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Blog > Colunas > Autor > Bruna Moreno > Parados no tempo
 
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Parados no tempo
//Por Sheila Vieira - sábado, 24 de julho de 2010 às 23:19

Quando Harry entra n’A Toca pela primeira vez, fica maravilhado com a praticidade das mágicas na casa dos Weasley. Da mesma forma, Arthur imagina como deve ser a vida em meio à dependência tecnológica em que vivem os trouxas. Nos livros de Harry Potter, a analogia que Rowling faz entre esses dois campos é muito clara.

Porém, nossa colunista Bruna Moreno coloca a questão com maior profundidade, questionando como funciona a vida, principalmente no ramo das Comunicações, no mundo bruxo. Estariam eles parados no tempo? Confira o texto e deixe seu comentário!


Por Bruna Moreno

Esses dias estava passando “A Câmara Secreta” na TNT e, pela milésima vez, resolvi assistir. Incrível como certas coisas, que antes pareciam meros detalhes, de repente passam a saltar aos nossos olhos. Em uma determinada passagem, logo quando Harry chega à Toca resgatado pelo Ford Anglia, nos encontramos com Arthur Weasley na mesa do café-da-manhã tentando parecer interessado na cultura trouxa. Ele profere uma sentença que não se encontra nos livros: “Bom, Harry, você deve saber tudo sobre os trouxas. Diga-me: qual é exatamente a função de um patinho de borracha?”.

Falem a verdade, essa pergunta soa nos nossos ouvidos como deveras absurda. Não porque sabemos para quê efetivamente serve um patinho de borracha (embora a maioria dos brasileiros não tenha banheiras em casa), mas sim porque ele não tem nada para ser um objeto particularmente trouxa.

Pelo menos ─ e paradoxalmente ─, não no mundo de Rowling.

Desde a era medieval
Antes de conhecer Harry Potter, como você imaginava uma bruxa? Talvez uma mulher feia, baixinha, nariguda, verrugenta (pelo menos uma verruga, e provavelmente na ponta do nariz), conhecedora de ervas e, portanto, cozinheira de poções, habilidosa com alguns artefatos mágicos, como uma vassoura voadora, e próxima a bichos não tão fofinhos, como cobras, sapos, aranhas, corujas, ratos e gatos pretos. Isto é praticamente o resumo do modo como os trouxas enxergam os bruxos, tanto na realidade quanto na ficção, não é?

Esta imagem estereotipada surgiu possivelmente na Idade Média, quando a instituição religiosa vinculava a magia (ou qualquer manifestação não-cristã) a aspectos essencialmente negativos. Hoje é a instituição midiática (quer exemplo maior que a Disney e sua Malévola, de “A Bela Adormecida”?) que continua a propagar esta mesma imagem das bruxas, e por isso continuamos imaginando-as assim, com direito à risadinha maligna e tudo o mais.

Nem a nossa querida tia Jo, com todos os seus estudos vernáculos, foi capaz de escapar das influências culturais e midiáticas. É só atravessarmos o Beco Diagonal e já nos deparamos com chapéus pontudos, varinhas de condão, corujas, caveiras, caldeirões, velas, tochas, vassouras, penas e pergaminhos. Tudo ─ ou talvez grande parte ─, desde os objetos ao latim dos feitiços, remete-nos fortemente à imagem universal das bruxas, isto é, àquela imagem criada na Idade Média.

“Ok, mas os livros não se passam na Idade Média, mas sim na década de 1990”, você lembraria. Pois é. Seria natural, se bruxos de fato existissem, que eles acabassem por aderir certos costumes trouxas advindos da tecnologia. Por isso, concluo, Jo se viu obrigada a conjugar alguns itens novos aos antigos.

“Ah, vem mexer no meu caldeirão/ E se mexer como deve ser…”
A voz de Celestina Warbeck reverberou com essa música na sala de estar da Toca, em dezembro de 1996. Era o Especial de Natal promovido anualmente pela Rede Radiofônica dos Bruxos ─ sim, a rádio bruxa de todo dia, que os anima durante as manhãs e os encantaria durante os congestionamentos se, obviamente, eles fizessem uso de carros.

A enciclopédia do próprio Ish, ao fazer menção à RRB, explicita que ela funciona à base de magia, e não do modo convencional trouxa (ondas eletromagnéticas ─ muito mágicas para mim, diga-se de passagem). Eu, no entanto, não me recordo de nenhuma passagem específica nos livros que deixe claro este fato. Para efeitos desta coluna, portanto, prefiro desconsiderar esta informação.

O rádio é um dos aparelhos que invadiram o mundo dos bruxos. Fora ele, apareceram outros aparatos tecnológicos surgidos em épocas posteriores ao século XV: a locomotiva, o telescópio, o vaso sanitário e rede de esgoto (super tecnologia sim, pois impediu a proliferação de muitas doenças!), o jornal (imprensa regular), a fotografia… enfim, sem que os leitores se dessem conta, a tecnologia trouxa marcou presença na história de Harry Potter. Ainda que às vezes modificados (vide a disparidade das fotos estáticas e móveis), esses objetos demonstram claramente que não existem aparatos típicos nem de bruxos, nem de trouxas.


“ALÔ! ALÔ ESTÁ ME OUVINDO? QUERIA ─ FALAR ─ COM ─ O ─ HARRY ─ POTTER!”

Mas por que alguns objetos não co-existem nos dois mundos? Quero dizer, o pato de borracha que tanto intriga Arthur Weasley não tem por que não existir no mundo bruxo, onde, nós sabemos, existem maravilhosas banheiras (especialmente no banheiro dos monitores, a Murta que o diga).

E o telefone ─ ou o “feletone”, como insiste nosso querido Ron Weasley ─, assim como a televisão, as lâmpadas, as geladeiras (nunca vi uma em todos os livros! Como eles conservam os alimentos?), os ferros a vapor, os fogões a gás, enfim, todas essas coisas que simplificam nossas vidas, por que elas simplesmente não existem para os bruxos? Não estou pedindo por celulares ou guitarras, mas por eletricidade, for God’s sake! E se o grande problema for ela (embora ela seja, para nós, a grande solução), por que não o equivalente mágico de tais objetos? Por que, ao invés de magicamente modificados, eles simplesmente não existem para os bruxos?

Eu deveria pensar que Jo imaginou algum tipo de aversão bruxa aos aparatos trouxas criados após a Idade Média, como uma ânsia por manter a cultura dos ancestrais e o âmago da verdadeira “bruxalidade”. Mas isso não faz sentido, se considerarmos o aparecimento do rádio e dos outros mencionados.

Eu só consigo chegar a uma conclusão: bruxos gostam da alienação em que vivem, e são esnobes o suficiente para achar que nem patos de borracha podem fazer parte de seu mundo.

Google it
Ok, talvez eu tenha sido muito dura com eles. Afinal de contas, devem existir muitos Arthurs Weasleys amantes de trouxas, e muitas Hermiones Grangers crescidas e influenciadas pelas duas culturas. O que eu quis dizer (isso é verdade) é que a maioria deles é, inevitavelmente, como Dursleys bruxos, irredutíveis e preconceituosos (não intolerantes, veja bem; intolerância praticam Voldemort e companhia, o que é bem diferente).

Mas eles estão com os dias contados, certamente.

Eu não sei vocês, mas minha vida mudou drasticamente em 2003, quando minha internet deixou de usar aquela rouca conexão discada e passou a ser de banda larga. Hoje, tudo o que eu faço necessita e depende de uma pesquisa, de uma confirmação, de um pedido por e-mail; se chove ou por qualquer outro motivo a internet cai, a vida para. Vejo meus amigos; sempre um ou outro com o mp3 no ouvido (às vezes parece colado), outro twitando pelo smartphone, outro comentando do MMOPRG que jogou no fim de semana. Ora, basta pouco: olhemos para nós, aqui, nos encontrando no próprio Ish, publicando nossos textos na Floreios e Borrões, conversando com gente de todas as partes do país pelo fórum do Grimmauld Place. Embora infelizmente este não seja o cenário da maioria brasileira, ele é, sem dúvidas, a grande tendência mundial.

E estamos só em 2010! Como serão nossas vidas em 2016, o ano em que se passa o fatídico epílogo “nineteen years later”, do Relíquias da Morte? Até que ponto a comunidade bruxa ignoraria os avanços tecnológicos e a forte globalização do mundo trouxa? Será que o pequeno Albus Severus segurará uma varinha de madeira como seus ancestrais, ou fará as magias dando um toque na tela do seu iPhone?
(Se é que, cá entre nós, estes artefatos que tocam música, rodam e gravam vídeos, conectam à internet, servem de agenda e “ainda” fazem ligações só podem ser movidos à magia… só podem…)

Bruna Moreno deu ao Sr. Weasley um iPod de aniversário.

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Categorias: Bruna Moreno, Colunas, Ensaios, Notícias em Destaque
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Comentários
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Nathália | sábado, 24 de julho de 2010

Hm, interessante ponto de vista. De fato, eu sempre me perguntei por que os bruxos parecem tão parados no tempo. Mesmo que o rádio seja uma exceção. Eu acho que eles usam geladeira, pelo menos. Mas não com energia. E acho também que é um bocado de orgulho que os faz negar a tecnologia trouxa, ou então eles simplesmente não precisam dela. Tudo o que eles precisam é de uma varinha :D Acho que como nós crescemos como trouxas, a simplicidade da vida bruxa nos assusta, mas é como eles vivem, e eles aparentemente gostam disso.


James S | sábado, 24 de julho de 2010

Quem dera nós trouxas pudéssemos nos comunicar com a eficácia dos bruxos, sem os recursos tecnológicos e o gasto de energia que é necessário para se manter as ferramentas de comunicação.
talvez não teríamos tanta poluição e tanto lixo tecnológico.
Além disso mandar um berrador para alguém deve ser bem melhor do que xingar no twitter. rsrsr


@dedeadp | domingo, 25 de julho de 2010

adorei o texto
diz tudo q eu sempre pensei (pq eles nao usam tecnologia?)
e concordo com vc:
“(Se é que, cá entre nós, estes artefatos que tocam música, rodam e gravam vídeos, conectam à internet, servem de agenda e “ainda” fazem ligações só podem ser movidos à magia… só podem…)”

kkkkkkkkkkkkkk
mas é um misterio mesmo, pq eu mesmo nunca vi ondas eletromagneticas :P
ahuahsaushaushsahauhsaush


Aaron | domingo, 25 de julho de 2010

Bom, gostei do texto … mas eu, particularmente, não gosto de misturar MAGIA com TECNOLOGIA.

O rádio não é algo tão tecnológico … É aceitavel e antigo. Pra quê telefone? Eles aparatam, mandam corujas (Que cá entre nós, são muito mais rápidas e seguras do que um SEDEX ou E-mail), se divertem com a magia! Não precisam da “falsa magia” das televisões.

Pra que ver novelas se você pode voar numa vassoura ou jogar quadribol? o.O
Pra que ver um filme de magos, se você é um mago e pode sair lançando feitiços pelo seu quintal?
Pra que um ferro elétrico? Se com um toque da varinha a roupa desamaça …
Pra que… deixa eu ver… Internet? Se eles têm tudo o que precisam no mundo deles… Nada de notícias sobre novelas, filmes, fofocas (pra isso existe o profeta diário), etc.

Sobre o pergaminho, creio que seja algo “ritualistico”, tipo… não sei explicar muito bem, mas da mesma forma que nós não escrevemos mais em pedras eles não precisam do papel branquinho. ‘-’ Um pergaminho pode muito bem ser reciclado depois e virar outro pergaminho novinho … :P

Enfim, eu também não entendia como alguém vivia sem Televisão… Mas se eu fosse um feiticeiro… HAHA, ia explodir minha TV e ia sair voando e lançando feitiços mundo a fora. :P


Sabrina | domingo, 25 de julho de 2010

Amei o textoooooo!
mais vou torcer para que continue tudo igual um “2016″ !!

Amoooooo de maisssss Harry Potter! My life s2


Anônimo | domingo, 25 de julho de 2010

Ia explodir minha TV e ia sair voando e lançando feitiços mundo a fora. :P [2]


Bianca | domingo, 25 de julho de 2010

Adooorei o texto e achei tudo uma verdade. nunca parei para pensar nisso, mas agora, vejo que não é tudo um mar de rosas em Harry Potter. ;)


b´´´ | domingo, 25 de julho de 2010

Sobre telefone: eles não precisam porque tem outros meios de comunicação tão eficiente quanto.
O pó de Flu(que você joga na lareira, diz a localicazão que quer contactar e enfia a cabeça, e que, ao contrário do que foi mostrado no filme do CdF, não tem chamas vermelhas e sim verdes) e as corujas, é claro.
Meios móveis também são mostrados, como o Espelho de Dois Sentidos.
Fora isso eles tem um meio de se locomover incrivelmente superior ao dos trouxas: o teletransporte, ou aparatação.
Mas seria legal ter uma rede de TV bruxa. XD

PS: Eu bem que gostaria de abdicar dos meus aparatos tecnológicos por um tempo e viver como bruxa! É meio cansativo estar conectado o tempo todo, informação demais(e às vezes inútil), convenhamos.


Ábner | domingo, 25 de julho de 2010

Acho que aparelhos de lazer como a televisão, poderiam existir no mundo dos bruxos.
Mas aparelhos que ajudam no dia-a-dia como ferre de passar e geladeira, não são necessários, pois eles tem tudo que precisam nas mãos, a varinha, que nao precisa de eletricidade, cabos ou ondas eletromagnéticas, e tecnologia nenhuma se compara a boa e velha varinha.

Harry Potter forever!!!!!!


Paulo Riddle | domingo, 25 de julho de 2010

bom, como foi dito pelo Aaron e pelo anônimo “HAHA, ia explodir minha TV e ia sair voando e lançando feitiços mundo a fora” – isso parece legal pra vcs pq vcs gostam do filme, da idéia de ser bruxos e tal… mas agora imaginem se só tivesse isso?? vcs iam preferir jogar um pouco de Guitar Hero, Twittar, ver o Potterish, assistir um filme, escutar seu mp3, falar no telefone, brincar com uma câmera digital e tal ou ficar apenas levitando coisas, brincando de falar “Lumos” pra ver a varinha acendendo, botando a kbça na lareira (que nem tem no Brasil…) pra poder falar um recadinho rápido ao invés de mandar um SMS…
ou seja, para nós, oq temos é normal, é rotineiro, mas pra eles isso seria a “nossa mágica”… eu jah pensei “poha, se eu fosse o Harry eu ia fikar lançando feitiços o tempo todo e pah, mas ele não faz isso pq com o tempo fica sem graça, monótono… (espero q esse texto não aparente ter sido escrito por alguém sob o efeito de entorpecentes… pq eu num tô!)

OBS.: tá escrito MMOPRG e é MMORPG


Paulo Riddle | domingo, 25 de julho de 2010

e pra dar uma complementada, imagina só em hogwarts q sacanagem seria mandar os alunos subirem e decerem todos os andares como castigo?? nem tem uma p**** de um elevador….tinha q ser q nem no Brasil, 4 ou mais andares tem q ter elevador…


Michely | domingo, 25 de julho de 2010

ótimo texto, também sempre me perguntei por que os bruxos não ultilizavam muito de tecnologia trouxa. Mais no cálice de fogo quando estão pensando como a rita skeeter faz para saber de tudo dentro do castelo, hermione conta que nada eletronico funciona lá por que o lugar contem muita magia. Me pergunto se não é isso que acontece na comunidade trouxa. Ora, se a magia interfere em coisas eletronicas… os bruxos não podem usala. Por isso que o rádio só deve funcionar por meio da magia.


Michely | domingo, 25 de julho de 2010

obs: comunidade bruxa! ^^’


Matheus Guimarães | segunda-feira, 26 de julho de 2010

De certa forma, eu aprecio o modo de vida meio alienado dos bruxos.
OBS.: o epílogo se passa em 2017.


Matheus Guimarães | segunda-feira, 26 de julho de 2010

Por mais que a tecnologia trouxa deixe a vida onfortável, eu abdicaria dela para ser um bruxo.


b´´´ | segunda-feira, 26 de julho de 2010

Verdade, no Brasil lareiras não são comuns. o.o’
Qual será o meio de comunicação usado pelos bruxos brasileiros? QQ HSUAEOIE’
Gente, vocês também já se pegaram perguntando como é a ‘cultura bruxa’ do Brasil? As escolas de Magia do país?
Não sei porque eu penso na Amazônia. XD
Nossos animais fantásticos: curupira, boitatá, mãe d’água, boto, lobisomens, sacis…
Eu sempre fiquei imaginando como a magia funciona em outros países dentro do universo de Harry Potter! A magia oriental deve usar mais selos, poções, ervas, menos varinha, na áfrica tem toda uma história também de rituais, o vudu, no Brasil nós temos as lendas indígenas e os xamãs… dá pra criar fics infinitas. *–*


Pablo | segunda-feira, 26 de julho de 2010

Perderia todo o sentido, toda a magia, pra mim, pensar que no Brasil, nós – bruxos xD – usaríamos varinhas de Pau-Brasil, Caçaríamos Boita-tás na Floresta Amazônica e controlaríamos com registro nossas Yaras e nosso rebanho de índio-tauros…
perde a graça, vc não acha?


b´´´ | segunda-feira, 26 de julho de 2010

HSUAHSAOUEHSAOIE’ bom, usaríamos varinhas? .-.’
eu acho que já existe um livro assim, em que o aluno é meio-saci [?] ou algo assim. LOL


Ana | segunda-feira, 26 de julho de 2010

Axo q o matheus guimaraes tá certo, o modo de vida dos bruxos é bem legal. E o epilogo é em 2017.


Isa. | terça-feira, 27 de julho de 2010

Legal a abordagem desse assunto, mas pra mim é claro:os bruxos não usam a tecnologia porque nao precisam.Pra que entrar no msn,ou coisa parecida quando se pode aparatar e falar cara a cara com um amigo ou amiga?Pra que procurar dados na internet quando se há uma boa biblioteca por perto?Pra que tomar o mesmo caminho que nós, trouxas, e se tornar escravo de tecnologia?


Aaron | terça-feira, 27 de julho de 2010

Eu continuo preferindo a magia, trocaria tudo (TV, Celular, Internet com Twitter, Potterish – desculpa T_T, Orkut, msn, etc) por magia :P

Cara, uma varinha pode fazer coisas infinitas. Não é só lançar feitiços.

Eu começaria aparatando para outros países e descobrindo coisas novas, lugares novos. Aliás, APARATAÇÃO é melhor que passagem de avião ‘-’ Só não sei se é mais seguro né…
Mandar uma coruja deve ser foda. Mas um Patrono com uma noticia…. MARA!
Sem contar que com uma varinha você pode fazer TUDO. Em Harry Potter a varinha é como uma “arma” quando na verdade ela serve para outras coisas também. Imagina, você zuando seu amigo… fazendo a mochila do seu inimigo rasgar *-* Lançar um Silêncio nos políticos :P

Se você for mais rádical:

Explodir metrôs, ônibus, carros, destruir prédios… Colocar uma capa no pescoço e dar uma de herói. Abrir o oceano, voar sobre a água, etc.


Philipe | terça-feira, 27 de julho de 2010

Eu creio que eles não ignorem o avanço tecnológico,mas demorem mais a aderir a elas.Eles devem ter um certo preconceito,e por isso eles vão assimilando aos poucos,a maioria da tecnologia deles é dos século 19,pra mim é como se estivessem desatualizados xD
Tudo que inventamos são para atender a nossas necessidades,se não a tivéssemos,pararíamos no tempo,acho que isso se encaixaria bem tnb kkk
Se o homem não tivesse preguiça de andar,não inventaria a roda.


b´´´ | terça-feira, 27 de julho de 2010

“Se você for mais rádical:

Explodir metrôs, ônibus, carros, destruir prédios… ”

kkk medo do aaron!


Beagle do Parque. | terça-feira, 27 de julho de 2010

Opa! Interessante, esse artigo. Concordo com o pessoal que disse que, que os bruxos simplesmente não precisam da tecnologia. Afinal de contas inumeras vezes o senhor Weasley aponta a tecnologia como um meio dos trouxas se virarem sem magia. Mas alguns dados nos levam a crer que as pesquisas do mundo bruxo existem afim de aprimorar os usos da propria magia, ao invês por exemplo quebrarem a cabeça numa solução para voar ou viajar rápido quando eles já tem vassouras e aparatação.

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