As Relíquias da Morte ︎◆ J. K. Rowling

Alvo Severo como protagonista de HP8? Novidades do Epílogo de RdM

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O site Harry Latino teve acesso à entrevista completa que JK Rowling prestou no Starbucks há algumas semanas. O interessante da entrevista são os comentários emocionantes da autora sobre o epílogo de RdM, incluindo Alvo Severo (‘aquele que mais a interessa’, segundo ela).
Aos fãs que não apóiam a continuação da saga, uma (boa?) notícia: J.K. declara que o quadribol é um entrave para o oitavo livro. E, para concluir, ela comenta a reação do trio ao avistarem o Véu da Morte no clímax de Ordem da Fênix.

Harry Potter 8:“O que me mantém longe de Hogwarts na próxima geração é ter que voltar ao quadribol, a menos que decida que meu herói, nessa ocasião, não pudesse jogar quadribol. Nesse caso, poderiam ter aventuras enquanto outros jogam quadribol […] Mas não, não estou planejando isso [HP8]. Eu falo repetidamente que quem sabe em dez anos.”

O Véu: “Queria que houvesse um conflito aqui, de forma que meus três personagens principais (quando chegam a sala onde se estuda a morte no Ministério da Magia) Hermione, a pessoa super-racional e cética até o fim, não ouve nada atrás do véu e se assusta; Rony fica tenso: Rony é alguém que não enfrentaria algo mais profundo que uma cerveja, se puder evitá-la; Harry o aceitou, e aqui é ligeiramente imprudente, porque Harry não faz nem idéia de como pode ser perigosa a atração da morte para um adolescente.”

Atualizado: Você pode ler a entrevista traduzida na íntegra em notícia completa.

Gracias Harry Latino via SS.

J.K. ROWLING
Harry Latino ~ El Cronista de Salem
25 de março de 2008
Tradução: Virág Venekey e Vítor W.

Harry Latino teve acesso à entrevista completa que Rowling concedeu faz semanas no Starbucks, incluindo declarações novas e bastante interessantes relacionadas com o Epílogo. Leia os comentários da escritora que o repórter cortou da edição impressa por serem de interesse exclusivo para os fãs.

Se na versão impressa Rowling admitia que o quadribol a impedia de escrever um oitavo livro, agora conhecemos a motivação. “O que me mantém longe de Hogwarts na próxima geração é ter que voltar ao quadribol, a menos que decida que meu herói, nessa ocasião, não pudesse jogar quadribol. Nesse caso, poderia haver aventuras enquanto outros jogam quadribol”.

“Sempre digo que não diria nunca”, lembra ela, “mas não está nos meus planos. De forma divertida, durante a filmagem do documentário eu disse que Harry e Gina teriam três filhos e que o do meio é o que me interessa mais…”.

O repórter mantém a conversa em Alvo Severo Potter: “Deus, que peso dar a uma criança esses dois nomes. Absolutamente cruel você não acha? ”, diz entre risadas. “Não somente porque são nomes horríveis, mas também pela história que há atrás deles. Mas não, não estou planejando isso. Eu falo repetidamente que quem sabe em dez anos”.

Posteriormente, Rowling volta ao assunto do Epílogo de Harry Potter e as Relíquias da Morte: “Só chorei uma vez durante o processo de correções e isso foi quando editei o sétimo. Estávamos falando sobre o Epílogo e a primeira versão do Epílogo teria informação demais. Eu tinha o impulso de dizer tudo para que se soubesse quem eram as crianças de cada um. Assim que criei soava mais impressionista e escutava as suas vozes entre a neblina; gosto mais da versão final. Na primeira versão tinha o Teddy Lupin, e quando falamos em cortá-lo eu disse: “Tenho que mencionar o Teddy” e comecei a chorar. “Eu preciso saber que ele está bem, preciso saber que ele está bem”, exclama. “Obviamente o leitor, eu só precisava decidir que ele estava bem, que era feliz, que tinha uma namorada e que Harry estava envolvido na vida dele. Tinha que mostrar como Harry carregou a tarefa e que era fisicamente pai não apenas de seus filhos, mas também de Teddy. Ele não fugiu de suas obrigações, ele foi o padrinho porque quis ser e não por obrigação”.

Deixando o final de lado, Rowling retoma um velho assunto: o Véu da Morte: “Queria que houvesse um conflito aqui, de forma que meus três personagens principais (quando chegam à sala onde se estuda a morte no Ministério da Magia) Hermione, a pessoa super-racional e cética até o fim, não ouve nada atrás do véu e se assusta; Rony fica tenso: Rony é alguém que não enfrentaria algo mais profundo que uma cerveja, se puder evitá-la; Harry o aceitou, e aqui é ligeiramente imprudente, porque Harry não faz nem idéia de como pode ser perigosa a atração de morte para um adolescente”.