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Blog > Notícias em Destaque > Capa > [ATL 2] Transcrição da entrevista de J.K. Rowling para Oprah
 
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[ATL 2] Transcrição da entrevista de J.K. Rowling para Oprah
//Por Flavio Junior - sexta-feira, 01 de outubro de 2010 às 12:29

Como sabemos, a nossa J.K. Rowling concedeu uma entrevista para o Oprah Winfrey Show, gravada no Hotel Balmoral, Escócia, lugar em que Rowling terminou o sétimo livro, e com transmissão esperada para o dia de hoje. O programa já foi transmitido em Chicago e o The-Leaky-Cauldron postou suas atualizações sobre a entrevista, com um tipo de transcrição da conversa entra Jo e Oprah.

Sobre a pressão da imprensa, ela diz:

Aconteceu tão rápido para mim, e não deveria ter acontecido. É um livro para crianças, um livro para crianças que, repetidamente, eu dizia que não era muito comercial. Porque eu fui recusada muitas vezes. Eu me sentia como um Beatle. Mas havia quatro Beatles, então eles podiam virar um para o outro e dizer “Meu Deus! Isto é uma loucura!”. Eu não podia me virar para ninguém.

A respeito das críticas dos religiosos sobre seus livros:

Não estou promovendo nenhuma ideologia religiosa aqui, embora haja muitos elementos cristãos nos livros, especialmente em Relíquias da Morte. É uma alusão à ideologia em que eu fui criada. Mas, respondendo a pergunta sobre ser criticada daquela forma [por grupos religiosos]… Se eles se referem à parte obscura e assustadora, acho que é perfeitamente justificável para um pai dizer que o livro é um pouco maduro para minha criança, ou então para irem debater o livro juntos, lerem juntos… Isto é ótimo. De fato, é perfeito! Sobre o “Você não deve falar sobre bruxaria, você não deve ter bruxas ou magia em seus livros”, eu acho que isso não faz sentido.

E, sobre como foi terminar a saga Potter, revela:

Foi como ficar de luto. Foi algo imenso. Nós sabemos que as pessoas que amamos são imortais, nós todos somos imortais. Inicialmente, fiquei plena de orgulho e alegria, então eu chorei… como eu nunca tinha chorado antes. E somente duas vezes em minha vida eu chorei daquele jeito… Nesta e quando minha mãe morreu. Eu tive que chorar por Harry. Eles todos ainda estão em minha cabeça, eu poderia, definitivamente, escrever um oitavo, nono livro. Acho que terminei, mas você nunca sabe.

Quando perguntada se há uma parte dela que sente que “terá que superar Harry Potter”, respondeu:

Não, e já me perguntaram isto… interessantemente, as pessoas me dizem isso. Elas falam “Bom, sabe, você deve pensar como você irá superar Harry Potter?”. E eu, realmente, de verdade, não penso nisto. Foi maravilhoso, e foi insano algumas vezes. Foi divertido também, e estou tão grata que isso aconteceu. Eu amo as pessoas que leram os livros, eu dediquei o último livro para as pessoas que são queridas no meu coração, e a sétima parte da dedicação é para o leitor. Houve uma garota que veio até mim na rua, outro dia, ela surgiu na calçada… e ela deveria estar em seus vinte anos, e ela me disse “Você é a minha infância”. É como a coisa mais bonita que alguém já me falou.

Fique ligado no Ish, pois postaremos a transcrição completa em breve, assim como o vídeo com legendas assim que possível.

Atualização: Confira em notícia completa a tradução da cobertura da entrevista feita pelo TLC. O restante da tradução será postado em breve.

Atualização II:Confira a tradução completa na extensão da notícia!

J.K. ROWLING
Cobertura do TLC da entrevista de J.K. Rowling para o Oprah Winfrey Show

The-Leaky-Cauldron
01 de outubro de 2010
Tradução: Bruna Thalenberg e Sylvia Souza

Hoje, o programa exibido em rede nacional, Oprah Winfrey Show, divulgou que estaria entrevistando a autora de Harry Potter, J.K. Rowling. Essa entrevista está sendo transmitida agora de Chicago, e o Leaky terá atualizações ao vivo, citações e informações da entrevista enquanto está no ar. O twitter do Leaky também estará twittando durante a transmissão. Fique ligado no Leaky para as mais novas informações, transcrições completas e vídeos durante o dia!

  • A entrevista aconteceu no Hotel Balmoral na Escócia, aonde o último livro de Harry Potter foi finalizado. “Deslumbrante”, diz Jo. Sobre o hotel: “Bom, acabou sendo estimulante, pois eu estava terminando Relíquias da Morte e a faxineira chegava, as crianças estavam em casa, os cachorros estavam latindo e eu não conseguia trabalhar. E uma luz se acendeu sobre a minha cabeça, e eu tive a seguinte ideia: ‘Eu posso consertar isso com dinheiro. Eu posso resolver este problema. ’”
  • Sobre o fim do livro: “Foi quase como um luto. Foi colossal. Eu acho que, de um jeito, apesar de que eu sabia que isso estava por vir, todos nós sabemos que as pessoas que nós amamos são imortais, nós sabemos que nós somos imortais…”.
  • No começo, eu estava exultante, depois eu chorei como nunca havia chorado antes. Eu só chorei duas vezes assim na minha vida… Nessa e quando minha mãe morreu.
  • “Eu tive que chorar por Harry.”
  • “Eles ainda estão todos na minha cabeça. Eu poderia, com certeza, escrever um oitavo, novo livro.”
  • “Eu acho que terminei, mas nunca se sabe.”
  • Sobre a pressão da imprensa: “Me pressionou, eu posso dizer isso agora, pois estou livre disto. Naquela época eu sentia uma necessidade de negar o quão grande era a pressão porque era  o meu jeito de lidar com isso. Tudo aconteceu tão rápido pra mim, e não deveria ter acontecido. Era um livro para crianças, um livro infantil que me disseram repetidas vezes que não venderia. Recusado várias vezes. Era como ser um dos Beatles, mas eles eram quatro, e podiam virar um para o outro e dizer ‘Meu deus, que loucura!’, mas eu não tinha ninguém para me virar.”
  • Sobre as pressões: “Naquele ponto, eu continuava dizendo para as pessoas que estava lidando bem com elas.”
  • Um dia toda criança no mundo saberá seu nome, você sabia que seria verdade no mundo real? “Um dia eu me lembro de uma dose de realidade que tive. Eu estava escrevendo Pedra Filosofal e eu tive esse momento quando pensei, ‘O difícil vai ser publicá-lo, depois de pulicado irá vender”.
  • “Eu era uma pessoa que não acreditava em mim mesma, mas havia essa única coisa que eu podia fazer.”
  • “Eu nunca soube a coisa certa [a escrever] antes de Harry Potter.”
  • “Eu adoro uma palavra estranha.”
  • “Eu sou muito frustrada pelo medo da imaginação, não acho que isso seja saudável.”
  • “Eu não estou impondo nenhuma crença no livro, apesar de que há uma grande parte do imaginário cristão nos livros, especialmente em Relíquias da Morte. É uma alusão a um sistema de crenças que fui criada. Mas respondendo sobre ser criticada daquele jeito [por grupos religiosos]… Se eles estão falando sobre as partes mais sombrias e assustadoras, eu acho que é perfeitamente cabível a um pai dizer que é um pouco maduro demais para seus filhos, os que vão discuti-los juntos, ler juntos… Isso é ótimo. Na verdade, é perfeito! Agora sobre o ‘Você não deve discutir bruxaria, você não pode colocar bruxos e bruxas em um livro’, eu acho isso sem-noção.”
  • Sobre o que o dinheiro pode fazer: “É aquele momento em que você está em dúvida entre duas coisas e você pensa ‘Na verdade, posso comprar as duas.’”
  • “Eu me visto melhor. Mas, não é só sobre mostrar seu dinheiro se vestindo exageradamente!”
  • “Eu não consigo aceitar que sempre vou saber que vou ser rica sempre… Eu não quero virar complacente, não quero tomar as coisas como garantidas… Bom, eu estou falando uma grande besteira… Eu teria que ser muito burra [para deixar de ser rica], mas, eu ainda me preocupo. Não o tempo todo, na maioria do tempo as coisas são ótimas.”
  • Sobre o que o dinheiro lhe trouxe: “[O dinheiro] lhe liberta… é por isso que é como um superpoder. O luxo de poder se sentar e dizer: ‘Para onde devemos ir nas férias?’ e não estar limitado.”
  • “Não, eu não dirijo. Carros me assustam… Ultimamente eu tenho tido um motorista.”
  • Sobre pegar ônibus: “Ocasionalmente. No ano passado eu peguei ônibus.”
  • Você já tinha imaginado sua vida do jeito que ela é agora? “Não. Nunca. E realmente, de verdade, nunca. Ultrapassou ridiculamente o limite. Eu estava tão despreparada para isso, e isto é algo que acho que nunca falei sobre: eu era uma escritora. Eu não tinha ninguém perto de mim, tanto profissional quanto pessoalmente, quem poderia me ajudar quando eu tinha perguntas do tipo ‘O que fazer quando a imprensa está revistando nosso lixo? ’ Essas coisas realmente loucas que acontecem…
  • Se você é uma atriz, você espera isso, “Claro,” diz Jô. “Você sabe que se é extremamente bem sucedida estas coisas irão acontecer… mas se é uma escritora, nunca pensa nisso.”
  • Você fez as pazes com seu relacionamento com Deus, e você o chama de Deus? “Sim, eu chamo.” “[Amor] é um conceito que passa por todas as grandes religiões, sem exceção. Esta provavelmente é uma verdade entre todos os escritores, mas eu acredito no que acredito por causa do que escrevi. Por fim, antes de tê-lo escrito, no que eu acreditava? Eu provavelmente não saberia te dizer.”
  • “O amor vence. Quando alguém morre, o amor não é fechado como uma torneira.”
  • O que seu primeiro casamento disse sobre você? “Bem, eu acho que primeiramente, o mais importante a se dizer deve ser que eu faria de novo, passo a passo, para ter Jessica, que é incrível. Não me arrependo de nada. Eu acho que repeti padrões da minha família, como normalmente fazemos, ao escolher meu primeiro marido. Eu acho que isso me ensinou… tenho orgulho de isso ter me ensinado… que eu tinha um forte instinto de sobrevivência. Porque quando eu soube que era hora de ir embora, eu parti.”
  • Não posso fingir que saí daquele casamento me sentindo iluminada em qualquer sentido, eu me sentia chocada. Eu tinha um bebê muito pequeno e caminhei direto para a pobreza e a depressão. De um modo estranho, sim, foi bastante iluminador. Mas eu pensei muito após o fim daquele casamento. Principalmente sobre mim.”
  • “E foram sete anos até eu conhecer o homem certo, e precisava ser sete anos. Mas eu estava realmente preparada.”
  • O estranho é que uma semana antes de eu conhecer Neil – e espero que isso dê esperanças a todas as mulheres solteiras por aí – eu lembro de conversar com uma amiga e ela perguntar “O que você gostaria em um homem?” E eu disse que precisaria estar com alguém inteligente, porque realmente dou valor a isso. Gostaria que ele tivesse a própria carreira… sempre achei que esses seriam os pontos básicos. Integridade é muito importante e bondade, e uma forte certeza de quem ele é… estas eram coisas muito importantes. E ela olhou para mim e disse “Isso não vai acontecer!”
  • Sobre seu pai: “[Estar separada dele] comentar sobre isso não é uma coisa a se fazer sob os olhares do público.”
  • Você acha que algum dia irá fazer as pazes? “Não, não acho. Acho que é algo tão importante estar afastada de um dos pais que você deve ter razões bem fortes para fazê-lo.”
  • Você tem suas razões? “Eu tenho minhas razões. Não foi um bom relacionamento, do meu ponto de vista, por um longo período. Mas eu sentia a necessidade de agradar e mantive isso por bastante tempo. Mas então chegou uma hora em que eu parei e pensei ‘Não posso mais fazer isso.’”
  • Você lamenta que ele não possa fazer parte desse sucesso? “Bem, o afastamento aconteceu após o sucesso, então senti que ele estava lá por um momento. Sendo totalmente honesta com você, lamento muito mais que minha mãe nunca tenha visto nada disso. Isso estraga um pouco. Ela teria adorado.”
  • Sobre sua mãe e os livros: “Eu teria dito a ela, teria sim. E eu sei que ela teria gostado muito. Acho que comecei a escrever uns seis meses antes de ela morrer e nunca mostrei a ela.”
  • Você lamenta isso? “Sim, o que é estranho – é a vida, não é? – os livros não teriam sido o que são se ela não tivesse falecido. Digo, sua morte está em uma ou outra página nos livros de Harry Potter. Pelo menos metade da jornada de Harry é lidar com a morte, o que faz com os que ficam, o que significa morrer, o que sobrevive à morte.”
  • “Se ela não tivesse morrido, não acho que é muito forte dizer que não haveria Harry Potter. Os livros são o que são porque ela morreu.”
  • Os Dementadores vieram de sua depressão. “Depressão clínica é um péssimo lugar para se estar. Eu acho que tive tendências à depressão desde muito jovem. Tornou-se bem aguda dos 25 aos 28 anos; foram tempos sombrios. É a ausência de sentimentos, a ausência de esperança. Você não sabe que pode se sentir melhor. É tão difícil descrever para alguém que não sentiu isso, porque não é tristeza. Tristeza não é algo ruim, chorar, sentir. E foi por causa da minha filha que eu fui procurar ajuda.”
  • Discurso em Harvard: “Foi sem dúvidas a coisa mais assustadora que fiz em minha vida. Senti-me muito exposta porque eu não estava ali lendo palavras que já tinham sido aprovadas. Eu sempre estive no limite da fobia de falar em público. Então enfrentei muita coisa… há coisas como falar na TV que ainda não consigo fazer facilmente.
  • Estar no fundo do poço transformou-se em sua base, como usar o fracasso. “ Nunca se fala o suficiente sobre isso. Não conheço ninguém… que esteja morrendo de medo, que esteja preso aos seus próprios métodos, porque está com medo de falhar, e que não tentará por causa desse medo de fracassar.
  • “[Estar no fundo do poço] foi libertador. O que eu tinha a perder?”
  • O universo Harry Potter. “Poderia ser tão pior. Michael Jackson queria fazer o musical e eu disse ‘não’.”
  • Você controla tudo? “Não, eu tenho direito a opinar. Para mim, eu amo os filmes, eu amo os livros, e há elementos que são realmente divertidos sobre eles. Então, quanto ao parque temático, quando vieram até nós, vieram com uma proposta realmente extraordinária: era a arte, e eles poderiam bancá-la. E eu pensei ‘Sim, isto poderia ser extraordinário.’ Mas eu só queria fazê-lo se fosse para ser incrível. E realmente é. Se eu tivesse sido uma leitora [dos livros], adoraria ir aos parques.”
  • Do que você tem certeza? “Esta será complicada. Eu sei que o amor é o que há de mais poderoso. E eu me lembro que, nossa… estou prestes a chorar, mas me lembro que quando 11 de Setembro aconteceu [os atentados], todos aqueles últimos telefonemas foram sobre isso, a última coisa que direi neste mundo será “Eu te amo”. O que é mais poderoso do que isso? O que é uma prova melhor do que isso? Não é o medo, além da morte.

- Transcrição completa:

Oprah: “Em minha revista, tenho uma coluna chamada “Do que você tem certeza? E todo mês, quando a escrevo, estou pensando “Não tenho certeza de nada! De nada!”

Jo: (risos) Adorei você ter dito isso, porque eu pensei que se você me perguntasse do que tenho certeza, seria complicado.

Oprah: Estou colocando isso no prefácio dizendo que é difícil saber o que é uma certeza.

Jo: Sim, é sim.

Oprah: Mas do que você tem certeza?

Jo: Eu sei que o amor é o que há de mais poderoso. E eu me lembro que, nossa… estou prestes a chorar, mas me lembro que quando 11 de Setembro aconteceu [os atentados], todos aqueles últimos telefonemas foram sobre isso, a última coisa que direi neste mundo será “Eu te amo”. O que é mais poderoso do que isso? O que é uma prova melhor do que isso? Não é o medo, além da morte.

Oprah: É interessante que você tenha mencionado o 11 de Setembro porque penso sobre eles o tempo todo.

Jo: É tão… é um momento de definição em nossas vidas.

  • “É um momento de definição em nossas vidas. Eu lembro de pensar “Elas caíram?” – ligar a TV e ver. E entrei em pânico, porque tenho amigos em Nova Iorque, e mandei e-mails para dois de meus melhores amigos lá. Um deles é meu editor, Arthur Levine, e de um modo bizarro ele pôde me responder imediatamente. A última frase de seu e-mail foi ‘E eles dizem que não devemos ensinar às crianças sobre o mal.’”
  • Qual é seu sonho de felicidade? “Bem, no primeiro livro de Harry Potter, Dumbledore diz a Harry que o homem mais feliz do mundo e olharia no espelho e se veria exatamente como é. Então devo dizer que estou bem próxima disso.
  • Você escreverá mais? “Ah, definitivamente. Eu literalmente não consigo parar. Bem, você poderia atar minhas mãos, eu acho, mas eu preciso escrever para manter minha sanidade mental. Eu preciso escrever. Eu amo.”
  • Após o fenômeno: “Estou orgulhosa de tê-lo feito, mas esta é uma nova fase.”
  • Pergunta final: Há alguma parte de você que sente “Eu preciso superar Harry”? “Não, e me perguntam isso… de um modo interessante, as pessoas me perguntam isso. Eles dizem ‘Bem, você sabe, você deve pensar em como ir além de Harry’. E eu realmente não penso nisso. Foi extraordinário, e foi insano às vezes. Foi bem divertido durante um tempo, e estou muito grata que tenha acontecido. Eu adoro as pessoas que leram os livros, dediquei o último livro aos que queria bem, e a sétima parte disso é o leitor.”
  • “Houve uma garota que chegou para mim na rua outro dia, ela surgiu da calçada… e devia ter uns vinte e poucos anos, e disse para mim ‘Você é minha infância.’ É uma das coisas mais legais que já me disseram.”
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Comentários
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Oo | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

“ACHO que terminei”?


ana luiza | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

aaaa, tomara que ela continueee *-*


André | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Esse ‘Acho que terminei’ me soa a algo pro futuro ainda *-*


Joanna | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Essa J.K. acaba com a gente.

“[...] eu poderia, definitivamente, escrever um oitavo, nono livro. Acho que terminei, mas você nunca sabe.”

Ela poderia adicionar algo como:
“I’m also very fond of torture.”

Ps.: Antes que qualquer um diga alguma coisa, isso é uma piada.


Renato | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Fiquei muito feliz. Essa mulher é um gênio!

Bom, não sei se queria um livro novo de Harry Potter… para mim, não iria mudar muita coisa. Nós já sabemos toda a trajetória de Harry (pelo menos o seu emprego, vai, isso é a base de tudo u_u UHSAHUA) até a morte…

Então, para mim, não sei se gostaria… acho que a Jo passou por muita coisa. Superar o Harry seria mais uma etapa da vida dela.

E também acho que por ela ser uma escritora tão maravilhosa, não gostaria que ela fosse marcada como “A Autora de Harry Potter” e sim como “J.K.Rowling, a gênia”.
Estigmas para mim são ruins, em literatura. Não gosto de comprar um livro de qualquer outro autor, vamos usar a Meg Cabot aqui, com os dizeres “Da Autora de O Diário da Princesa”, porque O Diário da Princesa não foi uma das melhores séries de Meg Cabot e assim penso também de J.K.
Talvez, se ela tentasse utilizar o mundo bruxo, ou até mesmo criasse um novo mundo, mais adulto, o livro seria perfeito. De qualquer forma seria perfeito, considerando que quem o escreveu foi J.K.Rowling.

Bom, não sei se consegui me expressar direito. Espero que sim! :D


kamila | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Adoraria que a Jo escrevesse mais uma vez sobre esse mundo Potter, não especificamente sobre Harry Potter mas sobre alguém desse mundo. Acho que ela é genial o bastante pra nos prender mais uma vez memso que seja em uma história infantil. Escreva o que quiser Jo, mas escreva! Estamos todos ansiosamente esperando por um rabisco em seus papeis.
A magia não pode morrer.


Leidiane | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

tá, eu chorei lendo :cry:


Camila | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Deus, como eu quero essa entrevista completa! 8O

Ela poderia adicionar algo como:
“I’m also very fond of torture.” [2]

Hehehe, estou me perguntando aqui: será que sou a única que grita “NÃO!” ante a possibilidade de mais algum livro Potter?
Acho que a gente realmente sente falta é daquele período de espera, daquela expectativa para o próximo livro, as emoções ao ler mais um capítulo do que da história em si.
Creio que HP está completo. Foi tão bem escrito, tão bem amarrado e finalizado que não deixou pontas soltas. Harry completou sua jornada, acho que agora tem o direito de descansar. Ele e a tia Jo. :D
Ah, mas eu quero o Livro Escocês!

Não consigo achar HP infantil. Tudo bem, talvez PF possa ser considerado infantil. Mas daí em diante a história vai maturando a cada livro, cresce junto com Harry. HP é universal, para todas as idades. ;)


paulinha | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

camila, também não consigo achar Hp infantil. como você talvez Pf possa ter sido, mas é porque tanto nós quando lemos e quanto Harry eram crianças.
mas acho que eu sempre soubesse que Hp iria amadurecer. principalmente, pq Dumbledore sempre falou que Voldemort iria arranjar um jeito de ressurgir e tomar o poder e ele arranjou.
e com isso, era óbvio que a história iria amadurecer e ficar mais sombria. e tbm se isso não tivesse acontecido, seria muito chato e não continuidade. e J.K sempre nos deu essa dica.
e isso é uma das coisas que mais gosta em HP, como ela nos surpreende, nos deixa dicas para entender o que vai acontecer e como ela completa cada coisa em uma parte do livro.
“Houve uma garota que veio até mim na rua, outro dia, ela surgiu na calçada… e ela deveria estar em seus vinte anos, e ela me disse “Você é a minha infância”. É como a coisa mais bonita que alguém já me falou.” que lindo! isso é o que muitas pessoas não entendem. Hp não é uma simples série de livros, faz parte de nossas vidas. e ninguém vai conseguir tirar o que passamos e sentimos com ele. ficará marcado para sempre!


jhonatans adriano soffith | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

seria maravilhoso sentir de novo aquela sensaçao de esperar o ano inteiro por mais uma publicaçao de harry potter,sei que a magnifica Jo teria a capacidade de criar mais quantos livros fosse preciso,assisti uma entrevista dela onde mostra quando ela acabou de escrever o livro entao ela diz:”acabei,sei que neste momento varias pessoas estarao jogando coisas no telao do cinema,talvez me criticando,mas sei que tudo esta como deveria estar”e perfeitamente esta,a muits coisas que queriamos ver acontecer que nao aconteceu mas sim o desfecho da historia foi magnifico como nossa Jo é,espero que deus poça completar sua vida de amor e felicidade,e cada vez mais dar-lhe sabedoria para escrever outros tantos livros.e mais sucesso VIVA A JO!


Joanna | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Eu compartilho da opinião dela escrever outra coisa fora de HP. Com o livro escocês primeiro, é claro. A não ser que escrevesse sobre a era dos marotos até o assassinato dos Potter. Não sei, não tenho certeza. Só estou certa de que Harry não deve mais ser incluído como protagonista. No máximo como o bebê que gosta de vassouras dos Potter.


gabriella | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

ah vai continua j.k.!!!!!!!!!!!!!!!!!!
j.k. voce me surpreende!!!!!!!! :D :D :D :) escreve mais, se nao eu vou chorar!!! :cry: :cry: :cry: :cry:


Lafayette | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Eu não tenho necessidade de mais livros sobre o Harry Potter, mas acharia o máximo mais livros dentro desse universo criado por JKR. Poderia ser na época dos marotos, mesmo que não fosse centralizado nos personagens que já conhecemos, mas mostrando como foi a primeira guerra


Lafayette | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Aliás, ia ser instigante ter uns volumes, sobre um época diferente do HP, sob o ponto de vista de um adulto, seriam tantas possibilidades novas. Ou até um livro sobre o Dumbledore, contudo não no estilo fofoca da Rita Skeeter!


Bella | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Lafayette é isso que eu ia dizer, poderia acontencer de um oitavo com uma visão mais adulta, ela poderia centrar em outros personagens, espaçar etc (só o romance que ela criou poderia ser um livro e dos bons). Livros do marotos eu acho que é regredir. Também tenho a esperança sobre um Hogwarts: uma história, contando tudo sobre o lugar, e o recente “A vida e mentiras de Alvo Dumbledore”, são dois que poderiam perfeitamente acontecer.


luc | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

“Foi como ficar de luto. Foi algo imenso. é eu sei bem como foi isso ):
acho que a história de Harry já foi finalizada, foi tão bem escrita e completa.Mas acho que em um futuro distante seria esplêndido trazer isso de volta, os marotos ou os filhos de Harry.
Ler alguma coisa sobre isso outra vez seria realmente… inexplicável. ♥


Handya Manuel | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Querida JK Rowling, nao sei o quao posso espressar meus sentimentos pelo seu genio que nos trouxe o melhor.
Harry Potter e o livro que eu mais gostei de ler, nem sequer twilight com aquele intenso amor superou as tramas de hogwarts, nem as palavras de Dan Brown superaram momentos criticos de Harry Potter.
Com imensa dor li Harry Potter e as Reliquias da morte, dor porque apercebi-me que era o fim, dos longos 7 anos em que cada lancamento do seu livro era uma alegria para mim.
Seu livro nao foi minha infancia, pois li pela primeira vez quando tinha 12 anos em 2004.
Sei que tens fans que leram muito antes de mim, mas em Mocambique, pais que moro, as coisas nao sao tao simples assim. claro, agora com internet e tudo muito mais facil, eu sigo potterish no twitter e sei de todas as novidades.
Gostaria de te pedir algo, sei que ainda nao sabes se vais ou nao escrever mais sobre Harry potter e ate intendo, pra mim acho que aquele pode muito bem ser o fim. Mas a curiosidade em mim e muito maior. E desejo ardentemente saber tudo sobre a segunda personagem favorita pra mim na trama. James Potter.
Sei que e estranho, mas gostaria muito que contasses a historia de James Potter, como ele entrou em Hogwarts, como ficou amigo de Sirius, quando se apaixonou por Lilian. Pois nos livros de Harry Potter apenas da a intender que ja no quinto ano James gostava de Lilian, mas nao quando iniciou, como foi o casamento.\
E claro, para nao entristecer os fans, a historia poderia acabar mesmo antes do nascimento de Harry.
Bastava dizer, que bastou Lilian saber da profecia enquanto gravida, levaria a uma historia sobre um garotinho famoso que todos sabemos.
Eu enviei uma vez um esboco meu de como eu gostaria que a historia acontecesse, mas axo que nao foi recebida, ou ate mesmo lida.
Te adoro


Lafayette | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Bella, acho que seria mais regressão uma história sobre os descendentes do HP, pois não há nenhum conflito. Se inventasse um ia ser forçar demais a barra e se escrevesse sem ter, provavelmente, fosse ainda mais infatil que os primeiros volumes da Saga atual.

Quanto ao livro da época dos marotos, vou explicar melhor. Seria um de visão adulta, mas não sobre os marotos, talvez mostrando os bastidores da ordem da fênix e dos comensais. Posso estar escrevendo uma bobagem enorme, mas o interessante da época dos marotos é justamente aqueles poucos anos de vida adulta, um pouco antes da caída do Voldmort, talvez esse período desse para uns dois livros cheios de ação. Já o tempo de hogwarts seria um atraso, pois talvez soasse como “Malhação”, apesar que eu gostaria de uma coleção de contos sobre fatos isolados, pois permitem alterar o protagonista sem peso de consciência.

Ah eu aqui sonhando tudo que poderia ser escrito sobre o mundo mágico, só a JKR p/ fazer isso! hahahaha!!! :D


Riciel Ribeiro | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

Eu amei essa parte,“Houve uma garota que chegou para mim na rua outro dia, ela surgiu da calçada… e devia ter uns vinte e poucos anos, e disse para mim ‘Você é minha infância.’ É uma das coisas mais legais que já me disseram.”Realmente ela é minha infância,eu amo tanto a série de Harry Potter que jamais vou esquecer ele.


Isa M. | sexta-feira, 01 de outubro de 2010

HP fez parte da minha infância, faz parte de mim… JK Rowling é incrivel, e esse ACHO que terminei, me deixou esperanças ;)


Bella | sábado, 02 de outubro de 2010

Mas eu estava me referindo ao Harry ainda, um pós guerra, seria muito mais profundo. Eu acho que pra contar marotos é só pra sanar curiosidade (essa que eu particularmente não tenho). Que nem o trechinho que ela fez daquela outra vez. Afinal acontece tanta coisa depois que Voldemort finalmente foi derrrotado, as baixas, a reconstrução da sociedade magica, etc. Já vi muito fanfic com a continuação e é uma coisa que realmente pode ficar muito boa.

Ela disse que se fosse pra escrever ia escrever sobre Alvo Severus, mas aí é como começar tudo de novo, não é? Casa – expresso de Hogwarts – Hogwarts.



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