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Entrevista com Rupert Grint e photoshoot de Radcliffe

Entrevista com Rupert Grint e photoshoot de RadcliffeEntrevista com Rupert Grint e photoshoot de Radcliffe
A correspondente da revista russa Elle Girl, Victoria Belopolskaya, teve a oportunidade de entrevistar o ator Rupert Grint no Festival de Filmes de Berlim, onde o ruivo estava promovendo o seu filme Cherrybomb, no qual ele interpreta Malachy, um jovem que se apaixona pela mesma garota que o seu melhor amigo.
O site RG.us publicou uma tradução do texto para o inglês, e a nossa equipe o traduziu para a nossa língua nativa afim dos fãs poderem ter acesso ao seu conteúdo. Confiram um trecho abaixo, e o texto na íntegra em notícia completa.

Falando nisso, no filme Harry Potter e a Relíquias da Morte que está previsto para ser lançado em 2010, você tem uma cena em que terá que beijar a Hermione…
Horror total! Eu e Emma (Emma Watson, que interpreta Hermione) crescemos juntos, nos conhecemos há cem anos… eu estou com muito medo desta cena. Eu vou levar uma pilha de palavras-cruzadas para o set, para que Emma e eu possamos fazê-las no intervalo entre as tomadas.

Além disso, o DR.net publicou uma versão das fotos do Evening Standard Shoot sem a marca d’água, uma sessão fotográfica realizada com o ator Daniel Radcliffe em 2007. As imagens podem ser vistas abaixo – clique na miniatura e depois vá passando de imagem apertando na setinha:

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RUPERT GRINT
Elle Girl
01 de abril de 2009
Tradução: Fabianne de Freitas

Os ruivos têm uma vantagem bem conhecida – eles são facilmente reconhecíveis. E esse inglês de 20 anos é o ruivo mais reconhecível de todos eles.

Primeiro de tudo, ele interpreta Rony Weasley, o amigo fiel de Harry Potter. E segundo, Rupert Grint é obviamente um ator sério, que tem uma atitude bem legal em relação ao seu status de “ídolo adolescente”. A correspondente da ELLE GIRL Victoria Belopolskaya encontrou Rupert no Festival de Filmes de Berlim, onde ele promoveu o seu mais novo e não muito “potteresco” filme Cherrybomb.

Ouça, eu estava vendo, o que aconteceu aqui em Berlim no momento da sua chegada foi… trovão e tempestade! Quando você chegou para a premiere de Cherrybomb, as garotas estavam gritando – e algumas delas me contaram que elas são suas amigas da América, e que viajaram à Alemanha apenas para vê-lo… como você se relaciona com tudo isso?
Tenho que dizer que acho todo esse tumulto e barulho muito estranho. Claro que, agora, já estou habituado. Eu suspeito que isto nada tem a ver pessoalmente comigo, mas com o Rony Weasley. Tive a oportunidade de verificar isso: quando o primeiro filme “Potter” foi lançado, nem o meu irmão ou as minhas irmãs (e eu três deles!) mudaram a forma como me tratavam – eu não recebi qualquer vantagem. Mas mesmo que eles admirem o Rony – porque ele é um amigo dedicado, e deseja superar seus medos, e ele também é muito engraçado. E então, eu estava “enterrado” na escola. Logo depois de “Prisioneiro de Azkaban”, eu estava bastante atrasado em relação ao meu trabalho escolar. Mas nenhum dos professores ficaram ansiosos em simpatizar com a minha posição. Eu fiquei mesmo liberado do meu dever de casa por um tempo, a fim de alcançar o mesmo ritmo dos meus colegas de classe.

Acabou que você cresceu junto com Rony, o seu personagem. Como ele e todos do fenômeno Potter o influenciam sobre como você é hoje?
Meu pai brinca: nosso Rupe tem todos aqueles álbuns de criança em tela grande! E ele está certo, aqueles filmes são um tipo de álbum, os quais preservaram uma boa parte da minha infância. Foi um ótimo período. Apesar de termos tido algumas limitações. Os produtores evitaram que mudássemos nossos cortes de cabelo, e não podíamos nem pensar em fazer piercings e tatuagens… Hoje em dia, eu acho muito engraçado e entranho assistir ao primeiro filme – todos nós crescemos e mudamos muito. E não somente no exterior.

E seus papéis mudaram! Por exemplo, Lições de Vida e Cherrybomb. No primeiro filme- – você beija uma garota, no segundo tem uma cena em que aparece nu. Foi difícil fazer essas cenas depois de Potter?
Definitivamente. Não somente depois de “Potter” – elas são objetivamente difíceis. Em Lições de Vida eu interpretei um rapaz oprimido que tenta livrar-se do controle de sua mãe. O primeiro beijo dele foi muito importante – como um dos seus primeiros atos de independência. Para mim essa cena foi difícil não somente por causa da importância para o personagem, mas também por causa das questões em relação a intimidade. Estávamos cercados por toda a equipe! Não era exatamente uma atmosfera romântica… e você tem que fingir que é real! Lições de Vida não é um líder de bilheteria, não é um projeto grandioso, não temos efeitos super especiais, somente os protagonistas, a realidade. Vida real, seres humanos. A segunda vez foi bem mais fácil. Cherrybomb é um suspense sobre dois amigos que se envolvem com sérios problemas por causa da garota pela qual se apaixonam. Esse gênero é mais fácil de ser feito para pos atores. Mas eu nunca poderia fazer o que Dan Radcliffe fez na peça Equus, eu nunca teria coragem para tanto. Dan atua completamente nu por 10 minutos. No teatro, no palco! Para mim, isso é incrivelmente corajoso.

Falando nisso, no filme Harry Potter e a Relíquias da Morte que está previsto para ser lançado em 2010, você tem uma cena em que terá que beijar a Hermione…
Horror total! Eu e Emma (Emma Watson, que interpreta Hermione) crescemos juntos, nos conhecemos há cem anos… eu estou com muito medo desta cena. Eu vou levar uma pilha de palavras-cruzadas para o set, para que Emma e eu possamos fazê-las no intervalo entre as tomadas.

Há uns dois anos, nós ficamos sabendo que você comprou uma van de sorvete. Por que você fez isso?
eu estive interessado na indústria do sorvete! O cinema vem e vai, e o sorvete é eterno… O eterno sorvete! O slogan muito bom para a vida, não é? Então esse é o meu plano, se não for bem sucedido com os filmes, esse será o meu negócio.

Mas, na verdade, se você não fosse um ator, o que você faria?
Eu desenharia. Eu sei fazer desenhos muito bons. Então eu, provavelmente, seria um cartunista.

Nós diríamos que você não se interessa apenas pela telona – você também fez uma peça para o rádio…
Sim, fiz um papel em que eu lia – na série para a BBC Radio Baggy Trousers – essa foi uma das melhores coisas que já fiz no meio tempo. No rádio, as pessoas não podem ver seu rosto, seu corpo, sua expressão, seus gestos. Tudo isso deve ser substituído pela sua voz – é a única coisa que permite aos ouvintes de imaginar o protagonista. Por isso que acho as peças para o rádio tão interessantes. É mais interessante criar um personagem tendo apenas uma ferramenta à sua disposição. Eu também emprestei minha voz para Peter Pan, em um documentário. E minha irmã disse que foi o Peter Pan mais realista que ela já tinha ouvido. Esse foi o melhor elogio que já recebi.

Do que mais você gosta, além de atuar e desenhar?
Guitarra. Golf. E pizza. Não poderia sobreviver sem isso. E também o meu monociclo, é uma bicicleta com uma roda só. É muito legal. É só para os ruivos. Especialmente para aqueles que querem se tornar palhaços de circo. Mas na verdade – é muito extremo, ajuda a desenvolver o seu senso de equilíbrio.

E garotas?
Perto do monociclo. Para treinar o equilíbrio. Coisas estranhas aconteceram. Por exemplo, eu tenho três irmãs, e todas elas gostam de usar leggings. E eu acho que são as roupas mais ridículas da Terra. Então quando elas usam cores como verde claro, amarelo e fúcsia, isso me faz ver a estranheza das garotas.

Seu pior defeito?
Rir sem motivo. E nos locais mais inapropriados. Eu não consigo parar de rir no set de Potter. Gargalhando e tudo. Eu não consigo parar, nem mesmo durante as cenas mais dramáticas.

Você tem sonhos estranhos?
Nunca lembro dos meus sonhos. Eu durmo como um morto. Mas recentemente tive um pesadelo. Nele, uma das minhas irmãs tinha virado uma colher porque ela tinha ficado muito doente. Então a estávamos levando – no sonho – para o hospital… Você sabe. Eu estava muito assustado. Porém, de um ponto de vista mais feliz, tudo isso parece absurdo e ridículo… Depende de como você vê. Eu acho, mesmo nas piores coisas que acontecem com a gente, nós sempre conseguimos achar algo engraçado.