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Stuart Craig fala sobre criação do MACUSA e da Nova Iorque de 1926
//Por Aline Michel - segunda-feira, 31 de outubro de 2016 às 14:22

O designer de produção vencedor do Oscar, Stuart Craig, deu uma entrevista ao SnitchSeeker contando detalhes sobre a decoração artística do MACUSA e sobre como foi trazer a Nova Iorque de 1926 à vida.

“Jacob, o personagem, vive de maneira pobre no Lower East Side, em um apartamento de aluguel. Já o banco e os escritórios às margens são maravilhosos. Então sim, esse filme, ele tem muito contraste, há algo do mal acontecendo, há um tipo de triangulo amoroso legal acontecendo ao mesmo tempo. Algo para todos, incluindo aqueles fazendo o design e aqueles fazendo o filme.”

O SnitchSeeker visitou o set de filmagens de “Animais Fantásticos” em dezembro do ano passado e teve a oportunidade de entrevistar alguns astros do filme. A entrevista completa Stuart Craig, traduzida em português, você pode conferir na extensão da notícia

Dirigido por David Yates e produzido por David Heyman, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” marca a estréia de J.K. Rowling como roterirista e chega aos cinemas brasileiros em 17 de novembro.

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Stuart Craig: “a fantasia de J.K. Rowling é um presente fantástico”
//Por Marina Anderi - sábado, 15 de outubro de 2016 às 13:12

Stuart Craig não é um nome desconhecido para os Potterheads, ele fez a direção de arte dos oito filmes da série “Harry Potter”, participou do design d’O Mundo Mágico de Harry Potter, tanto em Orlando quanto em Los Angeles, e agora também é o diretor de arte de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e dos outros quatro filmes que estão por vir da nova franquia.

Em entrevista ao Correspondente do Pottermore, Craig comenta sobre os últimos 16 anos dedicados a “Harry Potter” e o que a série significa para ele em termos profissionais e pessoais:

“O que me surpreende e me encanta é a variedade. Eu nunca, em momento algum, me senti preso. Sempre há algo diferente, novo e desafiador. Isso certamente me deixou profissionalmente satisfeito… Bem, não exatamente satisfeito… Eu ficava preocupado a maior parte do tempo, encarando uma folha de papel em branco, pensando, ‘Mas que raios eu vou fazer com isso?’ Esse tipo de medo nunca te abandona. Mas ele foi bem apoiado. O feito constante de J.K. Rowling é fazer com que cada novo livro fosse diferente de forma significativa. Embaixo d’água ou onde quer que seja, ela certamente manteve nosso desafio.”

Você pode ler a tradução da entrevista na íntegra na extensão deste post.

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Site do HP Wizard’s Collection divulga esboços da arte conceitual de Stuart Craig
//Por Daniel Mahlmann - quinta-feira, 21 de junho de 2012 às 14:38

O site oficial do box Harry Potter Wizard’s Collection liberou um novo gesto de varinha que, ao ser reproduzido, mais uma vez entrega material inédito aos fãs.

Agora foram disponibilizados dois esboços de arte conceitual criados por Stuart Craig, o diretor de arte de todos os filmes Potter, onde vemos o que parece ser um cemitério e a cabana do Hagrid, ambas com a assinatura do artista. A coleção incluirá esses esboços conceituais na dimensão 12,7cm por 17,8cm.

O box de 31 discos em Blu-ray já se encontra em pré-venda na Livraria Cultura por R$ 1.372,90 e tem envio previsto para a partir do dia 11 de outubro deste ano.

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Stuart Craig faz análise sobre seu trabalho com Hogwarts
//Por Andre Wynne - quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 às 13:51

Stuart Craig, o designer de produção de todos os filmes de Harry Potter, recebeu sua terceira indicação ao Oscar pela saga, e para promover seu trabalho em Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2, foi divulgada uma pequena análise de seu trabalho com Hogwarts, levando em consideração os pontos da imagem abaixo.

  1. Esta cena, do final da batalha épica, mostra Harry, Hermione e Rony em seu caminho para destruir a Varinha das Varinhas. Crédito mais recente de Craig: Dar uma mão no design d’O Mundo Mágico de Harry Potter, na Universal Studios Florida.
  2. “Esta ponte leva você para a porta da frente do grande hall. O set é feito de madeira compensada, e o castelo atrás é digital. A ponte é da clássica arquitetura normândica. Nos filmes de Potter nunca houve uma arquitetura distinta. Nós sempre nos divertimos com a mistura eclética de estilos desde que Hogwarts existe a cerca de 1000 anos. O viaduto é  de concreto onde a ponte foi feita, para parecer de granito” explica Craig.
  3. “As estátuas são trajes medievais de armaduras. Elas são primeiramente avistadas na entrada do Grande Salão em Relíquias da Morte Parte 2. Eles são feitas de isopor com uma textura dura na parte de cima.”
  4. “Os lampiões são feitos de inox que foram comprados numa loja de ferragens. Eles parecem ser vagamente romanos, o que mostra a história da arquitetura que nós puxamos para a concepção de Hogwarts.”
  5. Escritório de Dumbledore.
  6. “Hogwarts é um grande castelo gótico. Durante os primeiros filmes nós filmamos em locações na Durham Cathedral, Gloucester Cathedral e um pouco na Universidade de Oxford. Catedrais são muito mais ricas em detalhes arquitetônicas do que castelos. Durham é do período normando, do 11º/12º século. Gloucester é gótica, do 16º século. O castelo é feito de pedra para ter durabilidade. A pedra da montanha é a pedra do castelo. O castelo é uma extensão da terra.”
  7. A torre de astronomia, onde Dumbledore encontra seu destino.
  8. “A paleta de cores usada nos filmes foi restrita. Quando as crianças era mais novas e o mundo era mais otimista, as pedras de Hogwarts tinham uma coloração acalorada, cor de mel. Entretanto, enquanto os filmes foram ficando mais sombrios, nós literalmente escurecemos as paredes de Hogwarts.”

Vamos ficar na torcida para Stuart Craig e Stephenie McMilliam saírem vitoriosos do Oscar neste fim de semana!

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Parabéns, Stuart Craig!
//Por Equipe Potterish - quinta-feira, 14 de abril de 2011 às 00:01

Hoje o grande diretor de arte Norman Stuart Craig está completando 69 anos de idade. Stuart é certamente um dos membros mais importantes na equipe dos filmes de Harry Potter, uma vez que o visual dos filmes se deve à sua visão excepcional.

Stuart Craig nasceu em Norwich, na Inglaterra, e atua como diretor de arte e desenhista de produção há mais de vinte anos. Seus trabalhos mais notáveis, além da franquia Potter, são “Gandhi” (1982), “Ligações Perigosas” (1988) e “O Paciente Inglês” (1996), que lhe renderam seus três prêmios Oscar. Também trabalhou em filmes como “Superman – O Filme”, “O Jardim Secreto” e “A Missão”.

Em Harry Potter, foi o primeiro membro da produção a ser contratado por David Heyman e Chris Columbus. Criou todo o visual de Hogwarts e suas terras através de um mapa que J.K. Rowling lhe fez. O primeiro set de Pedra Filosofal que Jo visitou foi o Beco Diagonal, e a semelhança com aquilo que ela havia imaginado a fez chorar – uma prova do magnífico trabalho de Stuart. Além dos filmes, foi o responsável pelo visual do parque O Mundo Mágico de Harry Potter, a pedido da autora.

Seu trabalho impecável nos filmes da série lhe rendeu o BAFTA de Melhor Direção de Arte em 2005 pelo quarto filme da franquia, além de três indicações ao Oscar: Pedra Filosofal, Cálice de Fogo e Relíquias da Morte: Parte 1.

O Potterish deseja um feliz aniversário para Stuart Craig, e que Harry Potter ainda lhe renda muitos prêmios.

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Stuart Craig fala sobre seu trabalho em Harry Potter
//Por Daniel Mahlmann - terça-feira, 01 de fevereiro de 2011 às 22:18

A BBC entrevistou o diretor de arte da franquia Harry Potter, Stuart Craig, para falar de sua carreira e a indicação ao Oscar pelo seu trabalho em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. Em dado momento, Craig foi questionado sobre a série.

Como se sente agora que realmente terminou?
Fico muito contente por ter feito a franquia, muito satisfeito. Há algo bastante agradável em poder juntar tudo e dizer: eu participei de todos. Isso é muito gratificante. Fico feliz que acabou, porque obviamente dez anos é muito tempo e você meio que percebe que não é muito bom se acostumar, você deve seguir em frente e fazer coisas desafiadoras de formas diferentes, talvez fazer algo mais modesto, o que eu espero poder fazer. Mas, sim, estou realmente safisfeito de ter participado, é um fim muito emocionante, o último dia de filmagens foi um momento muito emocionante, a última tomada da última cena foi um momento verdadeira e profundamente emocionante para o elenco e a equipe, para todos os presentes. Algo bastante incomum, pois somos um grupo muito cínico e a maioria de nós começa e termina o dia sem muito alvoroço, mas esse foi especial.

Confira a tradução de toda a parte concernente a HP na extensão.

A cerimônia do Oscar será realizada no dia 27 de fevereiro!

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Stuart Craig indicado ao Art Directors Guild por HP7.1
//Por Daniel Mahlmann - quarta-feira, 05 de janeiro de 2011 às 22:28

O diretor de arte Stuart Craig foi indicado à edição de 2010 do Art Directors Guild, que reconhece os melhores trabalhos em produção de arte e direção de arte nas indústrias do cinema e da televisão, pelo seu trabalho em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1.

O sétimo longametragem aparece na categoria de “Melhor Filme de Fantasia”, a qual irá concorrer ao lado de “Alice no País das Maravilhas”, “A Origem”, “Tron – O Legado” e “As Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada”.

A premiação será realizada no dia 5 de fevereiro durante uma cerimônia em Beverly Hills, Califórnia. Desejamos boa sorte ao Craig, que está na série desde o início!

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Parabéns, Julie Christie e Stuart Craig!
//Por Equipe Potterish - quarta-feira, 14 de abril de 2010 às 00:01

Hoje, 14 de abril, é o dia em que se comemora o aniversário de dois membros da franquia Harry Potter: a atriz Julie Christie, que interpretou Madame Rosmerta em Prisioneiro de Azkaban, e Stuart Craig, responsável pela Direção de Arte de todos os filmes.[meio-2]

Julie, embora poucos saibam, é natural da Índia, e passou a morar no País de Gales com sua mãe adotiva após os seis anos de vida. Sua carreira artística, que começou em 1961, lhe rendeu muito sucesso e prêmios – 4 indicações ao Oscar, tendo vencido por “Darling – A Que Amou Demais” (1965). Já trabalhou em outras grandes produções, tais como “Tróia”, “Coração de Dragão” e “Dr. Jivago”.

Já Stuart Craig, que é natural da Inglaterra, tem uma carreira voltada aos bastidores dos filmes, desenhando e projetando diversos cenários. Apesar disso, é muito conhecido no meio cinematográfico pelas suas 3 vitórias no Oscar, que foram por “Gandhi” (1982), “Ligações Perigosas” (1988) e “O Paciente Inglês” (1996), e outras 5 indicações. Além dos filmes, Stuart também trabalhou juntamente com a Universal no O Mundo Mágico de Harry Potter, a pedido de J.K. Rowling.

A equipe Potterish deseja uma feliz aniversários para ambos!

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Filmagens da morte de Snape emocionaram Stuart Craig
//Por Marcelo de Lima - sábado, 20 de fevereiro de 2010 às 21:31

O jornal britânico The Telegraph entrevistou recentemente o produtor de design dos filmes de Harry Potter, Suart Craig, em uma visita feita aos estúdios Leavesden, em Londres. Stuart comentou acerca de sua carreira e seu trabalho na série Potter.[meio-2]Certamente o ponto alto da entrevista vem com a menção de Relíquias da Morte; Craig menciona o pomo de ouro na segunda parte do filme, “que se abre milagrosamente para revelar a Pedra da Ressurreição”, e a morte de Severo Snape:

“A última vez que chorei foi há poucos dias, quando filmamos a morte do personagem de Alan Rickman, Snape. É muito difícil chorar em uma exibição – quando vemos o trabalho do dia anterior – mas ele é um ator extraordinário e fez uma morte extremamente boa.”.

O artista também contou que todo o planejamento dos terrenos de Hogwarts foi baseado em um rascunho feito por JK Rowling há mais de 10 anos, no início de tudo. Ele contou quais são seus objetos favoritos dos filmes, o que ele mesmo criou para os longas, como vai se sentir quando a franquia terminar, e muito mais.

Graças ao RG.net, os scans podem ser vistos em nossa galeria através desse link. Estamos traduzindo a matéria e logo mais a traremos a vocês, continuem ligados!

Atualizado: A tradução na íntegra já se encontra em notícia completa!

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Categorias: As Relíquias da Morte, Parte 2



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Stuart Craig concorrendo em premiação da ADG
//Por Victor Garcia - sexta-feira, 08 de janeiro de 2010 às 18:20

A ADG (Associação dos Diretores de Arte) anunciou recentemente os nomeados para a premiação anual organizada pela mesma. E Stuart Craig, responsável pela Direção da Arte de Harry Potter desde o início da série, foi indicado pelo seu trabalho em EdP.[meio-2]Pareando com Craig, os outros também concorrentes desse ano são: Philip Ivey (Distrito 9), K.K. Barrett (Onde Vivem os Monstros), Scott Chambliss (Star Trek), Rick Carter e Robert Stromberg (sendo os dois últimos de Avatar).

Dentre os profissionais supracitados, o vencedor será anunciado no dia 13 de fevereiro na cerimônia de premiação anual a ser realizada no Hilton Hotel de Berverly Hills.

Além disso, é válido ressaltar que o nome por trás da direção de arte potteriana já recebeu, no ano passado, uma condecoração especial – considerando todos seus trabalhos já realizados profissionalmente.

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Stuart Craig fala sobre efeitos e sets de EdP
//Por Lorena de Assis - domingo, 28 de junho de 2009 às 14:36

Em uma nova entrevista, o diretor de arte Stuart Craig, presente na série Potter desde o seu início, fala ao LA Times sobre a produção do filme, além da criação dos sets para a sexta película da série. Ele comenta ainda sobre a decisão de cortar certas cenas do filme para encurtar a história.
Sobre este assunto, Craig comenta o funeral de Dumbledore:

Algumas das omissões ocorrem quando você tenta condensar o romance em um filme de duas horas. Isso acontece o tempo todo. Temos que cortar partes para o filme não ser muito longo. Estou pensando em Harry Potter 6, no exemplo do funeral de Dumbledore. Esse é o grande evento, mas, em última instância, decidimos que não podia ser feito por uma questão de tempo e comprimento de história. Na verdade, dramaticamente, não fornecer qualquer informação nova – não avançar a história ou narrativa.

A entrevista traduzida pode ser conferida na extensão!

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Categorias: O Enigma do Príncipe



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David Heyman e Stuart Craig falam sobre OdF, não EdP
//Por Daniel Mahlmann - quinta-feira, 27 de setembro de 2007 às 20:38

Nós já havíamos noticiado uma entrevista em áudio com o diretor do quinto e sexto filme Potter, David Yates, no site Voices from Krypton. Hoje eles divulgaram novas entrevistas com a equipe técnica, que também foram feitas durante a produção de Ordem da Fênix e, por isso, não tem novidades sobre o filme Enigma do Príncipe.
O produtor David Heyman fala sobre o sexto filme e o diretor David Yates, explicando a decisão de trazer Yates à cadeira de diretor pela sua notável habilidade de “trazer uma verdadeira realidade a tudo que ele faz”, o que Heyman acha que foi muito importante devido a natureza da história desses filmes.

Já o diretor de arte Stuart Craig conta várias técnicas utilizadas por ele para criar uma cena inteiramente digital no quinto filme de Harry Potter (a da Sala das Profecias), e como ele trabalhou em vários sets através da série. Ele menciona como os diferentes diretores durante os filmes criaram aproximações específicas (ele fala especialmente sobre David Yates, e o diretor de Cálice de Fogo, Mike Newell).

Para ouvir a entrevista, clique aqui – em inglês.

Thanks, TLC.

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Craig fala sobre Relíquias da Morte Parte 2 em entrevista
//Por Otavio Bergamini - sábado, 19 de fevereiro de 2011 às 14:43

O diretor de arte dos filmes Potter, Stuart Craig, concedeu uma entrevista a ArtInsights magazine falando sobre sua carreira, comentando como foi a construção de Hogwarts nas telonas e sobre alguns dos sets presentes nos dois últimos filmes da série, incluindo King’s Cross, Hogwarts destruída e a batalha final entre Harry e Voldemort.

SC: E, em seguida, na parte 2 a coisa mais importante é a destruição de Hogwarts, e eu não podia simplesmente ir lá e criar buracos no que tínhamos, eu tinha que reinventá-la em uma escala maior, uma construção em ruínas – a aparência tem que ser boa e forte – precisa ser projetada como uma ruína, em vez de só pegar o projeto original e destruí-lo.

Também a arquitetura em justaposição com as pessoas e a morte, sabe, como é descrito nos livros, eu me lembro muito bem dos corpos contra a arquitetura. O tipo de luz que você usar aí vai ser muito interessante.

SC: Sim, o grande ápice, a luta final entre Voldemort e Harry é no pátio em frente à escola e a luz – que é essencialmente o nascer do sol – é muito eficaz nessa cena. Devo dizer que eu ainda não a assisti, assim como você não viu a parte 2.

Ouça o áudio da entrevista neste link e fique ligado no Potterish para a tradução da entrevista na íntegra!

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Craig já criando EdP
//Por Eduardo - domingo, 11 de fevereiro de 2007 às 12:07

Sean Smith, da Newsweek, fez uma breve entrevista com Stuart Craig, o diretor de arte de Harry Potter, em que ele fala sobre as mudanças de filme pra filme e revela que já está trabalhando na criação de Enigma do Príncipe, além de contar sua antecipação pelo sétimo livro e o que pretende fazer quando colocar suas mãos nele.

Thanks Mugglenet and MSNBC.

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POTTERMORE: Saiba sobre o memorial de Salem dentro do MACUSA
//Por Anna Luisa Constantino - terça-feira, 26 de abril de 2016 às 14:15

Hoje(26) o correspondente do Pottermore conversou com Stuart Craig, designer de produção da Série Harry Potter e de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, sobre o “Memorial de Salem” que existe dentro do MACUSA (Magical Congress of the United States of America ou Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, em tradução literal).

Mais uma vez podemos compreender e imaginar um pouco do que veremos no cinema em “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Stuart, descreve com precisão vários dos detalhes criados no papel por J.K. Rowling e transportados por ele para o set de filmagens.

“Toda estátua representa alguém que perdeu sua vida nos Julgamentos das Bruxas de Salem de 1692. Ter esse memorial dentro do CMEUA (MACUSA, em inglês) prova quão profundamente esse evento marcou a comunidade mágica do mundo de Animais Fantásticos.”

Para ler o artigo na íntegra e em português, veja essa noticia em modo completo.

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POTTERMORE: Criando a Batalha de Hogwarts
//Por Pedro Martins - domingo, 10 de janeiro de 2016 às 10:55

Demos uma pausa na publicação das traduções dos artigos do Pottermore, mas as nossas equipe de tradução e transcrição não pararam de trabalhar e agora está na hora de voltarmos com os textos! Ontem, publicamos sobre como foi dar vida ao “Conto dos Três Irmãos” e, hoje, que tal sabermos como foi criar a Batalha de Hogwarts, ou seja, destruir os cenários para filmar as cenas épicas?

“‘Não foi apenas um caso de trazer caminhões de pedras e despejar todas no chão, tínhamos atores caindo sobre eles, correndo, por isso não poderiam ser pedras de verdade, pontiagudas’. Então, cada pedaço de entulho foi fabricado, individualmente, com isopor macio.”

A tradução na íntegra pode ser conferida no modo notícia completa e, para conferir outros artigos, acesse este link.

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CRÍTICA: Os Crimes de Grindelwald tem história demais para pouco tempo
//Por Marina Anderi - sábado, 10 de novembro de 2018 às 14:26

Ao ser anunciada como uma quintologia, Animais Fantásticos ganhou um escopo muito maior para explorar a história do Mundo Bruxo antes da jornada de Harry Potter. O primeiro filme, Animais Fantásticos e Onde Habitam, tem um enredo divertido, mas que serve somente para apresentar personagens. Ficou para sua sequência, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, a responsabilidade de apresentar de verdade os elementos que conduzirão a franquia.

Não é uma tarefa fácil. Em um Mundo Bruxo cada vez mais aflito em relação aos trouxas, Grindelwald (Depp) surge como um representante dos bruxos que não querem mais se esconder. Ele está atrás de Credence (Miller), por acreditar que o poder do rapaz enquanto Obscurial é a chave para sua ascensão. Dumbledore (Law) vê em Newt (Redmayne) a capacidade de alcançar Credence antes de Grindelwald e impedir seus planos. Tina (Waterston) também está atrás do rapaz, continuando o trabalho que começou no filme anterior. Queenie (Sudol), por sua vez, quer se casar com Jacob (Fogler) e, portanto, está cansada das leis bruxas que a impedem.

Pela quantidade de personagens citadas nesta tentativa de sinopse, é perceptível que o filme é cheio. Não apenas cheio, mas denso. São duas horas e vinte minutos que, apesar de não serem cansativas, são sentidas. Há o enredo de Credence, de Tina, de Queenie, de Newt, de Teseu (Turner), de Leta (Kravitz) e de Grindelwald. Eles se cruzam? Claro. Mas demora.

Os personagens adentram o mausoléu dos Lestrange (Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Ritmo talvez seja a questão chave deste filme. Ele inicia com a cena da fuga de Grindelwald do MACUSA, que, apesar de já ter sido vista quase inteiramente nos trailers, não deixa de ser confusa. Os movimentos de câmera somados à fotografia escura atrapalham o entendimento de quem está onde. Além disso, os aurores que Grindelwald derrota beiram à incompetência e, portanto, não trazem o nível de tensão necessário para a cena. Em seguida, o roteiro traz introdução atrás de introdução para situar o espectador sobre como e onde está cada personagem já conhecido, o que leva um tempo que mais tarde faz falta.

Por ser uma trama com muitos personagens, a maioria deles têm pouco tempo de tela. Enquanto Tina está muito mais elegante e segura de si, pronta para cumprir sua missão de uma vez por todas, Queenie parece de repente ter virado uma criança birrenta, distante da personagem carismática e alegre apresentada no filme anterior, e isso faz com que a resolução do seu conflito seja insatisfatória, pois ela simplesmente vira uma caricatura. Jacob continua divertido e carismático, e Newt mais uma vez se mostra um típico lufano, mas desta vez fica perdido no papel de protagonista ao perceber que a trama é muito, mas muito maior do que ele.

Queenie (Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Apesar do título do filme não se justificar pelos crimes, ao menos Grindelwald é o personagem mais forte do longa-metragem. Persuasivo e inteligente, é impossível não sentir um gosto de “quero mais” toda vez que ele sai de cena. Seu discurso é poderoso e tem uma lógica que o torna muito mais perigoso do que o vilão de Harry Potter, Lorde Voldemort. Grindelwald não suja as mãos, não se compromete. Ele manipula os outros para que sigam seus comandos sem perceber o que estão fazendo. Em uma cena de discurso de arrepiar o corpo inteiro, Grindelwald utiliza um momento histórico trouxa para cravar seu argumento. É sensacional.

O discurso de Grindelwald (Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

No que diz respeito a roteiro, apesar de diálogos ótimos, J. K. Rowling ainda não aprendeu a se conter e parece muito mais estar escrevendo um livro. Muitos elementos do filme não servem para nada, a ponto de um personagem simplesmente sumir no meio da trama. Há um enredo importante que, em vez de ser desenvolvido ao longo do filme, é jogado em uma cena grotescamente expositiva que faz com que a história perca quase todo o impacto. O roteiro tem falhas amadoras, mas a consequência disso é sentida no filme por um fator maior: David Yates.

Um diretor é o coração de qualquer filme. Ele é o supervisor geral por quem todas decisões grandes devem passar. Ao receber um roteiro abundante e muitas vezes confuso, o diretor precisa saber aproveitar o que é bom, cortar o que é ruim e ajustar o que pode ser melhorado. Além de não fazer isso, Yates pesa a mão em cenas de ação, de modo que o espectador não entende o que está acontecendo. Em uma cena reflexiva, sem movimento, ele usa uma câmera na mão que só embaça a tela; na primeira cena entre Newt, Leta e Teseu, ele aproxima tanto a câmera do rosto dos atores que, além de ser desconfortável, não há justificativa narrativa alguma.

A sorte é que o design da produção dá conta do resto. Stuart Craig permanece brilhante no seu décimo filme do Mundo Bruxo. Os animais fantásticos foram muito bem criados e é impossível não se encantar com um Zouwu rugindo. A casa de Newt, um grande habitat para várias espécies de criaturas, é um ambiente encantador, espaçoso e cheio de vida. A Paris da década de 1920 é charmosa e suas casinhas são apertadas e aconchegantes. O figurino de Leta e Tina se contrapõem no azul e vinho, feitos aparentemente do mesmo tecido, e a mudança de cor drástica das vestes de Queenie, mas que ainda mantém elementos coloridos, são grandes acertos da figurinista Colleen Atwood.

Zouwu (Foto: Warner Bros. Pictures/Divulgação)

Por fim, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é um bom filme, mas tem falhas muito aparentes. É necessário uma auto-avaliação por parte dos produtores para que a história seja encaminhada de maneira adequada até seu final, em 1945, ano em que acontecerá a batalha entre Dumbledore e Grindelwald. Em Os Crimes de Grindelwald há um passo maior do que o dado em Onde Habitam, mas ainda há muito chão até que a franquia se estabeleça de maneira correta.

P.S.: Os créditos são lindos. Vale a pena assisti-los!

Escrito por J. K. Rowling e roteirizado por David Yates, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro de 2018.

Leia também:

Marina Anderi é cineasta e gerente de marketing do Potterish

Revisão: Pedro Martins e Renato Ritto

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Conheça a casa de Nicolau Flamel em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
//Por Pedro Martins - sábado, 13 de outubro de 2018 às 17:32

Nicolau Flamel, o alquimista que criou a Pedra Filosofal, aparecerá em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. A revista norte-americana Entertainment Weekly revelou fotos do interior da casa do personagem, em Paris, onde Newt Scamander e Jacob Kowalski o encontrarão.


Foto: Jaap Buitendijk/Warner Bros. Pictures

“Criamos uma casa muito antiga, como se tivesse sido deixada de lado enquanto Paris se desenvolvia ao redor.”
– Martin Foley, supervisor de arte


Foto: Jaap Buitendijk/Warner Bros. Pictures

Uma casa antiga

No roteiro do filme, J. K. Rowling escreveu que Flamel morava na rua de Montmorency, na região histórica de Paris. O alquimista, que viveu do século XIV ao XV, realmente morava ali. No entanto, sua verdadeira casa não se parece muito com o set que o diretor de arte, Stuart Craig, construiu para o filme. “Criamos uma casa muito antiga, como se tivesse sido deixada de lado enquanto Paris se desenvolvia ao redor”, explica o supervisor de arte Martin Foley ao POTTERISH durante nossa visita ao set de filmagem, na Inglaterra.

No crescimento das cidades, prédios tradicionais são destruídos para dar lugar a grandes empreendimentos. Por amor à casa, entretanto, alguns moradores não aceitam a desapropriação. O imóvel então é mantido, mas destoa das outras construções. Foi com isso em mente que o departamento de arte de Animais Fantásticos construiu a residência de Nicolau Flamel.


Foto: Jaap Buitendijk/Warner Bros. Pictures

Uma roupa simples…

Para criar a roupa de Nicolau Flamel, a figurinista Colleen Atwood, que ganhou o Oscar por Animais Fantásticos e Onde Habitam, usou um tecido feito à mão, antigo e simples. “Como ele estaria em um ambiente laboratorial, decidimos criar uma roupa quase espiritual, que não chamasse muita atenção e que também parecesse um jaleco gasto”, explica.


Foto: Warner Bros. Pictures/Reprodução

… e uma varinha pomposa

Para criar a varinha do alquimista, o supervisor de modelagem Pierre Bohanna tinha em mente que o personagem é muito velho e tem um senso aguçado de arte clássica. Por isso, usou um chifre tortuoso no cabo da varinha. “Design de varinha também é aplicação de uma época”, explica, referindo-se ao art nouveau, estilo delicado e assimétrico.


Foto: Warner Bros. Pictures/Reprodução

Seis Pedras Filosofais diferentes

Devido à dificuldade que o vermelho translúcido traz para a iluminação de uma cena, foram criados seis modelos diferentes da Pedra Filosofal. “É uma cor que reage muito, então fizemos várias pedras, com densidades diferentes de vermelho. Todas no mesmo tom, mas em diferentes escalas”, revela Pierre Bohanna. “Se você está com a Pedra na mão, ela tende a ficar mais escura, meio que vermelho-sangue, mas se a segura contra a luz, ela fica muito clara.”


Foto: Jaap Buitendijk/Warner Bros. Pictures

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Escrito por J. K. Rowling e dirigido por David Yates, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro de 2018.

Pedro Martins é estudante de jornalismo e editor-chefe do Potterish. Ele viajou à Inglaterra a convite da Warner Bros. Pictures

Colaboraram: Nuara Costa e Rodrigo Cavalheiro
Revisão: Renato Ritto

Atualizado em 11/11/2018

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Categorias: Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, Direto do set



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