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Michael Goldenberg fala sobre trabalhar com JK Rowling
//Por Ohanna Schmitt - quarta-feira, 29 de outubro de 2008 às 21:21

Depois de um certo tempo afastado, Michael Goldenberg, roteirista de Harry Potter e a Ordem da Fênix, falou recentemente em um artigo publicado no site Variety como foi a experiência de ter trabalhado um filme como este, algo muito mais complicado do que aparenta ser…

“Fui realmente encorajado a encontrar a melhor forma de fazê-lo funcionar como um filme, e, com freqüência, isso exigiu a sugestão de algo que não estava no livro. Acabei escrevendo muito mais material original que esperava.”

Ele dá ênfase à relação entre Harry e Sirius Black, que conduz a um momento crucial para o personagem principal. Também ressalta a a diferença entre fazer um livro e adaptá-lo para os cinemas.

“Não há uma cena real no livro na qual eles têm uma conversa sincera,” diz o roteirista. “Em um livro de 870 páginas, Rowling pôde fazê-lo feito gradativamente com uma pincelada aqui e uma fala ali, e isso tem um efeito acumulativo. Mas não temos esse tipo de oportunidade no filme. Rowling tem visto o que faz de um filme, bom; um processo de tradução que dá mais valor à capturar do espírito que de uma letra tem mais sucesso.”

Thanks, SS.

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Entrevista com Goldenberg e fotos
//Por Victor Costa - terça-feira, 10 de abril de 2007 às 10:18

Depois de uma entrevista falsa publicada ontem, o The Leaky Cauldron divulgou uma conversa que tiveram com Michael Goldenberg, roteirista responsável pela Ordem da Fênix. O principal assunto foi o filme. Leiam um trecho abaixo.

Você poderia me dar um exemplo de corte que você fez e queria muito não ter feito?
Eu sei que houve toda aquela controvérsia sobre a subtrama de Rony com o Quadribol. Detestei cortar tudo. Mas naquele caso, foi devido ao fato de não ser uma trama central para a história. Havia tanta coisa com o que lidar, que, logo no início, todos nós sentimos que esse trecho não faria parte do filme. O espírito da subtrama, o fato de Rony estar crescendo como personagem, enfrentando desafios e conseguindo seus direitos assim como Harry, tudo isso tentamos inserir de outras maneiras no filme, o quanto foi possível. Então, você sente como se, mesmo que os detalhes da história não estejam lá, seu espírito está presente. Sinto que foi isso que fizemos.

A tradução completa da entrevista você confere aqui.

Além disso, a WB lançou mais uma nova foto do quinto filme, onde Harry aparece sentado na sala com a Profª. Umbridge, provavelmente cumprindo sua detenção. Para vê-la em nossa galeria, clique aqui.

Editado: a entrevista na íntegra já está disponível clicando aqui.

MICHAEL GOLDENBERG
Tradução: Eduardo Andrade

Na noite passada, Leaky teve o prazer de entrevistar Michael Goldenberg, o roteirista de Harry Potter e a Ordem da Fênix. Após uma entrevista falsa espalhada on-line ontem, falando que o escritor disse que o quinto filme poderia sofrer devido aos cortes e que J.K. Rowling estava tão insatisfeito com o trabalho da WB que queria entrar no grupo dos roteiristas para os dois últimos filmes, Mr. Goldenberg queria fazer essa gravação assim como se apresentar para os fãs de Potter.

Essa entrevista exclusiva é a primeira publicada sobre o trabalho do Sr. Goldenberg no quinto filme de Potter. Nele nós descobrimos que o Sr. Goldenberg (que quer ser chamado de “Michael”, mas nós não vamos atender isso ainda) foi cotado para adaptar a Pedra Filosofal. Nós falamos sobre a sua colaboração (e muitos encontros) com Jo Rowling e o que ele pensa sobre as chances dela de se tornar uma roteirista. Nós conversamos sobre a tentação da ficção científica e fantasia em filmes, e porque ele não vai ficar para o filme seis. Nós falamos sobre ser nerd, como um filme alienígena pode preparar alguém para Potter, Luna como escritora, Harry como um líder, o trio como o suporte emocional da história, e os pequenos retoques que ele finalmente convenceu Jo a adicionar ao roteiro.

E, é claro, ele fala sobre o desafio inerente considerando o filme, e como ele tentou evitar o corte do quadribol.

“Eu odiei cortar alguma coisa”, afirma ele. “O ataque no coração é sempre, “O que tem que perder? Para o que você não encontra lugar?”

Sr. Goldenberg é um homem de fala tranqüila que parece nunca ter esperado tanto interesse no que escreve, ainda mais uma coisa fictícia. Ele diz que também vai estar na livraria à meia noite de 21 de julho. E ele queria assegurar que todo mundo soubesse o quanto aquele livro e esse filme, e o mundo de Jo, e Harry Potter significa para ele.

“Não é só David Yates, e David Heyman, e eu, e os atores,” afirma ele. “É sobre milhares de pessoas que estão trabalhando, fazendo o trabalho dos bastidores, e noites sem fim, e se matando para fazer isso adequadamente, e aqueles efeitos especiais terminados, porque eles amam esses filmes, e eles realmente se preocupam com eles. E esses filmes são seu legado. Eles estão muito orgulhosos desses filmes, e eles devem estar… Acredite em mim, nós nos preocupamos o tanto que é possível se preocupar.

A entrevista segue abaixo. Foi transcrita numa velocidade e eficiência surpreendentes pela nossa equipe: Kimmers, Marymann, Stephanie, Jeffery, Kelli, Sarah e Lysh. Foi organizado pelo nosso editor de notícias Edward, e ajudado pelo seu escritor de noticias, Sue. Eles realmente merecem um grande-O e são mais responsáveis por esse post do que qualquer um. Obrigada, rapazes.

-*-

Melissa Anelli (MA): Oi, Sr. Goldenberg, é um prazer…
Michael Goldenberg (MG): Por favor, me chame de Michael. Oi, Melissa

MA: Bem, é um prazer encontrar você.
MG: Você também!

MA: Perdão pela loucura de hoje.
MG: De certa forma é engraçado, né?

MA: Você é meio que um enigma para os fãs de Harry Potter.
MG: Hm, eu não queria ser!

MA: (risos) Bem, como nós nunca tivemos…
MG: Eu tenho estado ocupado.

MA: Sim. Nós realmente não temos ouvido muito até agora. E então, hoje, uma reportagem apareceu on-line dizendo coisas que não são exatamente corretas; como que você está descontente como filme e infeliz com o trabalho e que você acha que pode ser o menos favorito entre os filmes.
MG: Sim, foi meio alarmante mesmo, ver isso. Nada poderia estar mais longe da verdade. Ao menos que eu tenha um gêmeo malvado por aí que eu não saiba.

MA: Bem, o senhor trabalhou em grandes filmes no passado. Esta é a primeira vez que algo de tão extremo aconteceu?
MG: Oh, com certeza! Eu acredito que na maioria das vezes as pessoas não pensam muito sobre o roteirista. É como deve ser, o filme deve ser o que todos prestam atenção. Mas acho que com Harry Potter, tudo é relevante e parece que alguns caras estavam procurando aparecer e conseguiram. Mas eu acho que é meio surpreendente.

MA: Agora, algumas coisas que foram ditas, quero chegar especificamente. A primeira foi que você ainda não se encontrou com Jo (Rowling), apenas por alguns e-mails.
MG: Não é verdade! Não, na realidade, nos encontramos várias vezes. Primeiro, a conheci antes de começar a trabalhar no filme, em Edimburgo. E ela não poderia ter sido mais simpática ou solidária depois ou durante o processo inteiro. Ela tem sido incrível.

MA: Como você tentou se aventurou a escrever um roteiro de um livro de 900 páginas?
MG: Sabe, isso é engraçado, poucos me perguntam isso. Embora o livro seja o mais longo da série no que diz respeito à quantidade de história e material narrativo, não é muito diferente dos outros livros; existem apenas mais detalhes e algumas sub-tramas que se afastam da trama principal, mas a história central é bastante manejável. Quero dizer, o ressentimento é sempre “O que você tem que perder? O que você pode favorecer?”

Mas David Yates e eu trabalhamos do início – ambos gostamos de filmes densos e generosos, da mesma maneira que os livros são, e procuramos em cada oportunidade colocar dentro do filme tudo o que foi possível. E quando não conseguimos, meio que prestamos homenagem a essa parte, para tê-la como pano de fundo, como se ela pudesse estar ali, mas fora de cena. Afinal, nós dois crescemos vendo aqueles tipos de filmes em que cada vez que você reassiste, vê mais e mais detalhes. Sim, somos nerds viciados.

MA: É um elemento importante entre os fãs de Potter.
MG: Sim!

MA: Certos fãs ficam realmente furiosos quando os menores detalhes são cortados. Parte dessa reportagem diz que você tinha dado um apelido ao roteiro, “Harry Mãos-de-Tesoura”, devido a todos os cortes que tiveram que ser feitos.
MG: Sabe, tenho que parabenizar essa pessoa. Muito criativo! Ela obviamente gastou algum tempo pensando nisso, mas não, não foram palavras da minha boca.

MG: Você poderia me dar um exemplo de corte que você fez e queria muito não ter feito?
MG: Eu sei que houve toda aquela controvérsia sobre a sub-trama de Rony com o Quadribol. Detestei cortar tudo. Mas naquele caso, foi devido ao fato de não ser uma trama central para a história. Havia tanta coisa com o que lidar, que, logo no início, todos nós sentimos que esse trecho não faria parte do filme. O espírito da sub-trama, o fato de Rony estar crescendo como personagem, enfrentando desafios e conseguindo seus direitos assim como Harry, tudo isso tentamos inserir de outras maneiras no filme, o quanto foi possível. Então, você sente como se, mesmo que os detalhes da história não estejam lá, seu espírito está presente. Sinto que foi isso que fizemos.

MA: Quero retroceder um pouco e falar sobre você, você como escritor, de onde você vem e como você esbarrou nesse mundo Potter.
MG: É, bem, eu conheci o [produtor] David Heyman anos atrás, quando ninguém, ao menos nos Estados Unidos, tinha sequer ouvido falar de Harry Potter. Eu acho que estava começando a virar um fenômeno no Reino Unido. Na verdade, Warner Brothers me mandou o livro e falamos sobre ele. Eu lembro de estar lendo o primeiro livro sem nenhum preconceito, sem ter visto nada de propaganda, e pensando “Uau, isso é incrível!”. Jo e eu temos a mesma idade, acho. É provavelmente presunção dizer, você sabe, mas se tivéssemos crescido juntos, nós teríamos adorado compartilhar histórias sobre esses tipos de livro. Eu teria lido esses tipos de livros. Nós estávamos meio que na primeira página desde o começo.

[Depois de ler o livro], David Heyman e eu começamos logo a falar do primeiro filme. E eles acabaram indo com Steve Kloves, que eu acho que era absolutamente o modo de ir, e eu acho que ele fez um trabalho incrível nos filmes. Eles definitivamente foram filmes grandes, dignos de encher um sapato do Hagrid. Foi um prazer do começo ao fim; é realmente meio que uma atmosfera familiar em toda a franquia. Você [Melissa] esteve lá, você foi aos cenários e em Leavesden [estúdio onde os filmes são filmados]. É simplesmente um sentimento de grande orgulho e preocupação com esses personagens e essas histórias, então eu me senti muito bem recebido desde o começo. Como parte da família, e David Heyman realmente deu o tom disso desde o começo.

MA: Como você sente que alguns dos seus outros filmes – definitivamente Peter Pan, mas até mesmo Contato – te prepararam pra essa história específica?
MG: Oh, eu estive me preparando pra esse tipo de história desde que comecei a ler! Esses são todos os tipos de livros que eu li enquanto crescia e emergia dentro deles, então eu me senti na verdade muito protetor com ele desde a primeira vez que li. Eu acho que, sabe, sempre que você ama um livro, você sempre tem medo: “Oh, o filme vai bagunçar tudo!”. Eu simplesmente amo tanto o livro e ele falou tão profundamente comigo, nesse caso em particular, pelo o que Harry está passando. Eu senti como se eu quisesse proteger a história e contá-la da melhor maneira que poderia ser contada, e realmente servir a ela da melhor maneira, e foi uma honra fazer isso.

MA: Há elementos, com o livro cinco especificamente, porque ele é tão grande e denso, como você disse, em que não se pode ser literal. Você tem que pegar o espírito de algo e às vezes traduzir em outra coisa, e você fez isso muito, muito com Peter Pan. Então você pode falar um pouquinho sobre alguns dos desafios que esse livro apresentou no sentido de atingir esse objetivo?
MG: Bem, é o desafio de qualquer adaptação. Realmente é, meio que, olhando a história do lado oposto de uma luneta.
Jo e eu até falamos sobre isso. Foi interessante, porque nossos processos são opostos, de certa forma. O prazer dos livros é que você pode parar. Você pode simplesmente se demorar e prestar atenção em todos esses maravilhosos detalhes, e passar quanto tempo você quiser simplesmente imergindo nesse mundo. Mas no filme, você realmente está traduzindo para outra língua. Primeiramente, você recebe uma enorme carga de informações só olhando para um quadro do filme, em termos de sentimento, tom e detalhe. É realmente um processo de tradução, onde o que você pode, no livro, demorar uma dúzia de páginas ou cem páginas para explorar de uma forma que você nunca vai poder no filme. Meu trabalho é encontrar um momento ou uma imagem ou uma frase que cristalize e destile isso, então nós podemos pegar a essência do que estava no livro. É realmente como traduzir pra outra língua.
Da mesma forma, desde o começo, tudo que nós queríamos fazer era um grande filme, que é o que Jo disse desde o começo. Ela quer ver um grande filme, também, e fazer um filme do qual ela ficaria orgulhosa e que orgulharia os fãs. Sou suspeito, mas eu definitivamente sinto que fizemos isso.

MA: Uma das coisas nesse relatório disse que Jo mencionou que haveria cortes que iriam assombrar os criadores dos próximos filmes. Eu sei que isso não era verdade, mas qual era o sentimento sobre os elementos que você teve que manter para servir aos próximos filmes? Alguma vez eles se tornaram um empecilho?
MG: De modo algum. De fato, como eu disse, Jo não poderia ter sido mais aprovativa e permissiva. Ela nos deu um reino aberto. Foi bem o oposto. A última vez que eu vi ela, eu estava meio que implorando por notas e dizendo “Por favor! Se tem alguma coisa, qualquer coisa, eu adoraria ouvir seus pensamentos nisso ou naquilo!” E ela, finalmente, veio com algumas notas, todas eu acho que colocadas imediatamente no roteiro. Coisinhas pequenas, na maioria. Mas como eu disse, nós não poderíamos ter pedido nada melhor em termos de colaboradores.

MA: Soa quase como se ela estivesse batalhando contra o instinto de dar sugestões para não ser um empecilho no seu processo.
MG: Eu acho que estava. E acho que houve respeito por isso. Eu não falaria por ela, mas eu acho que ela confia que, tendo nos conhecido, que todos nós – nós realmente queremos fazer um filme que ela ame. Eu digo, ninguém quer isso mais do que nós. Então, isso quase não precisava ser dito, entende? É só a base que estamos todos usando.

MA: Agora, porque o filme cinco? Porque não seis, sete, ou até dois ou três? Se você é fã há tanto tempo?
MG: Eu sinto que na verdade – e não sei o que isso diz sobre mim, mas eu sou peculiarmente bem ajustado para o cinco. É uma história mais sombria e mais psicológica e mais política que as histórias que vieram antes, e todos esses elementos são realmente interessantes pra mim – especialmente em termos de realmente se conectar com o que Harry está passando nesse filme, nessa história. É sobre essa jornada de ser alguém muito raivoso e alienado e se sentindo saindo do casulo pra ser alguém que realmente virou um adulto e um líder que vai levar a AD e todo mundo mais nessa batalha final. Acho que é uma transição chave pela qual ele passa e pela qual todos passamos nesse estágio da vida.
Eu senti isso desde a primeira vez que li, que eu sabia contar essa história. Sabe, eu vivi essa história. Não com relação a lutar contra as trevas, mas emocionalmente, como eu me sentia.

MA: Por que você decidiu não continuar [a escrever os roteiros]?
MG: Nesse caso, Steve queria tirar umas bem merecidas férias e depois estava pronto para voltar. Ele está lá desde o dia um e ele fez, como eu disse, um trabalho magnífico com eles, que eu estou feliz em ir para o lado e deixa-lo carregar a tocha.

MA: Quais são alguns de seus momentos favoritos? Você lembra de algum elemento que você escreveu e pensou “Sim! Acertei em cheio nesse!”
MG: São todos meus bebês. (risos) Todos esses momentos, cada momento, mas… Isso seria duro. Seria duro dizer.
Eu acredito que muitos dos momentos emocionais, obviamente, entre Harry e Sirius. Luna é alguém por quem eu me apaixonei desde o começo. Eu pensei que ela fosse realmente importante. Ela dá uma nova e importante cor pra história, para como Harry vê as coisas. No momento em que você conhece ela, com sua varinha atrás da orelha, você pensa “Ah, ela é uma escritora.” (risos) Fiquei apaixonado desde o começo.

MA: (risos) Isso é excelente. Nunca tinha pensado nela como escritora antes.
MG: Bem, eu não sei. Foi a varinha atrás da orelha, era o que ela me dizia.

MA: É.
MG: Mas aquele jeito inocente, combinado com a sabedoria dificilmente conquistada que vem do passado dela, e como ela e Harry se conectam por causa da similaridade. Mas principalmente, é uma história, eu acho, sobre Harry se reconectando em geral, e apreciando o que ele tem, e no centro disso, é claro, está sua amizade com Rony e Hermione. Isso sempre foi o coração da história, os três. Existe algo sobre esses três personagens, e esses três atores, que é tão poderoso. E as performances que David conseguiu, e que eles deram, estão simplesmente extraordinárias. Eu realmente acho que as pessoas ficarão abismadas. Eu realmente acho que foi levado a um nível completamente diferente.

MA: Trabalhar nesse filme mudou alguma coisa sobre sua experiência com a série Harry Potter?
MG: Eu sempre fui fã, e eu sempre realmente apreciei os livros em todos os níveis. Eu acho que viver com essa história em particular, é apreciar como ela é honesta, como é verdadeira, sobre a experiência da adolescência, e da jornada emocional que Harry faz.
Eu acho que esse é o patamar mais alto que você pode atingir na arte, é fazer verdadeiro, fazer que seja honesto. Eu acho que isso que é tão grandioso sobre os livros, é que além de toda a maravilhosa história, e personagens, e invenções, há um senso de verdadeira integridade, e uma honestidade, que essas são histórias vividas e contadas de dentro. Há algo bem orgânico, e bem do coração sobre elas. Como eu acabei conhecendo essa história muito, muito bem, eu vi como ela vai profundamente. É um tributo ao talento de Jo.

MA: É. Um dos mais explosivos comentários naquele relatório era que Jo disse que ela ficaria envolvida muito seriamente como roteirista no filme sete. Obviamente, só para eu ter certeza, isso é falso?
MG: Eu ri dessa. Eu ri de tudo, mas essa em particular, porque, pelo menos pelo o que ela disse pra mim, a não ser que ela tenha planos que não me contou, eu acho que essa seria a última coisa que ela iria querer fazer. Eu acho que os livros são os livros, e os livros sempre estarão lá, e é onde ela vive. Eu tenho certeza que se ela mudasse de idéia, e quisesse trabalhar no roteiro, ela seria bem vinda, mas pelo menos eu senti que ela está muito mais interessada em escrever mais livros, e novos livros, e novos mundos, e então…

MA: E novos filmes para adaptar.
MG: É.

MA: Então no que você está trabalhando agora? Você pode falar um pouco sobre seus outros projetos?
MG: Estou trabalhando num roteiro original, que ainda está sob os panos, sobre o qual estou muito animado, e espero poder falar mais sobre ele no futuro.

MA: Já tem um gênero definido?
MG: Eu acho que tem um pouquinho de um elemento de ficção científica nisso, mas é muito guiado pelo personagem. É engraçado, você me perguntou como algo como Contato me prepararia pra isso, mas eu realmente não acho que eles sejam tão diferentes, no sentido de que ambos se passam em realidades bem pesadas, na qual a história externa é bem fantástica, mas aquela história na verdade funciona como metáfora do que acontece internamente com os personagens. Isso é uma das coisas incríveis que os filmes pode fazer, que eles contam uma história em dois níveis. Eles entregam uma grande história, que é uma viagem fantástica, com efeitos fantásticos e suspense, mas ao mesmo tempo, você sente que é sobre algo muito mais profundo. E isso vai desde, digamos, O Mágico de Oz.
Existe uma razão que os grandes filmes de fantasia, e filmes de ficção científica, duram. É porque eles têm uma ressonância mais profunda do que a superfície da história. E eu acho que isso é verdade com Harry Potter, mais do que quase qualquer outra coisa. E é por isso que ainda estaremos lendo os livros e, eu espero, vendo os filmes, daqui a cinqüenta ou cem anos.

MA: Existe algo sobre todo esse incidente que você quer colocar um ponto final?
MG: Foi meio divertido. É um momento meio surreal. Esse é certamente o mais próximo que eu jamais chegarei na minha vida de ter uma experiência de celebridade, ou estar perto do olho do público, porque como escritor, você nunca está. E eu sou, na maioria das vezes, muito feliz com isso. Eu não tenho nenhum interesse em ser famoso, por exemplo, mas eu imagino que seja um pouco do que Brad Pitt experimenta ao ir para o supermercado. Você sabe, ele olha no tablóide, e está subitamente citando coisas que ele supostamente disse, que ele nunca disse. Sua primeira resposta é “Bem, isso é interessante. Algum teve bastante trabalho” mas é difícil ficar brabo com isso…
É bom poder colocar um ponto final, só porque pareceu que as pessoas ficaram chateadas, e estavam certas de estar, eu acho, sobre alguns daqueles supostos comentários.

MA: Parece que você teve uma reação de sensibilidade com os fãs, que você estava preocupado que os fãs achassem que você não estava tratando [o roteiro] com cuidado.
MG: É. Porque eu sou um fã, sabe? E eu acho que se eu lesse isso, como fã, sobre esse ou qualquer outro trabalho com o qual eu me importasse, eu estaria chateado em pensar que as pessoas que zelavam por aquela história que significava tanto pra mim estavam tratando ela de modo cavalar. E nada poderia estar mais distante da verdade aqui.
Todos nesse filme se mataram pelos últimos, sei lá, dois anos e meio? E não é só David Yates, e David Heyman, e eu, e os atores, são as sei lá quantas mil pessoas estão trabalhando, fazendo trabalho de quebrar as costas, e noites sem fim, e se matando para ter o protótipo pronto, ou aquele cenário pintado, ou aquele efeito especial pronto porque eles amam esses filmes, e eles realmente se importam com esses filmes. E esses filmes são o seu legado. Eles estão incrivelmente orgulhosos desses filmes, e eles deveriam estar. E então eu acho que o que foi um pouco perturbador era o pensamento de que nós não nos importávamos muito. E acredite em mim, nós nos importamos tanto quanto é possível se importar.

MA: Posso espremer uma pequena conversa sobre o livro sete? (risos)
MG: (rindo) [como quem diz “Nada de livro sete.”]

MA: Nada de livro sete? Certo. Você – isso é porque você sabe coisas sobre ele e tem medo de dizer algo?
MG: Eu teria que pensar nisso. Sem comentários. (os dois riem)

MA: É exatamente isso que os fãs querem saber. Se você chegou em um momento com Jo em que houve um “Bem, você não pode fazer isso por causa disso e disso e disso, e se você fizer isso…” Porque ela disse anteriormente que Steve Kloves provavelmente sabe mais sobre o resto dos livros do que quase qualquer um no mundo. Você sabe? Então…
MG: Eu estarei lá [na estréia] meia noite, como todo mundo mais, e eu estarei surpreso, tenho certeza, assim como todo mundo mais. Então não vou falar mais nada, eu acho.

MA: Isso é fantástico. Bem, muito obrigada.
MG: Isso foi ótimo, então obrigado

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Animais Fantásticos | Quem dirigirá os próximos filmes da franquia?
//Por Pedro Martins - quinta-feira, 06 de setembro de 2018 às 17:46

Por Pedro Martins e Vinícius Bonafé, com consultoria de Evandro Lira

David Yates se apaixonou pelo Mundo Bruxo de J. K. Rowling. Diretor dos quatro últimos filmes de Harry Potter e dos dois primeiros de Animais Fantásticos, ele não deve se afastar deste universo cinematográfico tão cedo. Não se depender de David Heyman, que produziu todos os dez filmes do Mundo Bruxo.

“Seria ótimo continuar com David Yates em todos os [cinco] filmes da franquia”, afirmou Heyman em entrevista ao POTTERISH no set de filmagem de Os Crimes de Grindelwald. “Ele é o único que parece ter energia o suficiente para aguentar”, explicou, ao se lembrar dos outros diretores de Harry Potter. “Chris Columbus, [que dirigiu os dois primeiros], ficou tão cansado que não conseguiu continuar. Foi por isso que contratamos Alfonso [Cuarón, para o terceiro]. Gostamos do trabalho dele, mas ele ficou esgotado. Então contratamos Mike Newell, que também ficou esgotado após dirigir o quarto.”

Para David Yates, energia é o que não falta. Enquanto trabalhava na pré-produção de Animais Fantásticos e Onde Habitam, o diretor estava finalizando A Lenda de Tarzan. Ambos estrearam em 2016. “Desta vez, como ele está trabalhando em apenas um filme, as possibilidades são infinitas”, reflete o produtor. “Eu amaria que ele continuasse nos próximos, mas vamos ver como ele se sentirá e para onde a história vai.”


David Yates com Jude Law (Dumbledore) no set de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald (Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Antes de Yates assumir Harry Potter, a franquia passou pela mão de três diretores. Conheça a trajetória de cada um deles:

Chris Columbus

A Pedra Filosofal e A Câmara Secreta

O entusiasmo de Chris Columbus com o universo mágico de J. K. Rowling foi determinante para sua contratação. Ele insistiu em ser o último entrevistado de uma lista com mais de 25 diretores cotados para o projeto, que incluía Steven Spielberg e Mike Newell, o futuro diretor de O Cálice de Fogo. Quem apresentou Columbus a Harry Potter foi sua filha, grande fã dos livros. Por isso, quando foi contratado ele já estava muito envolvido com os personagens e suas jornadas.

Ao estabelecer os principais elementos da identidade visual de Harry Potter, que se tornaria a terceira franquia mais rentável de todos os tempos, Columbus fez história no cinema. “Antes de Chris, ninguém sabia como era uma varinha, como era um feitiço, […] nem imaginava como jogar Quadribol”, relembra Mike Newell em entrevista ao livro Harry Potter: das páginas para as telas. “Chris, Stuart [Craig, o diretor de arte] e todos os outros envolvidos [no primeiro filme] interpretaram esse mundo para a tela e passaram para nós.”


Chris Columbus no set de A Pedra Filosofal

Alfonso Cuarón

O Prisioneiro de Azkaban

O mexicano Alfonso Cuarón assumiu a direção do terceiro Harry Potter depois do esgotamento físico e mental de Chris Columbus, que preferiu ser realocado ao cargo de produtor. Pouco familiarizado com o mundo de J. K. Rowling, ele aceitou o trabalho por incentivo de seu amigo e colega de profissão Guillermo del Toro, ganhador do Oscar por A Forma da Água (2017).

Encantado pelo viés político dos livros, Cuarón tomou decisões importantes para o desenrolar dos filmes seguintes. Com uma nova fotografia, trocando as cores quentes e alegres por tons frios e escuros de azul e cinza, a trama passou a ter um tom sombrio e de preocupação. Cuarón também adicionou um toque de realismo ao universo cinematográfico de Harry Potter, inclusive por meio da estética dos figurinos, e estabeleceu o castelo de Hogwarts como o cenário amplo e vívido que deveria ser.

Alfonso Cuarón no set de O Prisioneiro de Azkaban

Mike Newell

O Cálice de Fogo

Mike Newell já havia sido convidado para dirigir o primeiro Harry Potter, mas não estava disponível. “Fiquei muito interessado, […] mas, em uma das decisões mais catastróficas da minha vida profissional, disse com tristeza a David Heyman que não poderia aceitar o convite”, relembra. Anos depois, ele pôde aceitar o trabalho, tornando-se o primeiro diretor britânico da franquia.

As ideias de Newell para O Cálice de Fogo eram inspiradas no estilo Bollywoodiano. Embora tenha mantido as decisões estéticas de Cuarón, ele deixou sua marca por meio de elementos extravagantes e glamourosos, como a Copa Mundial de Quadribol, o Baile de Inverno e o próprio Torneio Tribruxo. Nos sets de filmagem, o diretor se tornou uma figura próxima dos atores, chegando a quebrar uma costela em uma luta com Oliver Phelps (Jorge Weasley) enquanto ensinava a ele e ao irmão como deveriam lutar depois de não conseguirem ultrapassar a Linha Etária criada por Dumbledore para proteger o Cálice.


Mike Newell no set de O Cálice de Fogo

David Yates

A Ordem da Fênix, O Enigma do Príncipe e As Relíquias da Morte – Partes I e II

Após a saída de Mike Newell, David Yates era uma escolha inusitada para assumir o cargo de diretor. Na época, ele havia dirigido apenas um filme e alguns projetos para televisão, mas sua veia política era justamente o que o produtor David Heyman buscava. Em A Ordem da Fênix, ele teria que lidar com um Ministério da Magia negligente e ditatorial, uma imprensa controlada e manipuladora e um grupo de bruxos obrigado a se rebelar.

Em seu primeiro ano como diretor, Yates, junto ao roteirista Michael Goldenberg, também estreante em Harry Potter, humanizou as tramas e os personagens. O Ministro da Magia, Cornélio Fudge, é um exemplo disso; é evidente aos espectadores que o motivo pelo qual ele está agindo de maneira ditatorial em A Ordem da Fênix é o medo. “David Yates sempre se referia a Harry Potter e a Ordem da Fênix como um filme político com ‘p’ minúsculo”, conta o roteirista. “Ninguém estava interessado em uma didática abertamente política. Era apenas o contexto.”


David Yates no set de As Relíquias da Morte – Parte II

O fator J. K. Rowling

J. K. Rowling desempenhou papel importante nas adaptações de seus livros para o cinema. Embora não estivesse ligada à produção, ela se reuniu com cada diretor para apresentar os elementos de seu Mundo Bruxo tal como funcionavam em sua imaginação. Ainda que todos tenham respeitado grande parte das sugestões e observações da autora, alguns preferiram combiná-los com as próprias decisões criativas.

“Apesar de já ter sido contratado, eu sabia que, se a primeira reunião com Jo não fosse boa, eu jamais iria dirigir o filme”, relembra Chris Columbus. “A Warner Bros. e David Heyman me disseram que eu precisava explicar a ela o tipo de filme que queria fazer.”

Alfonso Cuarón, o diretor que mais teve liberdade criativa durante o processo de adaptação, estava em contato constante com Rowling. Eles discutiam detalhes arquitetônicos de Hogwarts ao psicológico dos personagens. “Eu perguntava, […] e às vezes ela respondia que fazia todo sentido, […] dizendo que não havia pensado naquilo para o livro, mas que era fantástico e que devíamos seguir em frente. Em outras ocasiões, ela preferia que não prosseguíssemos porque iria entrar em contradição com o sexto livro, por exemplo”, explica Cuarón.


David Heyman, J. K. Rowling e David Yates no set de Animais Fantásticos e Onde Habitam

Você sabia?

As Cabeças Encolhidas, que guiam o motorista do Nôitibus Andante e decoram o Três Vassouras, são criações de Alfonso Cuarón, e não de J. K. Rowling. A autora não só aprovou a ideia, mas disse que queria ter pensado naquilo antes do diretor. Mais tarde, no livro O Enigma do Príncipe, Rowling fez uma menção a elas: quando os alunos são revistados ao chegarem em Hogwarts, o zelador Argo Filch confisca uma Cabeça Encolhida de Vicente Crabbe.

Leia também:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro de 2018.

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[Atualizado] Harry Potter ilustrando capa da Empire
//Por Junior Colares - segunda-feira, 02 de novembro de 2009 às 14:15

Passados alguns meses desde a exibição do sexto filme da série, Enigma do Príncipe, as publicações sobre os filmes vêm ficando cada vez mais raras. Porém, a revista Empire vai trazer, na publicação do mês de dezembro, uma edição com 10 capas diferentes, incluindo Potter.

Ela publicou que esta edição vai conter uma reportagem intitulada “Dez anos do menino bruxo. Dez anos de Daniel Radcliffe”, feita por Olly Richards. Além de Daniel, também terão suas capas publicas: Johnny Depp (Capitão Jack Sparrow), Heath Ledger (Coringa) e outros sete atores que você pode conferir clicando aqui.

Fiquem ligados no Potterish para novas informações!

Atualizado: Graças ao Snitch Seeker, vocês já podem conferir os scans da revista clicando aqui, e a tradução da matéria com várias citações do Dan em notícia completa!

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Leia sobre a trajetória de ‘Harry Potter’ nos cinemas
//Por Flavio Junior - segunda-feira, 06 de julho de 2009 às 13:22

O colunista Breno Ribeiro, do site de cinema PipocaCombo, escreveu um artigo acerca da trajetória da saga de Harry Potter nos cinemas, destacando os seus pontos positivos e negativos, até o esperado “Enigma do Príncipe”, que estréia próxima semana.
Sobre a série literária do menino-que-sobreviveu, o autor diz:

Os livros de J.K. Rowling sempre foram e sempre serão meramente infantis. Por mais que se tente negar isso, tendo em vista elementos mais obscuros e misteriosos em algumas das tramas, o final da saga assinado por ela, em 2007, comprovou o que já se sabia. Não que haja um julgamento de valor por trás da palavra ‘infantil’, pelo contrário, há apenas uma rotulação que, diga-se de passagem, já consagrou grandes escritores no passado. E isso Rowling é: uma grande escritora. […] Criou um dos mais maduros e sérios clássicos infantis dos últimos anos“.

O colunista continua a sua dissertação sobre os filmes da série, analisando o perfil de cada diretor em relação à adaptação pela qual foi responsável, e conclui falando sobre o sexto filme:

Dando uma breve olhada nos trailers e imagens liberadas pela Warner, há de se notar mais um passo além da infantilidade e em direção à seriedade que a franquia deve tomar. A fotografia obscura de Bruno Delbonnel e a direção segura de David Yates, provavelmente contribuirão para um maior amadurecimento da saga“.

Confira o artigo na íntegra em notícia completa ou clicando aqui

Faltam 8 dias para “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”!

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Novo set report sobre Luna, confirmada em RdM
//Por Renan Lazzarin - sexta-feira, 24 de abril de 2009 às 14:03

Escolhida a dedo pelos produtores para fazer Ordem da Fênix, a atriz Evanna Lynch se mantém desde então interpretando a excêntrica Luna Lovegood nos filmes da série. Agora, numa entrevista, a jovem confirmou que volta para as duas partes de Relíquias da Morte.
Segundo ela, os atores integrantes do trio principal estão dando duro desde fevereiro, mas ela só começa a trabalhar no próximo mês, maio. No decorrer da entrevista, ela também comenta sobre a fama recém-adquirida e os estudos, que concilia com as intensas gravações.

Como nota relacionada, depois de vários sites liberarem seus pareceres em relação ao sexto filme da série Potter, Enigma do Príncipe, o fansite TLC divulgou hoje a segunda parte de seus reports. E o assunto de maior destaque é justamente Evanna.

Num trecho, o diretor David Yates comenta o trabalho que tiveram preparando o famoso chapéu de Luna e como Lynch os ajudou:

“Temos artistas conceituais e desenhistas que trabalham no filme, que passam horas aqui no Leavesden elaborando essas coisas. Olhamos todos os esboços, […] mas não saímos da estaca; não conseguíamos fazê-lo funcionar. Então dissemos, ‘Ei, Evanna? Por que você não desenha?’ Ela pegou um bloco de papel e ficou até as quatro da manhã desenhando.”

Você pode conferir a resenha traduzida na íntegra, clicando aqui.

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe. O que esperar?
//Por Daniel Mahlmann - quinta-feira, 12 de março de 2009 às 18:06

Muitos fãs ficaram indignados e, outros, decepcionados após lerem o artigo do tabloide The Sun, onde foram exibidas algumas opiniões desgostosas a respeito de uma suposta segunda exibição de teste do filme Harry Potter e o Enigma do Príncipe na terça-feira, em Chicago.
Mais tarde, o Daily Mail também publicou um artigo, novamente citando quase em sua totalidade apenas opiniões negativas acerca do sexto longametragem. O curioso é perceber que praticamente todas as citações presentes em ambos os artigos foram retiradas de dois relatos publicado pelo Ain’t It Cool em setembro, após seus críticos assistirem ao primeiro test screening.

Diante de toda essa confusão, o nosso crítico de cinema Arthur Melo escreveu uma análise sobre o caso, iniciando com uma rápida retrospectiva dos diretores e roteiristas da série Potter, e finalizando com Enigma do Príncipe, onde deve reinar o equilíbrio entre os tons romântico e obscuro presentes no livro.

O texto pode ser lido na extensão!

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Concorra a uma vaga em laboratório intensivo com roteirista de “Ordem da Fênix”
//Por Daniel Mahlmann - terça-feira, 17 de junho de 2008 às 20:08

Todo ano o Sesc Rio promove o “Laboratório SESC Rio de Roteiros para Cinema”, que visa estimular e promover obras e autores, valorizando o ofício do roteirista e a função do roteiro na produção cinematográfica.

Este ano, porém, o tradicional laboratório inova ao abrir as incrições simultâneas para duas edições do projeto; adulta e infantil. Em ambas será necessário criar um roteiro de longa-metragem de ficção científica.

Os donos dos 10 melhores roteiros selecionados serão convidados a participar de um laboratório intensivo com a presença de consultores internacionais e brasileiros; um dos quais, de acordo com o Globo Online, será o Michael Goldenberg, roteirista do filme Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Se você se interessa por cinema, não perca essa chance! As inscrições vão até o dia 30 de junho e você pode fazer a sua através desse link. Confira também o regulamento infantil aqui e o adulto aqui.

O evento oficial de abertura do laboratório infantil ocorrerá no auditório do SESC Rio em 6 de outubro, e o laboratório intensivo será será realizado no SESC Nogueira de 7 a 10 do mesmo mês. Já o aduto terá o evento no dia 6 de outubro e laboratório de 4 a 7 de novembro.

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David Yates “tentado”, porém incerto para Relíquias da Morte dividido
//Por Vítor Ruwer Werle - segunda-feira, 10 de março de 2008 às 19:38

A tortuosa novela do “próximo diretor” dos filmes Potter não terminou ainda. É certo que em todas as vezes que é noticiado sobre um rumor ou uma simples manifestação de um membro da equipe, todos os fãs ficam alardeados e alguns esperançosos. E, com o Empire Awards de plano de fundo, ontem foi dia de mais um capítulo dessa história.
Sem grandes novidades para nós, o protagonista, David Yates, pronunciou-se a respeito. Antes do grande ato, pausa para comentar sobre seu mais recente prêmio de Melhor Diretor, e o período de conclusão das produções de Harry Potter e o Enigma do Príncipe durante a referida premiação:

“É uma verdadeira honra… Esse é o meu primeiro grande filme, é um voto de confiança, nós estamos filmando Enigma do Príncipe no momento e nós estivemos filmando por 5 meses, mas temos mais 2 meses de filmagens e eu mal posso esperar para trazê-lo ao público no outono, porque nós todos estamos realmente muito empolgados sobre ele. As coisas realmente andam para frente, então e muito animador.
Então é um dos grandes para um monte de gente, eu acho, não é?
Sim, na verdade é um livro incrível. Ordem da Fênix foi um livro um pouco complicado para se adaptar, mas Michael Goldenberg fez um brilhante trabalho. Ao contrário, em Enigma do Príncipe todos os dias é uma alegria no trabalho. E nós mal podemos esperar para trazê-lo ao público.
E você voltará para o sétimo?
Você sabe, nós temos falado sobre isso todos os dias. Eu realmente não posso dizer agora. Eu estou tentado.”

Embora nenhuma notícia até hoje tenha confirmado a estada de Yates até 2010 no posto de diretor da franquia Potter, continua sendo muito provável que o diretor do quinto e sexto filmes retorne. A primavera no hemisfério norte parece encurtar ainda mais a distância até a declaração tão esperada – e premeditada.
São esperadas mais informações do último filme durante a semana. Continue vigilante.

Fonte: The Snitch.

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OdF recebe 9 indicações ao Saturn Awards
//Por Daniel Mahlmann - quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008 às 17:23

O filme Harry Potter e a Ordem da Fênix recebeu nessa quarta-feira nove indicações ao 34º Annual Saturn Awards, que reconhece anualmente os melhores filmes da ficção científica, fantasia e do terror. Confiram abaixo as categorias nas quais o quinto filme apareceu:• Melhor Filme de Fantasia, ao lado de “Encantada”, “A Bússola de Ouro”, “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”, “Homem Aranha 3” e “Stardust”.
Melhor Atriz Coadjuvante por Imelda Staunton, ao lado de Lizzy Caplan (Cloverfield – Monstro), Marcia Gay Harden (The Mist), Lena Headey (300), Rose McGowan (Grindhouse) e Michele Pfeiffer (Stardust).
Melhor Atuação por Ator Jovem por Daniel Radcliffe, ao lado de Alex Etel (Meu Monstro de Estimação), Freddie Highmore (O Som do CoraçãoPonte para Terabita), Dakota Blue Richards (A Bússola de Ouro) e Rhiannon Leigh Wryn (Mimzy – A Chave do Universo).
Melhor Direção por David Yates, ao lado de “Sweeney Todd”, “The Mist”, “O Ultimato Bourne”, “Homem Aranha 3” e “300”.
Melhor Roteirista por Michael Goldenberg, ao lado de “Beowulf”, “Ratatouille”, “Onde os Fracos não Têm Vez”, “300” e “Sweeney Todd”.
Melhor Trilha Sonora por Nicholas Hooper, ao lado de “300”, “Sangue Negro”, “O Som do Coração”, “Encantada” e “O Ultimato Bourne”.
Melhor Figurino por Jany Temime, ao lado de “Sweeney Todd”, “A Bússola de Ouro”, “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”, “Stardust” e “300”.
Melhor Maguiagem, ao lado de “Grindhouse”, “30 Dias de Noite”, “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”, “Sweeney Todd” e “300”.
Melhores Efeitos Especiais por Greg Butler, ao lado de “Transformers”, “A Bússola de Ouro”, “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo”, “Homem Aranha 3” e “300”.

O quinto longa da série Potter só perdeu para o filme “300”, que recebeu 10 nomeações. “Sweeney Todd”, que conta com três atores dos filmes Potter em seu elenco, recebeu 8 indicações ao todo.

A cerimônia será apresentada por Robert Holguin no dia 24 de junho, e realizada na Universal City, na Califórnia.

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JK Rowling vence “Entertainer of the Year” de 2007!
//Por Daniel Mahlmann - segunda-feira, 26 de novembro de 2007 às 03:05

Conforme nós noticiamos, a autora JK Rowling estava concorrendo ao prêmio de “Entertainer of the Year” da revista Entertainment Weekly, ao lado do trio composto por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, e de várias outras celebridades conhecidas mundialmente.
A votação terminou e, saciando os desejos dos fãs, Jo venceu todos os outros indicados! A edição mais recente da revista traz a autora na capa e um desenho muito bonito, que vocês podem ver aqui.

Além disso, na revista também há uma interessante matéria dedicada exclusivamente à história de Jo, que cita todos os seus grandes feitos, as suas possíveis influências e explica um pouco sobre o seu estilo de escrita.

Claro, os livros são uma obra de arte, correram os murmúrios, mas não é essa mulher uma mera adepta de trombadinhas, alguém que sintetizou um pouco de Tolkien e uns traços de C.S. Lewis e algo de Lloyd Alexander e histórias de uma rica escola interna britânica em um comerciável, mas derivado, novo pacote?

Não. Como acabou acontecendo, os livros Harry Potter são muito mais ricos em sua progressão de luz para trevas, de infância para vida adulta, da simplicidade de livros em capítulos para a importância e varredura de romances épicos, e suas constantes, de livro-para-livro, re-calibrações do que seus leitores estavam preparados para absorver, eles provaram ser diferentes de qualquer coisa em um século de literatura infantil.

Leiam a matéria na íntegra clicando em notícia completa!

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OdF: Omelete entrevista a Equipe Técnica
//Por Vítor Ruwer Werle - quinta-feira, 12 de julho de 2007 às 06:50

Depois de muitos já terem visto o filme e colaborado com os gigantescos números de bilheteria produzido pela Ordem da Fênix, o site Omelete publica sua segunda entrevista com algumas personalidades deste quinto filme, a equipe técnica formada pelo diretor David Yates, o roteirista Michael Goldenberg e produtores

David Heyman e David Barron.

A conversa, que ocorreu em Londres, nos traz muito além das escolhas feitas para esta adaptação, no que diz respeito a cortes e atuações, mas já demonstra a euforia destes profissionais quanto ao próximo desafio: Harry Potter e o Enigma do Príncipe, com início das filmagens marcado para o segundo semestre do ano.
Abaixo alguns trechos:

HP5:
David Yates: Agora, quando chegou a minha vez, claro que tentei deixar minha marca nele, fazendo o meu melhor trabalho possível.
Cortes:
Michael Goldenberg: É sempre arrasador ter que decidir o que fica e o que tem que ser cortado na adaptação […] De qualquer forma, tentamos manter o espírito dessas histórias paralelas e de certa forma mostrá-las acontecendo ao fundo.

Você encontra a entrevista completa clicando aqui.

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Premiere dos EUA e cerimônia da calçada da fama
//Por Daniel Mahlmann - segunda-feira, 09 de julho de 2007 às 17:36

Ontem nós noticiamos aproximadamente 400 fotos de média e alta qualidade em nossa galeria, vindas de vários sites internacionais. Hoje o IESB divulgou, além de mais mil fotos de alta qualidade, vídeos com entrevistas com os atores! Utilize os links abaixo para vê-los:

Elenco
Dan Radcliffe | Emma Watson | Emma com os fãs | Rupert Grint | Imelda Staunton

Equipe Técnica
David Yates | David Barron | David Heyman | Michael Goldenberg


O espanto de Emma: Uma foto muito interessante foi tirada e divulgada pelo pessoal do The Snitch mostrando com impressionante espanto a atriz vendo algumas fotos de Daniel Radcliffe. Ficou curioso? Clique aqui e descubra você mesmo.

Lembramos que hoje será realizada a cerimônia em que os atores Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson deixarão a marca de suas mãos, pés e varinha na calçada da fama. As nossas correspondentes em Los Angeles, Carol, Laura e Amanda, estarão cobrindo tudo e trazendo ao Potterish informações, fotos e vídeos exclusivos!

Aguardem!

Thanks, HPANA.

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Mais e mais fotos da premiere dos EUA
//Por Daniel Mahlmann - segunda-feira, 09 de julho de 2007 às 06:31

É incrível a quantidade de fotos que saíram da premiere norte-americana em pouquíssimas horas! Algumas mostram, além do já esperado trio, os atores Chris Rankin e Imelda Staunton, e também membros da equipe técnica, como David Yates, David Heyman, David Barron e Michael Goldenberg.

Abaixo você pode conferir os vários links para as fotos:

Imprensa (Baixa / Média resolução):
Getty Images
WireImage
FilmMagic
Yahoo!
Ou através do nosso álbum na galeria, clicando aqui.

Fansites (Alta resolução):
EW.net
Harry Potter Trio
Ou condensados em nossa galeria, clicando aqui.

Cansaram?? Esperamos que não, pois hoje receberemos fotos e vídeos exclusivos, feitos pelas nossas correspondentes em Los Angeles! Aguardem!

Atualizado: Acaba de ser disponibilizado pelo IESB.net 1 mil novas fotos exclusivas da premiere. Você pode conferí-las clicando aqui. Elas serão disponibilizadas diretamente pelo Potterish em breve.

Thanks so much, HPFZ, EW.net and Harry Potter Trio!

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Premiere da Ordem da Fênix nos EUA
//Por Vítor Ruwer Werle - domingo, 08 de julho de 2007 às 10:47

Domingo será mais um dia quente pelo mundo Potter, pois hoje teremos a premiere da Ordem da Fênix num lugar muito especial: Hollywood, Los Angeles. O evento que promete agitar o Graumans Chinese Theater traz as grandes celebridades dos filmes como Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, o diretor David Yates,

David Heyman e Michael Goldenberg, entre diversos outros famosos.

As nossas enviadas em Los Angeles prometem cobrir todos os detalhes do evento, com muitas fotos e vídeos, que você confere em breve aqui no Potterish.
Então fique ligado!

Como na premiere londrina, você pode acompanhar o evento por câmeras diretas! Clique aqui e escolha pelas duas webcams disponíveis (necessário ter Java).

Atualizado: E eles estão chegando! Veja os atores Rupert Grint e Emma Watson desembarcando no aeroporto de Los Angeles, clicando aqui e aqui. Lembrando que o evento acontece a partir do meio da tarde, 15h30m e a exibição às 17h, ou seja, 19h30m e 21h no Brasil.
Valeu Carol e Faria!

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Notícias das premiere norte-americana
//Por Daniel Mahlmann - sexta-feira, 06 de julho de 2007 às 19:53

A premiere norte-americana de Harry Potter e a Ordem da Fênix será realizada no domingo, dia 8 de julho, em Los Angeles, Califórnia, no famoso Grauman’s Chinese Theatre. A Warner Bros divulgou a lista oficial de pessoas que irão comparecer ao evento. Abaixo segue-se a lista completa de pessoas do elenco e equipe técnica que confirmaram a sua presença:

Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Imelda Staunton, diretor David Yates, produtores David Heyman e David Barron e roteirista Michael Goldenberg.

A nossa equipe estará lá, cobrindo tudo especialmente para nossos visitantes, trazendo ao Brasil um conteúdo completamente exclusivo!

Aguardem!

Thanks, TLC.

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Monstro: porque ele não foi cortado de Ordem da Fênix
//Por Camila Galvez - quinta-feira, 05 de julho de 2007 às 17:05

Nossa colunista, Camila Galvez, continua nossa área de Colunas, partindo de uma declaração feita por J.K.Rowling a respeito de uma personagem que não poderia ser cortada do filme Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Acompanhe o texto que aponta quem pode ser esta personagem e qual a importância dela para o capítulo final da série.

Você pode conferir a coluna completa aqui.

Deixe seu comentário e feedback, é importante para nós e para o autor. Se quiser, sinta-se livre para comentar a coluna em nosso Fórum.

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OdF no Rotten e Omelete
//Por Victor Costa - quinta-feira, 05 de julho de 2007 às 05:31

Há alguns dias atrás, o Rotten Tomatoes abriu sua página de avaliação de Harry Potter e a Ordem da Fênix. Para quem não conhece o site, ele reúne opiniões dos mais importantes críticos do mundo, e dá o percentual de quantos deles aprovam determinado filme.

No caso da Ordem da Fênix, o filme conta, atualmente, com 88% de aprovação. Comparando com outros filmes da série, como a Pedra (78%), a Câmara (82%), o Prisioneiro e o Cálice (ambos com 89%), a Ordem está em uma posição realmente privilegiada (filmes do gênero, como Eragon e As Crônicas de Nárnia, estão com 16% e 76% de aprovação, respectivamente).

Além disso, o site ainda traz uma média das notas datas pelos críticos. Nesse ponto, a Ordem da Fênix não se sai tão bem, estando com uma nota de 6,6, a menor da série (a maior 7,8, de O Prisioneiro).

Lembrando que o site está em constante atualizações, mas que mais importante que a opinião dos críticos, é a sua!

Atualizado: O Omelete acaba de divulgar um texto prévio de como foi a coletiva de impressa com o elenco e diretor do filme.

Foi-se o fascínio juvenil, chegaram as agruras da vida adulta. É, sem dúvida, um dos melhores filmes da série – e desde já um dos meus favoritos da heptalogia.

Leia mais aqui.

A resenha do site sai dia 8 de julho.

Obrigado amigos do TheSnitch e Omelete.

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