modo muito avançado, tneho 10 anos e já fis 3 livros de Harry Potter.
Joanna Katheelen Rowling, mais conhecida como J.K, Rowling é uma expiração paa uma menina de 10 anos. :D
Um dos livros(não extamente) que eu já fis que eu gostei muito foi “Harry Potter e o Pact Profundity”, e queria que J.K. lesse.
Meu sonho é de ser escritora.
Na minah sala de aula eu pego meu caderno e escrevo páginas, e páginas sobre Harry Potter.
Mas eu queria deixar o recado e meu msn para quem quiser comunicar: isabelaribeirofaria@hotmail.com

E agradecer a J.K. Rowling pelo excelente trabalho que ela teve em criar Harry Potter.

Obrigada(o) pela oportunidade de escrever no Potterish.com e de ser vista não só como pré-adolescente mais sim como alguém.

Beijinho, tchau!


Júlia | Monday, 09 de June de 2008

Coluna brilhantee³³³

Realmente, os nomes traduzidos também me dão nos nervos! Os -us perderam mesmo a elegância!

Foi péssimo também conversar com uma amiga que tinha lido a tradução e falar “Gui? Quem é esse?!” entre outros rolos…

Também concordo que alguns problemas de tradução sejam incontornáveis… Por exemplo a piadinha do “Saintlike -> holly, holey” que virou “Mouco -> surdo e oco”… essa, aliás foi de matar…

enfim, a coluna está ótima, concordo em quase tudo! ;)


Júlia | Monday, 09 de June de 2008

ps- quando eu li que um “vampiro” tinha se passado pelo Ron na coluna, eu pensei “meu Deus! será que eu pulei alguma parte do livro?!” nada a ver com o ghoul mesmo (Y)


Sofia | Thursday, 26 de June de 2008

Comentando meio atrasada, mas eu queria deixar registrados meus cumprimentos à colunista Bruna. Texto muito bem escrito, sobre um tema interessantíssimo para os fãs.
Eu li do primeiro ao quinto livro em português e os dois últimos no original. Eu lamento por aqueles que ainda não conseguem ler em inglês, pois parte da mágica dos livros se perde na tradução. Não, eu não sou daquelas fãs xiitas que querem matar a Lia por traduzir Quidditch como Quadribol. Na verdade, a grande perda reside nos termos e nas piadas que ficam sem sentido em português, como já lembraram aí nos comentários.
Minha grande bronca com a tradutora, porém, é o descaso que faz com que ela traduza uma mesma palavra/nome de duas formas diferentes nos livros (apagueiro/desiluminador – Papoula/Pomona), além de alguns erros gritantes por pura falta de atenção (ex: no livro 7, ao ler a inscrição na lápide de seus pais, Harry diz que aquilo parece coisa de “Death Eater”, notoriamente traduzido pela Lia como Comensais da Morte, e que neste trecho específico ela traduziu como “Dementador”).
De resto, o trabalho dela é satisfatório.


harry lipe | Monday, 30 de June de 2008

:cry: muito bom adorei


Virag | Sunday, 06 de July de 2008

Nossa… só li a coluna da Bruna agora…
Parabéns!!! Muito bem escrita!!!
Como chefe dos tradutores Ish sofro muito com traduções também e entendo um pouco do que Lia passou.
Eu acho que ela traduziu muito bem. Eu tive oportunidade de ler HP em quatro linguas… portugues, ingles, hungaro e espanhol e posso dizer que das três linguas diferentes do original, portugues é a melhor versão em muitos aspectos.
Eu só achei problemática a tradução dos nomes mesmo… E acho que a Lia também repensou um pouco, tanto que Quim apareçe no quinto livro mas no sétimo já apareçe como Kingsley…
No mais a plataforma 9 1/2 foi o pior… mudar 9 3/4 para 9 1/2 é uma incoerência matemática sem tamanho, independente do 9 3/4 ser natural para os ingleses (por causa de como eles falam as horas lá) e para nós não e por isso a mudança aqui no Brasil.
Enfim… esse assunto dá mesmo muita polêmica. Parabéns mais uma vez pela coluna!


Mih Black | Saturday, 14 de February de 2009

eu gosto muito da tradução qe a Lia faz para os nomes dos lugares ou dos objetos mágicos e afins, reconheço que são muito bons, mas eu nao aprovo muiiitaas outras coisas. tenho a versão americana de Prisioneiro de Azkaban e a JK coloca claramente no agradecimento q ela dedica à “madrinha do Swing”, q é Swing’s godmother. e, na edição brasileira, está ‘avó do Swing’. claro, é óbvio q aí a Lia confundiu god com good, mas acho q quando vc vai traduzir algo, voce tem que reler o q traduziu para ver se naum ficou nenhum erro ridiculo como eesse. e também tem algumas perguntas em que ela esuqece de colocar o ponto de interrogação e algumas falas qe naum tem o traço antes. a tradução dos nomes então, é RIDICULO!! sou contra todos e sem nenhuma exceção, a tradução de nomes. se Sirius Black fosse Sirio Black, eu jamaiis perdoaria a Lia por colocar esse nome ridicuulo no meu personagem favoriito a aiinda por cima, estar tirando aquele segredo, a magia por trás do nome dele, q é mostrar como o nome tem a ver com ele. Sirius é o nome de uma estrela, a estrela principal da constelação Canis Major, que quer dizer Cão Maior. então tudo faz sentido, entende? o Sirius é um cão negro, (daí vem o Black, sobrenome dele). Remus Lupin tbm tm significado, q é q Remus é o nome de um dos irmãos fundadores de Roma, qe foram amamentados por uma loba. já Lupin é derivado de lupus, q em latin eh lobo.

Já Scorpius Malfoy… eu agradeço muito, muito, muiito mesmo ao pessoal da Armada Tradutora, um grupo de pessoas qe traduziram hp7 e colocaram na net e eu li. lá eles naum trocaram ‘Scorpius’ por Escórpio’ e nao trocaram ‘Rose’ por ‘Rosa’. eu fico muiiito feliz por ter lido HP7 ali e ter gravado na minha memória q o filho do Draco se chamaava ‘Scorpius’, pq eu me acostumei tanto com esse nome q ele é totalmente normal para mim. Qndo dizem ‘Escórpio’ para mim, eu automaticamente ligo isso a Scorpius, mas quando eu ouço Scorpius, eu naum ligo isso a Escórpio.

enfiim…

adorei a coluna, mas naum mudou minha opinião sobre a Lia Wyler. não gosto da tradução dela’


Mih Black | Saturday, 14 de February de 2009

tá, eu errei lá em cima, não é good, é grand *


Bruna | Tuesday, 24 de February de 2009

O português é uma língua infinitamente mais rica que o inglês. Para mim essas pessoas que reclamam tanto dos nomes são exemplos da massificação da cultara em detrimento do inglês da cultura americana.

A DRA. Lya (ela não fez somente simples cursinhos) além de uma técnica perfeita foi uma criativa brasileira.

James faz sentido pros ingleses, mas pra mim lembra o mordomo dos sucos Tang. Thiago é mt mais bonito e forte.

Albus não diz nada, mas alvo em português significa claro.

Gui é mt mais bonito que Gui.

Cabeça de Javali é mt mais fantastico para NÓS do que Hogshead, q pra gente não significa nada, apesa de mt legal a brincadeira de JK.

Gente, nós somos brasileiros e nossa língua é riquíssima, quem sabe inglês, que leia o inglês, mas o Harry Potter não seria tão mágico para nós se os nomes se mantivessem.

Bjs a todos!!!!


Bruna | Tuesday, 24 de February de 2009

Gui é mt mais bonito que Bill, desculpem


Bruna | Tuesday, 24 de February de 2009

Taí uma boa idéia, quem tiver disponibilidade poderia escrever os nomes em português e em inglês, os sentidos perdidos e os erros da tradução.

Queria muito saber das frases esquecidas por Lya que a Patry mencionou, se alguém puder postá-las…

Bjs!!!!


Bruno | Monday, 13 de April de 2009

Boas

Convido-vos a ler a versão traduzida para português de Portugal. Considero a versão de Portugal muito mais rica e bem estruturada. Isto porquê?

Primeiro, a tradução é feita por vários tradutores, e portanto o resultado é muito mais correcto.

Segundo, os nomes não são traduzidos. Não sei como podem elogiar as palavras quadribol, balaço, bichento e outros. As versões originais são muito melhores, quidditch, bludger, crookshanks. Enão percebo a razão da alteração de Ron para Rony, Giny para Gina.

Terceiro, os títulos cá nunca foram feitos antes da saída do livro, para o título final não sair desconexo com a história. Aqui em Portugal, enquanto que no Brasil escolheram Relíquias da Morte, escolheu-se Talismãs da Morte, porque fazia mais sentido (depois de conhecida a obra), porque taismãs refere-se mais ao sentido que jk rowling queria dar a estes objectos.

E em quarto, estavam a dizer que as vossas traduções no Brasil, se perdiam trocadilhos e piadas da língua original. Nos livros aqui em Portugal, quando surge alguma destas situações, é feita uma indicação (com um * por exemplo) e no fim da página está uma explicação acerca da situação.

Por isso, mais uma vez, convido-vos a ler a versão traduzida para português de Portugal e compararem a qualidade de tradução de uma equipa de tradutores especializados com uma tradutora (com muita experiência por certo) que comete erros básicos como aqueles que já foram mencionados.

cumprimentos

Bruno


kerolay | Monday, 11 de May de 2009

oie preciso da traduçao do texto harry potter and the sorcere`s stone!!!!!!!!! pra portugues obrigado :cry:


a | Tuesday, 09 de June de 2009

é HARRY POTTER E A PEDRA DO MAGO(literalmente claro.)


Iago | Sunday, 21 de June de 2009

gosto das traduções e sou a favor de mudar os “us” por “o” – mas não alguma smudanças radicais
mas com um coisa eu não me conformo, no segundo livro, ela escreveu Madame Pomfrey e um parágrafo abaixo Madame Pomfrei, com I (isso realçmeente, foi uma grande falha, fora a falha da autora de dizer que lilian é trouxa)


Iago | Sunday, 21 de June de 2009

ta, elea nasceu trouxa, mas é bruxa… portanto harry é puro sangue
(e desculpe pelos erros de português, errei a mira, hehe :roll: )


Dhiro | Friday, 17 de July de 2009

Na verdade, Harry é mestiço, pois pelo que eu percebi, para se definir o sangue de uma pessoa, se olha os avôs e as avós, e não os pais…


Anonymous | Monday, 03 de August de 2009

:evil: :evil: :evil:


felipe | Tuesday, 25 de August de 2009

voces tudo são filho de putas e de raparigas :evil:


alice lima | Friday, 13 de November de 2009

tudo um canboio de puta e viado


Jéssica | Tuesday, 26 de January de 2010

Nossa Bruna …gotei bastente msm dos eu texto.
Jáa tinha reparado nas traduções de Harry Potter pelo fato de algumas serem tão gritantes,agradeço esse seu texto aqui,pois assim pude compreender e ver como é dificil ser tradutora e dar valor a Lia Wyler por isso.
Parabéns e muito sucesso !



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